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Consumo de fibra pelos ruminantes impacta eficiência alimentar e desempenho produtivo dos animais

O consumo de fibra para a saúde e eficiência alimentar de ruminantes é crucial na regulação da alimentação, impactando diretamente a digestibilidade, saúde ruminal e desempenho produtivos dos animais.

Além de atender às demandas energéticas, a fibra promove a estimulação física necessária para o funcionamento saudável do rúmen, influenciando positivamente a taxa de passagem de alimentos e a absorção de nutrientes – elementos essenciais para a eficiência alimentar dos ruminantes.

A análise é do supervisor comercial da Connan, Antônio Santos. O especialista pondera a complexidade em definir níveis de fibra na dieta dos ruminantes. “Para se determinar o nível ótimo das fibras, não é tarefa fácil. Requer a análise de vários elementos que interagem positivamente, afetando o consumo de energia e o desempenho dos animais”, explica.

Fatores como quantidade de forragem disponível, morfologia, valor nutritivo, estado fisiológico e sanitário do animal, topografia e temperatura do ambiente exercem influência sobre o consumo do animal a pasto.

Desta forma, de acordo com Santos, estes atributos devem ser considerados para o fornecimento do nível de fibras na dieta dos animais, para que seja possível atender a manutenção da saúde ruminal, otimizar a digestibilidade e melhorar o bem-estar do animal, além de suas funções tradicionalmente reconhecidas.

“Por isso, há sempre a necessidade de estratégias de manejo nutricional que priorizem a qualidade e a quantidade adequada de fibra para maximizar a saúde ruminal e a eficiência produtiva”, finaliza.

Fernando Penteado Cardoso Neto toma posse na Presidência da ASBRAM

Executivos de empresas de suplementação mineral do Brasil, profissionais ligados ao segmento e ex-presidentes da entidade representativa do setor participaram na quarta-feira, 21/02, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), na capital paulista, da posse do zootecnista e executivo da Connan Nutrição Animal, Fernando Penteado Cardoso Neto, como presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Suplementação Mineral (ASBRAM).

Fernando é de família de produtores rurais e empresários do agronegócio, além de neto de um ícone do segmento, o engenheiro agrônomo e empresário Fernando Penteado Cardoso, fundador da empresa de adubos Manah e da Fundação Agrisus. Fernando ainda tem como pai Fernando Penteado Cardoso Filho, engenheiro agrônomo graduado na Universidade de São Paulo (ESALQ – USP), que já presidiu a ASBRAM e foi um dos fundadores e líderes da Connan Nutrição Animal.

Fernando Neto substitui Juliano Sabella no biênio 2024 – 2025 e tem como Vice-presidente Rodrigo Miguel, além de Leonardo Matsuda como Diretor Financeiro. No discurso de despedida da presidência, Juliano Sabella enfatizou os quatro pilares que marcaram a sua gestão. “Temos o dever de ajudar a nutrir o maior rebanho bovino comercial do mundo, com mais de duzentos milhões de cabeças. E disseminar o conceito de que não há mais espaço para quem não seguir o caminho de investir em novas tecnologias. Para isso, atuamos fortemente em Marketing, aperfeiçoamos o nosso Painel de Estatísticas, investimos no trabalho de aumentar a representatividade da Associação e viabilizamos a pesquisa sobre a importância da desoneração da cadeia produtiva para aumentarmos a oferta de alimentos para a sociedade brasileira”, resumiu Sabella. “E, nesse tempo, conseguimos chegar a 88 empresas filiadas, mais de 75% do mercado nacional no segmento, que é responsável por um faturamento de R$ 16 bilhões, quase 14 mil colaboradores e comercialização de 2,36 milhões de toneladas de suplementos minerais em 2023”, emendou.

Em sua fala, Fernando Neto reforçou o valor do agronegócio para a economia brasileira, e reiterou que hoje a ASBRAM é respeitada como uma entidade aberta e transparente, além de confidenciar o grande sonho de sua administração. “Somente em 45 dias de trabalho neste ano, conseguimos três novas indústrias filiadas à entidade. Vamos seguir nos trilhos dos pilares enaltecidos pelo Juliano Sabella e ficarei imensamente orgulhoso se fecharmos nosso trabalho com uma centena de indústrias atuando dentro da ASBRAM”, disparou.

A Vice-presidente Executiva da Associação, Elizabeth Chagas, fez questão de se manifestar sobre a posse de Fernando. “Eu sei que a minha tarefa na ASBRAM é fazer e não falar. Mas não posso deixar de frisar que considero esse momento histórico. Vou trabalhar com um amigo meu na presidência, ele que é o filho de outro grande amigo meu de mais de quarenta anos. Vocês não se enganem sobre o meu amor ao Boi, sobre o meu amor a ASBRAM, falou emocionada.

A posse terminou com um jantar de confraternização para todos os presentes e convidados. Já na manhã do dia seguinte, Fernando Penteado liderou a primeira reunião do ano da ASBRAM, no Hotel Mercure, ao lado de representantes das indústrias do Brasil inteiro. Juntos, eles debateram intensamente o ano pecuário em 2024, a virada no ciclo produtivo, a economia brasileira, o painel de comercialização de suplementos minerais para gado de corte e leite. E foram unânimes ao vislumbrar o novo período com otimismo e na certeza de que o os problemas graves enfrentados em 2023 já ficaram para trás. “ A economia brasileira vai crescer pouco, mas vai evoluir. As exportações vão muito bem em volume apesar das receitas menores. O ano vai ser de prudência e fazer o básico. Água, suplemento, cerca, cocho, curral, pasto, sanidade, coleta e análise de dados para a melhor tomada de decisões”, concordaram especialistas como o pecuarista e analista de mercado Rodrigo Albuquerque, e o professor de Economia da Fundação Getúlio Vargas, Felippe Cauê Serigati.

Tendências em aditivos para ruminantes: uma visão prática

Ultimamente, novas pesquisas vêm sendo desenvolvidas com o objetivo de descobrir novos aditivos para ruminantes e determinar seu real efeito no desempenho dos animais.

Os aditivos nutricionais são destinados à alimentação animal, adicionados intencionalmente aos produtos, que podem ter objetivo de melhorar o desempenho dos animais ou atender às necessidades nutricionais.

Para ruminantes, muito ainda está a ser descoberto sobre os aditivos, em fase de testes iniciais, mas já com resultados promissores.

Atentos a informações na busca destas soluções inovadoras em aditivos para ruminantes, nós, da Connan, preparamos este artigo com alguns destes produtos que estão sendo apontados como tendências no mercado de nutrição de ruminantes, como:

  • Peptídeos bioativos
  • Minerais orgânicos
  • Leveduras e extratos de leveduras
  • Taninos e saponinas
  • Bacilos

Acompanhe e confira!

Conheça mais e se prepare para as novas soluções disponíveis no mercado de nutrição de ruminantes

Peptídeos Bioativos

São gerados a partir de um blend de cereais, após processamento. Os peptídeos estão presentes em todos os organismos, em pequenas quantidades e com funções diversas.

Algumas empresas possuem técnicas para a criação deste aditivo, permitindo a formação de alta quantidade de peptídeos bioativos, que fica disponível para a nutrição animal.

De maneira geral, este ingrediente tem demonstrado efeitos muito bons em relação a ganho de peso, sendo benéfico ao desempenho animal. De acordo com experimento realizado em instituição de pesquisa brasileira, houve melhoria no Ganho Médio Diário (GMD) e peso de carcaça final dos animais, com melhora da conversão alimentar.

Em outro experimento, com dietas sem forragem, também houve resultado positivo de maior GMD, peso de carcaça final, com aumento do consumo e melhoria de eficiência biológica.

Já em um outro estudo realizado, ao avaliar-se a fermentação ruminal, foi observado aumento de ácido propiônico, com mudança na relação acetato:propionato, demonstrando maior eficiência na utilização de energia dos alimentos no rúmen, além de tendência de aumento da digestibilidade dos alimentos. Também, observou-se redução da produção de metano, o que reduz o impacto ambiental do sistema de produção.

Uma análise de vários dados coletados de fazendas brasileiras confirmou a campo os resultados de: aumento de cerca de 3,00% no peso corporal final e no peso de carcaça final, e aumento de 8,18% no ganho médio diário dos animais.

Minerais Orgânicos

Os minerais orgânicos são compostos por um mineral ligado a uma molécula orgânica, que apresenta maior biodisponibilidade para os animais, ou seja, são mais absorvidas pelos animais.

Eles podem substituir uma parte dos minerais inorgânicos na formulação dos produtos, trazendo vantagens e bons resultados. Em destaque, a suplementação com cromo orgânico tem demonstrado benefícios como melhora da resposta imune e potencialização do efeito da insulina no organismo.

Desta forma, melhora o aproveitamento de glicose, aumentando o desempenho, com grandes benefícios para gado de corte.

Leveduras e Extratos de Leveduras

A suplementação com leveduras, da espécie Saccharomyces cerevisiae, demonstra vantagens como aumento da estabilidade do pH ruminal, redução da concentração de lactato ruminal, e propicia absorção de vitaminas do complexo B, tendo como resultado uma melhor performance animal.

Os extratos são fracionados de leveduras, com metabólitos que melhoram a resposta imune e a saúde em geral, com diversos benefícios, melhorando o desempenho.

Taninos e Saponinas

Estes aditivos, de origem vegetal, reduzem a proteína solúvel no rúmen, aumentando a disponibilidade de proteínas no intestino através do efeito de proteína by-pass, reduzindo as perdas de nitrogênio no rúmen.

A melhora na utilização de proteína da dieta aumenta o desempenho animal e índices reprodutivos. Além disso, estes ingredientes atuam como moduladores da atividade bacteriana, reduzindo transtornos de fermentação, tais como timpanismo e acidose.

Também reduzem a emissão de amônia e aumentam a absorção de nutrientes. Efeito antioxidante e anti-inflamatório também é observado.

Bacilos

Os bacilos são microrganismos do gênero Bacillus que contribuem para o desempenho animal por meio do equilíbrio da microbiota do trato gastrintestinal. Produzem enzimas como proteases, lipases e amilases, que melhoram a digestão dos alimentos e trazem como vantagem a redução da excreção de amido nas fezes.

Inibem também algumas bactérias patogênicas, como C. perfringens e S. aureus, diminuindo incidência de doenças intestinais em ruminantes.

Quer saber mais sobre estes aditivos?

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Garantindo o Bem-Estar Animal: Estratégias Eficientes para o Conforto Térmico em Gado de Corte e de Leite

Você deseja compreender de uma vez por todas como assegurar o bem-estar animal por meio do conforto térmico ideal para o gado de corte e de leite? Neste artigo preparado pela Connan, abordaremos essa temática, detalhando os aspectos essenciais para mantê-lo atualizado.

O bem-estar animal é um conceito cada vez mais importante na produção pecuária. Animais bem cuidados são mais produtivos e saudáveis, gerando benefícios econômicos e sociais para os produtores.

Um dos fatores que mais influenciam o bem-estar animal é o conforto térmico. Temperaturas extremas, seja de calor intenso ou frio rigoroso, podem causar estresse e prejudicar o desempenho dos animais.

Entenda mais sobre como garantir o bem estar animal com o conforto térmico adequado para gado de corte e de leite

Mecanismos de Termorregulação:

Animais de corte e de leite são homeotermos, ou seja, eles mantêm a temperatura corporal constante, mesmo em ambientes com temperaturas diferentes. Para isso, eles usam mecanismos de termorregulação, como a transpiração, a vasodilatação e a vasoconstrição.

Quando as temperaturas estão muito altas, os animais usam esses mecanismos para se resfriar. No entanto, quando as temperaturas estão muito altas ou muito baixas, esses mecanismos podem não ser suficientes para manter a temperatura corporal dentro da faixa ideal.

Riscos do Estresse Térmico:

O estresse térmico pode acarretar problemas significativos, incluindo:

  • Diminuição da produtividade;
  • Aumento da incidência de doenças;
  • Redução da fertilidade;
  • Aumento da mortalidade.

Estratégias para Garantir o Conforto Térmico:

Ao discutir sobre como garantir o bem-estar animal com o conforto térmico adequado para gado de corte e de leite, é essencial considerar:

  • Temperatura do ar: A temperatura ideal para conforto térmico varia de acordo com a raça, a idade e o estado fisiológico do animal. Em geral, temperaturas entre 15 e 25 ºC são consideradas confortáveis para animais de raças europeias, enquanto animais de raças zebuínas toleram temperaturas mais elevadas.
  • Umidade relativa do ar: Este dado é importante, pois afeta a capacidade dos animais de se resfriar por transpiração. Uma umidade relativa muito alta pode dificultar a evaporação do suor, o que levará ao aumento da temperatura corporal.
  • Velocidade do vento: Influencia o conforto térmico dos animais. Uma velocidade do vento moderada pode ajudar os animais a se resfriarem, mas uma velocidade muito alta pode causar desconforto.
  • Radiação solar: Fator importante para tanto para gado de corte quanto para gado de leite, pois interfere no resfriamento dos animais. A sombra é uma forma eficaz de reduzir a exposição dos animais à radiação solar.

 

Dicas Práticas para Conforto Térmico em Sistemas de Produção de Gado:

Construa instalações adequadas

As instalações devem ser bem ventiladas e sombreadas. A altura do teto deve ser suficiente para permitir a circulação do ar.

Forneça sombra natural ou artificial

Árvores, coberturas de lona ou telas são opções para fornecer sombra aos animais.

Reduza a exposição dos animais ao sol

Se for necessário que os animais estejam expostos ao sol, providencie áreas de sombra para que eles possam se refrescar.

Use ventiladores e aspersores

Ventiladores e aspersores podem ajudar a resfriar os animais em dias quentes.

Monitore as condições climáticas

É importante monitorar as condições climáticas para identificar períodos de estresse térmico.

Benefícios para o gado de corte e de leite

Bovinos que estão em uma temperatura ambiente adequada apresentam maior bem-estar e comportamento fisiológico adequado. Isso ocorre porque eles não precisam gastar energia para regular sua temperatura corporal.

Como o animal não precisa produzir ou perder calor, ele pode gastar essa energia em outras atividades, como comer, ruminar e descansar. Além disso, ele aproveita melhor os nutrientes da dieta e tem melhor consumo de alimentos.

Esses fatores contribuem para aumentar a produtividade do animal, pois ele pode expressar todo o seu potencial genético sem que seus processos fisiológicos sejam prejudicados pelo desconforto térmico.

Conclusão

Ao implementar práticas que garantam o conforto térmico, os produtores não apenas promovem o bem-estar animal, mas também impulsionam a produtividade e rentabilidade de suas atividades. Aposte nessas estratégias para alcançar resultados mais positivos em sua produção pecuária.

Paixão pela pecuária faz do setor uma atividade com boas histórias

A história do engenheiro agrônomo Sérgio da Silva Freitas Jr com a pecuária começou em 2009, na Fazenda Bom Jardim, em Uberaba (MG). Gerente de uma propriedade que atuava com agricultura, principalmente com milho e soja, acompanhou o processo de implantação do sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) na fazenda, momento que teve contato com a criação de gado.

“A pecuária entra na minha história há alguns anos quando entendemos que a atividade seria uma ferramenta importante para resolver um problema fitossanitário da soja, que enfrentávamos naquela ocasião. Estou no setor do agro há quase 30 anos e, hoje, tenho orgulho de contar sobre a paixão que sinto pela criação de gado”.

Desde 2016, a propriedade passou a atuar com confinamento, buscando agregar valor ao negócio. E foi nessa constante procura por melhorias e resultados que surgiu, em 2018, a parceria com a Connan. “A partir daí não paramos mais. Temos colhido excelentes resultados desde então”, comenta. Com os produtos da Connan, Sérgio afirma que o ganho médio diário dos animais é 1.850 kg animal/dia e uma média de 56% rendimento de carcaça.

“Temos esta média de ganho de peso adequada, com uma boa alimentação e uma boa suplementação. Estou muito satisfeito”, compartilha. “Além da ótima qualidade dos produtos, a equipe Connan oferece uma boa assistência técnica, atendimento excepcional e sempre próxima ao produtor”.

Nossa paixão inspira resultados

A campanha “Nossa paixão inspira resultados: prepare-se para uma chuva de conquistas” da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, convida clientes e equipe a visitar suas paixões, sejam elas pelos resultados, pelo fazer bem-feito, pela atividade que executa e tudo o que motiva a alcançar sempre os melhores resultados.

“A paixão é um sentimento poderoso que motiva e inspira grandes realizações, e a campanha é uma celebração da força motriz que impulsiona a Connan e todos os envolvidos, dentro da empresa ou além de suas portas”, afirma o médico-veterinário e diretor de operações da Connan, Márcio Bonin.

A história de Sergio é a segunda de uma série de relatos inspiradores, para o agronegócio e para a vida de muitas pessoas. O primeiro relato compartilhado foi o da pecuarista Guta Alonso.  

Experimentos indicam que “ganho compensatório” de animais que passam por períodos de restrição alimentar é pouco vantajoso

Na pecuária, ainda se comenta muito sobre o chamado “ganho compensatório” e suas vantagens – uma situação na qual animais que passam por restrição alimentar e menor taxa de ganho de peso durante a recria conseguem ter maiores taxas de ganho durante a terminação, recuperando o ganho perdido.

Esta técnica, considerada segura até pouco tempo atrás, atualmente é amplamente questionada, pois é cada vez mais comprovado que adotar um manejo nutricional equilibrado, desde a recria até a terminação do gado, garante um caminho certo para a otimização do processo de produção da carne, visando alcançar o máximo rendimento e qualidade da carcaça, além de maximizar a eficiência na conversão do alimento em proteína animal de alta qualidade.

O tema é trazido pelo supervisor técnico da Connan, Klaus Severino e Lima, com base em estudos e pesquisas recentemente realizadas. Segundo os novos resultados, o “ganho compensatório” dos animais que passam por restrição se dá principalmente em vísceras e conteúdo do trato gastrointestinal.

Isto significa que o peso de carcaça final não é maior nestes animais, em relação a bovinos que receberam uma nutrição ideal durante todas as fases do ciclo pecuário. O que traz, portanto, prejuízos no valor final pago pelos animais.

De acordo com o supervisor técnico da Connan, o que antes se acreditava ser uma vantagem, passou a se mostrar como um prejuízo no momento final da pesagem dos animais, já no frigorífico. “Focar em uma estratégia de nutrição que maximize o ganho não apenas na terminação, mas também na recria, pode ser mais vantajoso para a produção eficiente da carcaça, o que ressalta a importância de um manejo nutricional equilibrado e estratégico ao longo das diferentes fases de crescimento do gado”, aponta Lima.

Pesquisa realizada

Dados obtidos recentemente em estudo desenvolvido pela Universidade Paulista (Unesp) na Agência Paulista de Tecnologia do Agronegócio (APTA), intitulado “Influência da Nutrição na Recria X Terminação”, estão confirmando esta afirmação. O experimento envolveu 64 bovinos Nelore, avaliando diferentes taxas de ganho de peso e ofertas de forragem.

Os resultados indicaram que os animais com baixa taxa de ganho de peso na recria, terminados com alta oferta de forragem, apesar de apresentarem Ganho Médio Diário (GMD) e conversão alimentar superior aos demais, tiverem maior ganho de vísceras e não de carcaça, o que contesta as vantagens da restrição alimentar na recria e posterior ganho compensatório.

Uma das “questões-chave” do estudo foi entender a conversão em carcaça. “Com os resultados, podemos afirmar que o ganho compensatório se deu apenas em peso vivo e não em carcaça”, explica Lima. Animais que atravessaram períodos de restrição alimentar apresentam melhor eficiência alimentar como resultado da ampliação na digestão, redução do tamanho das vísceras, o que acarreta menor exigência de energia para mantença no período de restrição.

“Porém, após o período de restrição, quando os animais voltam a receber alimentação adequada, ocorre um maior consumo, o que aconteceu neste estudo, pois geralmente esse ganho compensatório está associado ao aumento no consumo de matéria seca e pronunciado desenvolvimento de tecidos viscerais. Portanto, os animais voltam a restabelecer os órgãos que estavam menores devido à restrição”, comenta.

Desta forma, as características da carcaça dos animais submetidos na recria com diferentes taxas de ganhos evidencia a importância de ter animais mais pesados entrando na terminação, pois esses animais vão ter maior rendimento e peso de carcaça até o final da terminação.

“Deve-se buscar maior taxa de ganho na recria, pois apesar de apresentarem menores ganhos médios em comparação com animais que obtiveram ganho compensatório, a diferença no peso de carcaça é mantida na hora do abate”, aponta o supervisor da Connan. Ou seja, com base nos resultados da pesquisa, a recomendação é priorizar uma maior taxa de ganho tanto na recria, quanto na terminação, evitando restrição nutricional durante a recria.

Estratégias Nutricionais para Maximizar a Reprodução Bovina

Quer entender melhor sobre as estratégias nutricionais para maximizar a reprodução bovina? Neste post, a Connan traz informações detalhadas sobre o assunto.

A nutrição é um fator fundamental para a saúde e produtividade dos bovinos. No contexto da reprodução, uma alimentação adequada é essencial para garantir resultados expressivos, como alta taxa de prenhez e menor intervalo entre partos.

Alimentação Equilibrada

Uma das principais estratégias nutricionais para maximizar a reprodução bovina é fornecer uma alimentação equilibrada que atenda às necessidades nutricionais específicas dos bovinos. Isso significa oferecer uma dieta que contenha todos os nutrientes essenciais em quantidades adequadas.

Os nutrientes chave para a reprodução bovina incluem:

  • Energia: Fundamental para boa ciclicidade e fertilidade, além do desenvolvimento do feto e da placenta durante a gestação.
  • Proteínas: Necessárias para a formação de tecidos e órgãos do feto durante a gestação.
  • Minerais: Importantes para o funcionamento do sistema reprodutivo, como o zinco, o cobre e o selênio.
  • Vitaminas: Desempenham um papel importante na reprodução, como as vitaminas A, E e D.


Condição Corporal Ideal

A condição corporal das fêmeas bovinas é um indicador importante de sua saúde e fertilidade. Fêmeas com condição corporal adequada têm maior probabilidade de entrar em cio, serem fecundadas e terem partos bem-sucedidos.

A condição corporal é avaliada por meio de em escore que varia de 1 a 5, sendo 1 a condição mais magra e 5 a condição mais obesa. A recomendação é que as fêmeas bovinas estejam com escore de condição corporal entre 2,5 e 3,5, no momento do parto. Para alcançar isso, é importante traçar estratégias nutricionais para maximizar a reprodução bovina, sempre com o auxílio de especialistas.

 

Manejo Nutricional

O manejo nutricional dos bovinos deve ser realizado de forma a garantir que eles recebam uma alimentação adequada, em quantidades suficientes. Isso inclui:

  • Fornecer alimento de qualidade, em quantidade suficiente para atender às necessidades dos animais.
  • Evitar o superalimento, que pode levar ao aumento de peso e à redução da fertilidade.
  • Facilitar o acesso dos animais ao alimento, evitando desperdícios.

 

Aditivos Nutricionais

Os aditivos nutricionais podem ser utilizados para melhorar a fertilidade dos bovinos. Temos como exemplo os promotores de desempenho. Estes aditivos ajudam a melhorar o aproveitamento da energia do alimento, o que auxilia na reprodução em animais que necessitam melhorar seu escore de condição corporal.

 

A nutrição é um fator essencial para a obtenção de bons resultados reprodutivos em bovinos. Alimentação equilibrada, condição corporal ideal e manejo nutricional adequado são fatores que contribuem para aumentar a taxa de prenhez, melhorar a manutenção da gestação e reduzir o intervalo entre partos.

Se você quer ter mais detalhes e informações, além de consultoria adequada e de qualidade para traçar estratégias nutricionais para maximizar a reprodução bovina, fale com a equipe de especialistas da Connan. Nossa empresa oferece produtos, serviços e tecnologias em nutrição animal e existe para promover efetivamente a eficiência da produção agropecuária. Apoiamos os produtores para que, de maneira rentável, realizem sua tarefa de produzir alimentos saudáveis, seguros e sustentáveis, economicamente e ambientalmente, nos limites do bem-estar animal e parametrizados pelas demandas técnicas e de qualidade da cadeia e do consumidor de alimentos.

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Connan patrocina único ultra-atleta do mundo que baseia sua alimentação no consumo de carne vermelha

Com uma dieta baseada no consumo de carne vermelha, o ultra-atleta Alessandro Medeiros faz do seu estilo de vida esportivo uma ponte para desmistificar e reforçar a importância do consumo de carne. Respaldado pela ciência, o atleta acaba de receber patrocínio da Connan – uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil – para as próximas temporadas de competições ao longo de 2024. A parceria com o atleta faz parte de uma série de ações da empresa em comemoração aos seus 20 anos.

“Apoiar o ultra-atleta é reforçar o nosso compromisso com a missão corporativa da Connan. Como fornecedores de insumos para a produção de carne vermelha, temos a responsabilidade nesta cadeia, que é a de promover o alimento de boa qualidade para a população com todos os nossos processos certificados”, afirma o presidente da Connan, Fernando Penteado Cardoso Neto.

Desta forma, para Neto, a Connan entende que, apoiar um atleta que levanta a bandeira do consumo de carne vermelha como um aliado de bons resultados no esporte é reforçar a importância do trabalho da empresa na produção de alimentos seguros e de qualidade. “A carne vermelha é um alimento essencial na dieta humana com inúmeros benefícios em prol da boa saúde”, completa.

A qualidade em saúde é um dos principais focos do ultra-atleta. Acompanhado por uma equipe interdisciplinar da área da saúde, incluindo o acompanhamento diário da nutricionista Letícia Moreira, o atleta desmistifica o consumo de carne vermelha por meio de seus exames clínicos e performance esportiva.

“Todo o trabalho de alimentação do Alessandro é focado em ciência. Por meio de sua performance esportiva e exames médicos periódicos, comprovamos e derrubamos alguns mitos do consumo da proteína de origem animal, como a carne vermelha sendo causadora de colesterol, câncer, diabetes e má digestão”, explica a nutricionista.

Dieta carnívora no pré-prova

Pela primeira vez, o ultra-atleta carnívoro tem se preparado para a sua próxima competição com uma dieta carnívora estrita. Ele conta, por exemplo, que, atualmente, a sua dieta se inicia no café da manhã. “Tenho consumido carne de boi. E, logo pela manhã, eu me alimento de bifes”, fala.

Mas não é sempre que Alessandro mantém esta dieta estrita. “Dentro da dieta carnívora, existe um leque de opções. Dependendo do período em que ele está, intercalamos. Atualmente, nesta fase pré-prova, ele tem se alimentado de carne vermelha, água e sal”, informa Letícia.

A nutricionista explica que a base alimentar da dieta é a carne. No entanto, uma das fases é baseada no consumo de proteína animal, com pequenas quantidades de vegetais e frutas. Existe ainda a dieta carnívora clássica, que prevê o consumo de todos os alimentos de origem animal, incluindo o mel, por ser um alimento produzido pela abelha. “E existe o último estágio, digamos assim, que chamamos de dieta carnívora estrita, que o Alessandro tem praticado antes desta competição”.

Alessandro se mostra animado. “É o nosso mais novo desafio. Competir consumindo apenas carne bovina”, comenta o ultra-atleta. Alessandro, ao lado de sua nutricionista, estiveram na sede da Connan para a assinatura oficial do contrato de parceria. Além do presidente da Connan, o atleta e sua nutricionista foram recebidos pelo diretor de operações da empresa, Márcio Bonin.

“Para nós, esta parceria vai além do apoio às competições do ultra-atleta e ao esporte em si. Apoiamos também o seu projeto em saúde desenvolvido com respaldo profissional sobre os benefícios de consumo de proteína animal ao corpo humano”, comenta Bonin.

A Connan apoia também o trabalho social do atleta e de sua nutricionista ao levarem conhecimento para a sociedade e o de realizarem campanhas de arrecadação de alimentos proteicos de origem animal a comunidades carentes.

Como manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal

Você, que é apaixonado por cavalos, sabe como manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal? Neste conteúdo preparado pela Connan, vamos expandir esta discussão

 

A nutrição é um fator fundamental para a saúde e produtividade dos equinos. Uma alimentação adequada fornece ao animal os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento, crescimento, reprodução e desempenho.

Os equinos são animais herbívoros, portanto, sua dieta deve ser baseada em forragens, como capim, feno e silagem. As forragens são uma excelente fonte de energia, fibras e nutrientes essenciais para a saúde dos equinos.

Além das forragens, os equinos também podem receber alimentos concentrados, como rações, grãos e suplementos, que fornecem energia adicional, proteínas, vitaminas e minerais.

A quantidade e qualidade dos alimentos que os equinos recebem devem ser adaptadas às suas necessidades individuais, que variam de acordo com a idade, o estado fisiológico e o nível de atividade do animal.

Nutrientes essenciais para equinos

Os nutrientes são essenciais para que os equinos tenham uma vida saudável e entreguem os melhores resultados. Porém, a alimentação não é a única forma do animal conseguir uma boa nutrição; afinal, mesmo com uma dieta balanceada, o corpo do equino ainda precisa de um reforço para desempenhar melhor as suas funções.

Na Connan, existe o trabalho com suplementação mineral vitamínica, tudo pensado e desenvolvido para manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal. Com isso, a empresa oferece solução completa para pecuaristas em todo território brasileiro. 

Falando sobre manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal, vamos apresentar os nutrientes essenciais para equinos.

  • Energia: É necessária para o desenvolvimento, crescimento, reprodução e desempenho dos equinos. Os principais fornecedores de energia são as forragens e os alimentos concentrados.
  • Proteínas: São necessárias para a construção e manutenção dos tecidos do corpo. As proteínas também são importantes para a produção de anticorpos, que ajudam a proteger os animais contra doenças.
  • Fibras: São necessárias para a digestão e a saúde intestinal. As fibras também ajudam a manter o peso ideal dos equinos.
  • Vitaminas: São necessárias para o metabolismo e o funcionamento normal dos órgãos e sistemas do corpo.
  • Minerais: São necessários para a formação de ossos, dentes, músculos e outros tecidos.

Connan Equinos

Connan Equinos é um excelente produto oferecido pela Connan e tem em sua composição básica, farelo de trigo, farelo de soja, carbonato de cálcio, fosfato bicálcico desfluorizado, enxofre ventilado (flor de enxofre), cloreto de potássio, óxido de magnésio, cloreto de sódio (sal comum), sulfato de cobre, sulfato de cobalto, sulfato de manganês, óxido de zinco, iodato de cálcio, selenito de sódio, vitamina A, vitamina D3, vitamina E.

Para utilizar este produto, basta colocá-lo no cocho e deixar permanentemente à disposição dos animais. Para consumo forçado, usar 100 g/cab./dia preferencialmente em cochos cobertos.

Como benefícios, Connan Equinos oferece minerais e vitaminas atendendo às necessidades dos animais de forma completa. Fabricado com matérias primas de alta qualidade, o suplemento mineral garante melhor saúde e desempenho dos animais, podendo ser utilizado em todas as fases de desenvolvimento dos equinos.

Fornecendo uma nutrição adequada aos equinos

Quando se fala em manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal, é preciso entender que a nutrição deve ser planejada por um profissional qualificado, como um nutricionista animal, responsável por avaliar as necessidades individuais do animal e elaborar uma dieta adequada.

No geral, os equinos devem receber alimentos de alta qualidade, frescos e livres de contaminantes. Os alimentos devem ser armazenados em local seco e fresco.

A alimentação dos equinos deve ser dividida em várias refeições ao longo do dia. Isso ajuda a manter os níveis de energia do animal estáveis e evita problemas digestivos.

Alimentação de equinos em diferentes fases da vida

As necessidades nutricionais dos equinos variam de acordo com a fase da vida do animal.

  • Equinos em crescimento: Os equinos em crescimento precisam de uma dieta rica em energia, proteínas e vitaminas. As forragens devem ser a base da dieta, mas os alimentos concentrados também podem ser fornecidos.
  • Equinos adultos: Os equinos adultos precisam de uma dieta equilibrada, que forneça energia, proteínas, fibras, vitaminas e minerais em quantidades adequadas.
  • Equinos em reprodução: Os equinos em reprodução precisam de uma dieta rica em energia, proteínas e vitaminas. As forragens devem ser a base da dieta, mas os alimentos concentrados também podem ser fornecidos.
  • Equinos em trabalho: Os equinos em trabalho precisam de uma dieta rica em energia e proteínas. As forragens devem ser a base da dieta, mas os alimentos concentrados também podem ser fornecidos.

Fale com a Connan

A nutrição é um fator fundamental para a saúde e produtividade dos equinos. Uma alimentação adequada fornece ao animal os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento, crescimento, reprodução e desempenho e agora você já sabe como manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal, além de ter sido apresentado ao produto da Connan para este caso.

Preencha o formulário de contato ou clique no botão do WhatsApp ao lado para falar com a equipe de vendas da Connan. Tire todas as suas dúvidas sobre como manter a saúde e a produtividade dos equinos pela nutrição animal e os produtos que a empresa oferece. Não perca tempo, estamos aqui para ajudar você a alcançar o máximo potencial em sua produção!

Nascida para o agro, Guta Alonso se dedica à seleção do Nelore Lemgruber com paixão pela pecuária

Médica-veterinária, doutora em reprodução animal, pecuarista e mãe da Maria Luiza, Augusta Alonso, mais conhecida como Guta, é, antes de tudo, uma pessoa nascida para o agronegócio. Sua história, intimamente ligada ao amor do pai pela pecuária, teve início antes de seu nascimento, na década de 70.

Desde sua infância em São Paulo, Guta sabia que sua vida seria na fazenda. O seu avô, dono de agência de publicidade, abraçou o sonho de uma criança e comprou duas fazendas no interior de São Paulo, na região de Bragança Paulista, onde começaram uma criação de gado de leite e de cavalo Mangalarga Paulista, além da plantação de café.

“Nasci e fui criada dentro da fazenda, convivendo com os animais, e eu não sei ser outra coisa, porque este é meu DNA, essa é a minha vida e a minha paixão. Eu amo o agronegócio e o vivo todos os dias da minha vida”, pontua Guta.

A vida profissional de Guta foi direcionada desde o início para o trato de equinos, porém, após o falecimento do pai, em 2015, aos 59 anos de idade, a sua trajetória nessa área passou por uma mudança. “Eu me dedicava à Medicina Veterinária em nossa propriedade em Piracaia (SP) com uma central de reprodução de equinos, pensionato e criação de cavalos Mangalarga Paulista, e tinha recém virado mãe. Com isto, assumi os negócios do meu pai e decidi dar continuidade ao trabalho dele na Fazenda ELGE e honrar sua paixão pelo Lemgruber. A partir daí, resolvi reposicionar o negócio no mercado, seguindo o que ele fazia, mas investindo em marketing para dar mais visibilidade à marca”, contou a médica-veterinária.

O trabalho como selecionadores da raça Lemgruber já dura 25 anos, e é uma parceria com a família Penteado Cardoso. “Meu pai foi embora muito cedo, ele era apaixonado por esse projeto do Lemgruber, que é o projeto que eu toco hoje em Dois Irmãos do Buriti, no Mato Grosso do Sul”.

O novo desafio fez Guta passar de médica-veterinária para gestora, uma função que ocupa já há oito anos. “Eu virei muito mais gestora, muito mais do marketing, muito menos veterinária do dia a dia. E para isso contei com uma rede de apoio muito competente. É fundamental escolher as pessoas certas para cada atividade dentro da propriedade. Porque não é fácil dar conta, e tudo bem. Não é fácil tocar as coisas sozinha. Acredito, honestamente, que precisamos aprender a pedir ajuda, a ser humilde de falar eu não sei fazer e apoiar-se nas pessoas corretas para te dar suporte”.

Mais de três décadas contando com o apoio da Connan

O primeiro contato de Guta com a Connan foi aos seus 10 anos de idade, pois a empresa já era parceira da família Penteado Cardoso. “Eu conheci a empresa muito antes de trabalharmos juntos e foi de uma forma pessoal. Então a minha história com a Connan é de amor pela família antes de pela empresa. Meu pai já era parceiro da Connan nas fazendas e, quando ele faleceu, mantivemos essa parceria”, contou.

Segundo a doutora, a Connan conhece o projeto e entende os sonhos da ELGE, além do atendimento sempre dedicado. “O Márcio Bonin (diretor de operações) tem feito um trabalho lindíssimo conosco, no sentido de acompanhar e entender nossas dores e necessidades e trazendo, tecnicamente, o que existe de melhor dentro da Connan para a ELGE. Entendemos, como empresa pecuária, que apenas a genética não é suficiente, ela precisa estar associada a nutrição para se obter excelentes resultados. A nossa parceria está cada vez mais forte, mais consolidada, e o resultado é um gado que consegue desempenhar da melhor forma”.

Para a filha, Guta deixa um recado. “Eu espero que o amor que eu tenho pelo agro, e o amor que está crescendo e que eu vejo todos os dias da sua vida, em cada gesto, em cada carinho seu, com cada animal, com a fazenda, continue assim, te dê conforto e proporcione um futuro maravilhoso dentro do agronegócio”, finaliza.

Nossa paixão inspira resultados

A campanha “Nossa paixão inspira resultados: prepare-se para uma chuva de conquistas” da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, convida clientes e equipe a visitar suas paixões, sejam elas pelos resultados, pelo fazer bem-feito, pela atividade que executa e tudo o que motiva a alcançar sempre os melhores resultados.

“A paixão é um sentimento poderoso que motiva e inspira grandes realizações, e a campanha é uma celebração da força motriz que impulsiona a Connan e todos os envolvidos, dentro da empresa ou além de suas portas”, afirma o médico-veterinário e Diretor de Operações da Connan, Márcio Bonin.

A história de Guta Alonso é a primeira de uma séria de relatos inspiradores, para o agronegócio e para a vida de muitas pessoas.

Assista ao vídeo neste link AQUI

Planejar a nutrição do rebanho pode ser fator determinante para a eficiência da pecuária

Em meio às incertezas do mercado, o planejamento nutricional e a gestão são o primeiro passo para o pecuarista garantir o lucro da propriedade. Organização é o termo chave para que o criador possa obter bons resultados, tanto em relação à eficiência produtiva quanto na lucratividade da atividade.

A médica-veterinária e coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques, recomenda: a definição do protocolo produtivo é o “pontapé inicial”. Com o sistema produtivo bem definido é mais simples traçar a meta de consumo dos alimentos, planejando as quantidades que serão necessárias para o período e, assim, se organizar para a compra.

“No caso de insumos agrícolas, com essas informações em mãos, é mais fácil buscar fornecedores e realizar uma compra no melhor momento ou então antecipada por contrato, antes da safra, quando os valores são melhores e mais vantajosos”, destaca Júlia.

Neste sentido, a nutrição é, sem dúvida, o maior boleto da pecuária, representando mais de 70% dos desembolsos da propriedade, fator que faz do manejo desses insumos um ponto de atenção para os criadores.

Outro passo importante é a preparação do pasto para receber os animais. Com o planejamento antecipado também é possível prever a quantidade de área que será necessária e preparar a fazenda, por exemplo.

“A suplementação do rebanho também se torna mais eficiente, pois com a definição da meta de peso e tempo, o produtor sabe qual produto comprar, assim como a quantidade que será consumida pelos animais, evitando desperdício de produto, com uma compra mais assertiva e direcionada. Sem dúvidas, com o planejamento e a gestão mais conscientes da fazenda o pecuarista alcançará suas metas e o lucro”, ressalta a especialista.

Bem-estar animal: chave para eficiência

Adotar práticas de bem-estar animal também agrega valor à produção. Afinal, a longo prazo, oferecer qualidade de vida ao rebanho gera impacto positivo no sucesso do negócio. E, na visão da coordenadora, esse processo deve começar com a análise das potências e das fraquezas da própria fazenda. “O bem-estar pode começar aos poucos. Às vezes, um ‘simples’ olhar na estrutura do cocho gera transformações incríveis, por exemplo”, aponta Júlia.

Para ela, a grande chave para a mudança é começar aos poucos, analisando os pontos positivos e negativos dentro da realidade que a fazenda está inserida e entender quais os mais urgentes e quais precisam de mais investimento e tempo para ser realizado. “O fato é que, a longo prazo, o que parece ser despesa, torna-se investimento, uma vez que pequenas melhorias podem elevar consideravelmente a produtividade e a qualidade dos resultados”, afirma a especialista.

Neste sentido, é importante fazer essa análise da fazenda levando em consideração sua infraestrutura e o quanto estão adequadas para que o rebanho possa desfrutar das cinco liberdades do bem-estar, como ambientes com temperatura e umidade ideais, com espaço suficiente para poderem se locomover e deitar, cochos no tamanho certo, ventiladores que permitam uma boa vazão de ar, bebedouros com água de qualidade e pisos que não danifiquem patas e cascos, por exemplo.

“Vale dizer que investir em bem-estar animal não significa apenas ganho econômico ou para atender às exigências do consumidor atual. O investimento é, cada vez, mais uma questão de responsabilidade ética”, ressalta Júlia.

“Nós, da Connan, por meio da nossa equipe de campo, buscamos ajudar nossos clientes neste processo, orientando e promovendo simulações que auxiliem o pecuarista a entender sua realidade e quais os passos necessários para alcançar o objetivo estabelecido, a partir dos dados e particularidades da sua fazenda”, finaliza.

Nutrição Inteligente: Como Melhorar o Manejo Nutricional para Gado de Corte

Você deseja aprimorar o manejo nutricional para gado de corte e descobrir quais são os melhores produtos para garantir alto desempenho e segurança para o seu rebanho?

O manejo nutricional é um conjunto de práticas que visa garantir a alimentação adequada dos animais, de acordo com suas necessidades nutricionais. No caso do gado de corte, o manejo nutricional é essencial para assegurar o desenvolvimento saudável dos animais, o aumento do ganho de peso e a melhoria da qualidade da carne.

Fundamentos do Manejo Nutricional para Gado de Corte

O manejo nutricional para gado de corte é um processo que envolve a avaliação dos recursos alimentares disponíveis na propriedade, as necessidades nutricionais dos animais e os objetivos de produção. Com base nessas informações, é possível elaborar um plano alimentar adequado que garanta o máximo desempenho dos animais.

Vantagens do Manejo Nutricional para Gado de Corte

Entre as vantagens do manejo nutricional para gado de corte para os produtores rurais, podemos destacar:

  • Aumento do ganho de peso: animais bem nutridos crescem mais rápido e atingem a idade de abate mais cedo.
  • Melhoria da qualidade da carne: animais bem nutridos produzem carne de melhor qualidade, com maior marmoreio e sabor.
  • Redução de custos de produção: um bom manejo nutricional pode ajudar a diminuir os custos de produção, aumentando a eficiência alimentar dos animais.
  • Melhora da saúde animal: animais bem nutridos são mais resistentes a doenças e têm menor taxa de mortalidade.

Produtos ideais para manejo nutricional para gado de corte

Dentre os desafios enfrentados pelos pecuaristas em todo o mundo, a produção de carne de qualidade em grande escala se destaca. Isso leva os produtores a buscar melhores estratégias, incluindo rações, núcleos, premix e um completo manejo nutricional para gado de corte.

Nas últimas décadas, avanços significativos foram alcançados graças ao aprimoramento das técnicas de melhoramento genético, manejo sanitário e nutrição de gado. Essas ações aumentaram a eficiência dos animais na conversão de nutrientes da dieta em carne, impulsionando o setor da pecuária de corte no país.

Se você procura especialidades em manejo nutricional para gado de corte, é importante saber que a CONNAN oferece diferentes tipos de suplementação mineral para gado de corte, proporcionando uma solução completa para pecuaristas em todo o Brasil.

Clique aqui para conhecer todos os produtos oferecidos pela Connan quando se trata de manejo nutricional para o gado de corte e, abaixo, saiba um pouco mais sobre alguns deles:

Connan 80

CONNAN 80 é um suplemento mineral pronto para uso, recomendado para bovinos de corte nas fases de cria, recria e engorda. Para utilizá-lo no manejo nutricional para gado de corte, basta colocar o produto puro no cocho e deixá-lo permanentemente à disposição dos animais. O consumo médio estimado é de 20 a 30 g por 100 kg de peso vivo por dia.

Sua composição básica inclui carbonato de cálcio, fosfato bicálcico desfluorizado, enxofre ventilado (flor de enxofre), óxido de magnésio, cloreto de sódio (sal comum) (28,20%), sulfato de cobre, sulfato de cobalto, sulfato de manganês, óxido de zinco, iodato de cálcio, selenito de sódio, aditivo aromatizante (aromas de framboesa e pêssego, baunilha ou leite).

Connan Fertitec

Outro excelente produto recomendado para o manejo nutricional para gado de corte que você encontra na Connan é o CONNAN FERTITEC, Sua composição inclui gérmen de milho, fosfato bicálcico desfluorizado, carbonato de cálcio, enxofre ventilado (flor de enxofre), óxido de magnésio, cloreto de sódio (sal comum) (20,51%), sulfato de cobre, sulfato de cobalto, sulfato de manganês, óxido de zinco, iodato de cálcio, selenito de sódio, salinomicina sódica, aditivo aromatizante (aroma de framboesa e pêssego, baunilha ou leite).

O consumo médio estimado é de 30 a 50 g por 100 kg de peso vivo por dia. É importante ressaltar que o CONNAN FERTITEC contém ionóforo e, portanto, não deve ser permitido o acesso de cavalos e outros equídeos a alimentos que contenham ionóforos, pois a ingestão pode ser fatal.

Connan Nuclemix 2.0

Apresentamos também o Connan Nuclemix 2.0 para o manejo nutricional para gado de corte, exclusivo para formulações de rações. O produto deve ser diluído com farelos na proporção de 3:97 e incluído na quantidade de 30 kg por tonelada de ração. É importante saber que o animal não pode ter acesso ao produto puro e que ele também contém ionóforos, portanto, não se deve permitir o acesso do produto a cavalos ou outros equídeos.

Sua composição básica inclui carbonato de cálcio, fosfato bicálcico desfluorizado, cloreto de sódio (sal comum) (12,82%), enxofre ventilado (flor de enxofre), óxido de magnésio, sulfato de cobre, sulfato de cobalto, sulfato de manganês, óxido de zinco, iodato de cálcio, selenito de sódio, proteinato de cobre, proteinato de zinco, levedura enriquecida com selênio, vitamina A, vitamina D3, vitamina E, monensina sódica, virginiamicina, aditivo probiótico.

O que considerar na hora de encontrar uma empresa especializada em Manejo Nutricional para o Gado de Corte?

Ao escolher uma empresa especializada em manejo nutricional para gado de corte, é importante considerar os seguintes fatores:

  • Experiência: a empresa deve ter experiência na área e um histórico de sucesso.
  • Qualificação técnica: os profissionais da empresa devem ser qualificados e atualizados sobre as últimas técnicas de manejo nutricional.
  • Confiança: a empresa deve ter uma estrutura adequada para fornecer serviços de qualidade.

Todas essas qualidades você encontra na Connan que há 19 anos atua no mercado de manejo nutricional para gado de corte. Somos reconhecidos por fornecer tecnologias voltadas para nutrição animal, com alta qualidade e segurança alimentar, buscando aumentar a satisfação de nossos clientes.

Fale com a Connan

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Minerais para bovinos de corte: Qual sua função e importância?

Os minerais para bovinos de corte desempenham papel importante para o bom funcionamento de todo o organismo dos animais, sendo essenciais para o crescimento, desenvolvimento, saúde e reprodução.

Bovinos de corte frequentemente consomem dietas que não atendem às exigências no que diz respeito aos minerais. Isto ocorre porque os alimentos mais comumente utilizados não apresentam proporções equilibradas dos minerais mais importantes ao organismo, predispondo a graves distúrbios metabólicos.

Portanto, a estratégia de suplementação mineral é ponto de destaque no sistema produtivo de bovinos de corte, com o objetivo de maximizar o desempenho animal.

Acompanhe o artigo!

Qual a função e importância dos minerais para bovinos de corte?

Em todo o organismo animal, os minerais desempenham papéis fundamentais em vias metabólicas, mantendo o crescimento, o metabolismo de energia, a função imune e funções fisiológicas para a manutenção da vida e otimização da produtividade.

Com maior destaque à reprodução, uma boa suplementação mineral irá prevenir os prejuízos gerados pelo estresse oxidativo, que causam danos à gestação e à fertilidade de machos. Os minerais também são importantes para a manutenção do ciclo reprodutivo das fêmeas, permitindo a liberação adequada de hormônios, além da manutenção da gestação, a partir da produção ideal de progesterona. Suprir as exigências de minerais também é importante para bom crescimento e desenvolvimento do embrião e, posteriormente do feto.

Dentre os principais distúrbios, a falta de suplementação mineral adequada causará problemas como:

– Baixa produção de carne e leite;

– Falhas reprodutivas;

– Crescimento retardado;

– Abortos;

– Fraturas ósseas.

Muitas vezes, estas deficiências não se mostram tão evidentes, mas chegam a levar a grandes perdas na produtividade. Por exemplo, a deficiência de fósforo em ruminantes causa como efeito inicial a redução da ingestão de alimentos, de 10% até 50%.

A razão está na menor atividade ruminal na digestão dos alimentos, o que afeta a metabolização da digestão, afetando diretamente o consumo. A menor ingestão trará impactos negativos à produção, com menor resultado no ganho de peso.

A falta de minerais como o cálcio, o fósforo e o magnésio, impactará também diretamente o desenvolvimento ósseo e o metabolismo de energia, prejudicando o crescimento e ganho de peso. Minerais como o potássio, sódio e o cloro se mostram importantes para a regulação da pressão osmótica, equilíbrio ácido-básico e controle do equilíbrio hídrico no organismo animal, funções essas essenciais para a manutenção da vida.

Já o enxofre se mostra essencial para a formação de aminoácidos sulfurados, que são importantes para a formação de proteínas, permitindo o desenvolvimento ideal do organismo e aumento do ganho de peso, fundamental aos bovinos de produção.

Quais são as principais fontes de minerais para bovinos de corte?

As principais fontes de minerais são a água que o animal ingere, os alimentos de que se alimenta e o solo com o qual está em contato. Mas a melhor maneira de garantir que o ruminante consuma os níveis recomendados de minerais para seu organismo é realizar o fornecimento via suplementação no cocho, deixando o suplemento à vontade para o animal, de preferência perto da fonte de água.

Leia mais: Cuidados com a estrutura do cocho garantem maior ganho de peso ao rebanho

Na Connan, temos suplementos minerais preparados para garantir a boa suplementação em todos os períodos de seu ciclo produtivo.

Confira nossos produtos da linha de Suplemento Mineral Aglomerado para Gado de Corte!

Esperamos seu contato,

Até breve!

 

 

 

Tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva

A temporada de chuvas marca um período de alta produtividade na pecuária, com pastagens verdes e abundantes. É nesse momento que muitos produtores buscam soluções e tecnologias para aprimorar ainda mais suas operações.

Com objetivo de auxiliar o pecuarista a aproveitar ao máximo as tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva, a Connan apresenta a tecnologia Aglomerax, suplemento mineral que desempenha a melhor performance na dieta dos bovinos no período das águas.

Apesar das pastagens estarem verdejantes nesta época do ano, as forragens tropicais muitas vezes não conseguem proporcionar a oferta de nutrientes necessários para que os animais expressem seu potencial máximo de ganho de peso. É por essa razão que a suplementação adequada desempenha um papel crucial, permitindo o fornecimento de todos os nutrientes, minerais e vitaminas necessários aos bovinos. Esse cuidado impacta positivamente no ganho de peso dos animais, contribuindo para resultados excepcionais.

Aglomerax: solução para suplementos em épocas de chuva

A tecnologia Aglomerax da Connan é uma das tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva. Esta tecnologia consegue aglomerar ingredientes de alta qualidade, proporcionando aos animais todos os minerais essenciais para o seu desenvolvimento em cada grânulo.

O suplemento com Aglomerax é produzido a partir de um processo de alta tecnologia, único no mercado, que aglomera os nutrientes na mesma partícula, protege o suplemento mineral do empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva, problemas que causam grandes prejuízos na fazenda.

Esta tecnologia oferece ao suplemento maior homogeneidade, reduzindo drasticamente o desperdício do suplemento, tornando o sistema produtivo mais rentável e sustentável. Além disso, o cloreto de sódio fica contido no interior das partículas e, por isso, não absorve umidade, evitando seu empedramento no cocho, o que prejudica o consumo pelos animais. Também, por ser aglomerado e mais pesado do que os produtos em pó, perdas pela ação do vento são minimizadas, além de ainda ser capaz de evitar a irritação à mucosa dos animais por inalação.

Vantagens da tecnologia Aglomerax

A Connan oferece esta tecnologia como uma das tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva, proporcionando à produção inúmeras vantagens. Estudos comprovam que os produtos com Aglomerax oferecem, principalmente:

  • Menor perda por escoamento de água no cocho;
  • Facilidade do trabalho de vaqueiros e salgadores; 
  • Permite que o manejo de salga seja feito de forma quinzenal;
  • Consumo 17% mais estável durante o período chuvoso;
  • Tendência de incremento de até 40g adicionais de ganho diário.

 

Detalhe importante sobre o Aglomerax em relação a outros suplementos é que exige quantidade menor de produto por quilograma de ganho de peso. O Aglomerax rende até 16% a mais, reduzindo as perdas e não a ingestão do suplemento pelos animais. Dessa forma, o produto propicia a expressão genética do animal e o melhor desempenho permitido pelo potencial da pastagem.

A tecnologia Aglomerax é 100% brasileira

Ao falar das tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva e apresentar o Aglomerax, é importante dizer que toda a tecnologia é 100% brasileira e não se trata de um resultado de tratamento químico de proteção. Foi testado e validado em experimentos desenvolvidos pela Embrapa Gado de Corte, sendo que o principal destes  foi realizado com 72 novilhas tratadas com suplemento mineral em pó e suplemento com tecnologia Aglomerax em cochos descobertos, provando benefícios como ganho de peso, melhor consumo dos suplementos e menores perdas por escoamento e empedramento no cocho.

Fale com a Connan.

Agora você já sabe mais sobre as tendências na nutrição para pecuária intensiva em época de chuva e conhece a tecnologia Aglomerax.

Há mais de 20 anos no mercado, a Connan é reconhecida por fornecer tecnologias voltadas para nutrição animal, com alta qualidade e segurança do alimento, buscando aumentar a satisfação de seus clientes.

Preencha o formulário abaixo ou clique no botão do WhatsApp ao lado, fale com o time de vendas da Connan, tire todas as suas dúvidas sobre este produto, mantenha-se atualizado sobre as tendências em nutrição para pecuária intensiva em época de chuva. Não perca tempo, estamos aqui para ajudar você a alcançar o máximo potencial na sua produção!

Protocolo indica estratégias para diminuir a idade de reprodução e otimizar a taxa de prenhez em fêmeas comerciais e de seleção

Com o objetivo de possibilitar o aumento da taxa de prenhez em fêmeas bovinas da raça Nelore, de rebanhos comerciais e de seleção, com idade entre 12 e 16 meses de idade, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) – Gado de Corte, em Campo Grande (MS), elaborou o Protocolo Embrapa + Precoce P14, com a participação da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil.

Considerado um protótipo de processo produtivo, a publicação foi validada por pesquisadores para ser utilizada por técnicos, consultores e produtores rurais dedicados à atividade de cria. Apesar de ter sido desenvolvido para a raça Nelore, o Protocolo pode ser adaptado para outras raças, no futuro.

O Protocolo oferece algumas orientações das boas práticas de reprodução, melhoramento genético e saúde animal, além de nutrição para a eficiência reprodutiva. De acordo com o material, os sistemas de produção que não propiciam um bom desenvolvimento ponderal da fêmea bovina do nascimento à puberdade, têm pouco sucesso em produzir prenhez precoce, em idade entre 12 e 16 meses.

Adicionalmente, falhas no manejo reprodutivo e nutricional, mesmo com uso de protocolos de Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF), aumentam o custo de produção, sem que haja incrementos na porcentagem de fêmeas prenhes.

“Um bom manejo nutricional, a partir de um bom planejamento, é essencial para manter o bom desempenho dos animais”, afirma a médica-veterinária e coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

Manejo alimentar até a primeira estação reprodutiva

As recomendações de manejo alimentar apresentadas no Protocolo da Embrapa levam em consideração o período entre a desmama e a primeira estação reprodutiva, sendo o peso corporal alvo mínimo de 260 quilos no início da estação reprodutiva.

Neste quesito, a publicação indica que a intensidade do manejo alimentar irá variar de acordo com a necessidade de ganho de peso neste período, devendo ser mais intensiva à medida que maior peso deve ser ganho. O manejo alimentar considera dois principais componentes: a pastagem e a suplementação alimentar.

Na explicação de Júlia, o Protocolo indica que a suplementação alimentar deverá ser maior quanto menor for a qualidade das pastagens e menor o peso corporal à desmama. E, em fazendas com histórico de peso à desmama abaixo do recomendado, o uso de creep-feeding para as bezerras, na fase de aleitamento, também pode ser indicado.

Ainda no Protocolo, existe a indicação de qual tipo de suplemento (mineral-proteico-energético ou mineral-proteico) para cada GMD esperado e consumo por dia.

Resultados do Protocolo

Entre 2020 e 2023, os pesquisadores avaliaram dois rebanhos da raça Nelore nas dependências da Embrapa Gado de Corte, sendo um composto por animais puro por origem (Nelore PO) e outro sem registro por associação de raça. As fêmeas foram submetidas a duas inseminações, sem repasse com touro.

Após passarem por todo o Protocolo Embrapa + Precoce P14 – nutrição, reprodução, genética e sanidade – as taxas de prenhez finais variaram de 51,6% a 65,8% ao final da estação reprodutiva, ou seja, dentro das metas propostas pelo novo protocolo.

Dando continuidade aos testes, o P14 foi levado a fazendas comerciais em Mato Grosso do Sul, produtoras de animais com Certificado Especial de Identificação e Produção (CEIP). Entre os resultados obtidos, destacou-se o peso à desmama de bezerros machos e fêmeas, filhos de primíparas, nas categorias precoce e convencional. Com 210 dias, tiveram peso à desmama de 163,6 kg e 173,1 kg, fêmeas e machos, respectivamente. Enquanto os das primíparas convencionais foram de 159,9 kg e 172,1 kg.

As taxas de prenhez e perdas gestacionais foram acompanhadas em quatro estações de monta consecutivas em duas propriedades rurais. Os estudos constataram que a média de prenhez nas duas IATFs foi superior a 40%, com resultado de 58,1%. As perdas foram, ao redor, de 7,6%.

“Para nós, da Connan, foi um privilégio poder participar, de alguma forma, com a elaboração deste Protocolo junto a uma entidade de pesquisa tão importante e renomada no cenário do agronegócio nacional”, comenta a coordenadora.

A íntegra do material elaborado pela Embrapa já está disponível e os interessados podem acessar o link: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/1156570/1/Protocolo-Embrapa-Precoce-14-2023.pdf.

 

Vantagens do investimento na mão de obra na fazenda

Os bons resultados obtidos no sistema produtivo na fazenda são reflexo da mão de obra eficiente. Ter uma equipe treinada e motivada é um dos aspectos mais importantes para conseguir o sucesso do negócio em uma propriedade rural.

Porém, lidar com gestão de pessoas é cada vez mais desafiador no mundo em constantes transformações, especialmente no universo rural, que conta com as suas particularidades.

Aprender a gerenciar o time de colaboradores não é fácil, mas traz resultados satisfatórios e gratificantes – a curto e longo prazo.

Desta forma, neste artigo, vamos abordar os principais benefícios do investimento na mão de obra em uma fazenda.

Boa leitura!

Por que investir em mão de obra na propriedade rural?

Ao priorizar o investimento na equipe de colaboradores em sua fazenda, é possível conseguir alguns bons resultados.

Confira alguns benefícios a seguir.

Maior qualidade do manejo realizado
A mão de obra, quando está motivada, irá realizar um trabalho de melhor qualidade, com mais atenção aos detalhes, o que é essencial na criação de bovinos. A identificação de distúrbios nos animais, que podem ser doenças, e falhas no manejo são exemplos de situações nas quais o funcionário que se sente animado e engajado no local de trabalho irá demonstrar maior dedicação, apontando precocemente o que estiver fora da normalidade.

Habilidade no uso de tecnologias e boa coleta de dados para índices zootécnicos
Com o avanço das tecnologias, é importante realizar treinamentos e capacitações com o time, para que todos tenham conhecimento sobre o uso das novas ferramentas. Isto torna-se importante para o trabalho no dia a dia, permitindo, por exemplo, a coleta e registro de dados para geração de índices zootécnicos com maior facilidade, por meio de softwares em computadores. Desta maneira, a fazenda só tem a ganhar, pois as tecnologias agregam na qualidade do serviço realizado e na qualidade do registro dos dados.

Melhor eficiência na comunicação entre a equipe
Um bom relacionamento entre todos da equipe fará com que a informação seja transmitida com maior frequência e de maneira mais clara, o que permite que os desafios da rotina sejam resolvidos com maior rapidez. E, com certeza, o colaborador que se sente bem no trabalho irá interagir melhor com todos e facilitar este processo.

Redução de rotatividade de colaboradores
A mão de obra que se sente reconhecida, valorizada e priorizada pela gestão da fazenda terá vontade de continuar em seu trabalho e orgulho de pertencer na equipe, o que diminui o índice de faltas e o abandono do trabalho. Com isto, há redução de gastos com processo de seleção e capacitação de novos colaboradores.

O que devo priorizar para realizar uma boa gestão do time da fazenda?

Para ter uma boa gestão de seu time de trabalho e conquistar uma equipe de alto desempenho, separamos alguns pontos para serem pensados e colocados em ação, confira a seguir!

Contratação
A boa gestão de mão de obra já se inicia no momento da contratação, que deve ser feita a partir de uma seleção com critérios adequados e buscando um perfil que se encaixe na função. É importante realizar entrevista para avaliar se os valores do candidato se alinham com os da fazenda, e realizar etapa de avaliação de habilidades técnicas conforme necessário. Contratações realizadas sem um bom planejamento podem gerar problemas e mais despesas no futuro.

Motivação
Após a seleção de candidatos ser feita, é importante pensar em manter a motivação do time em alta. Priorizar um bom clima de trabalho em que todos possam interagir e promover um sentimento de valorização entre todos os colaboradores da equipe podem ser maneiras de inspirá-los a manterem-se motivados.

Treinamentos
A equipe precisa frequentemente ser treinada e capacitada para exercer sua função da melhor forma. Além de fornecer o conhecimento técnico necessário, os treinamentos demonstram a relevância dos colaboradores para a fazenda, trazendo o sentimento de pertencimento e de importância. Após a conclusão, é interessante sempre entregar um certificado do treinamento oferecido, para que o funcionário possa comprovar sua participação e acrescentar a experiência em seu currículo.

Reconhecimento
Reconheça o trabalho que for feito de maneira exemplar. Elogios são bem-vindos para demonstrar o caminho certo a seguir. Apesar de ser necessário que o salário e benefícios sejam compatíveis com o mercado, muitas vezes, o reconhecimento vai além do pagamento. Um exemplo de dinâmica a ser feita é a de “Funcionário do Mês”, reunindo o time mensalmente para prestigiar qual colaborador cumpriu a maior quantidade de metas, que devem ser definidas previamente.

Pensar no investimento na mão de obra durante a criação do planejamento estratégico de sua propriedade rural vale a pena, trazendo grandes vantagens e ótimo retorno, como demonstrado.

A Connan, parceira do produtor, está sempre à disposição para auxiliar em todas as etapas da sua produção.

Conte com nossos técnicos e nossas linhas de produtos para conquistar sempre os melhores resultados!

Se preferir, fale com a Connan, acessando este link.

Esperamos o seu contato,

Até breve!

“Coragem para crescer – Nutrindo resiliência em tempos desafiadores” é tema de encontro com o time comercial da Connan

O time comercial da Connan se reuniu entre os dias 19 e 21 de setembro, em Boituva (SP), para uma reunião de alinhamento com o tema: “Coragem para crescer – Nutrindo resiliência em tempos desafiadores”.

Afinal, para crescer, é necessário “sair da zona de conforto”, arriscar de forma estratégica e inovar. Em tempos desafiadores é preciso coragem.

Com isso em mente, a reunião comercial traçou planejamento estratégico para aprimorar as habilidades do time, aumentar a confiança e motivação da equipe, melhorar a comunicação interpessoal, além do compartilhamento de informações sobre as mudanças do mercado.

A reunião comercial foi realizada em um local próximo à matriz da Connan. O encontro foi importante para troca de experiências entre a equipe comercial, sendo valioso para o crescimento de todos, na avaliação da diretoria.

Foi apresentado um panorama geral dos departamentos internos da empresa, além de atualizações sobre o mercado e treinamentos técnicos, com a presença de Cézar Franzon, da Terra Consultoria; Caio Toledo, da StoneX; Eduardo Muniz, da Minerembryo e Inova Farm e Rodrigo Dutra, da Inova Farm.

Durante a reunião, também tivemos a presença de Ricardo Piovan, com o tema “Feedback – A principal ferramenta na gestão de pessoas”.

Além das palestras técnicas que foram abordadas, foi lançada a nova campanha para o período das chuvas, de tema “Nossa Paixão Inspira Resultados” – um momento de muita emoção com depoimentos inspiradores da equipe comercial.

A Connan espera que todos tenham renovado as energias e compartilhado bons momentos para ter “Coragem para Crescer”.

 

 

 

Quais as vitaminas na nutrição de gado de corte?

Quais as vitaminas mais importantes na nutrição de gado de corte?

As vitaminas desempenham papel importante na nutrição de gado de corte. Elas colaboram para o bom funcionamento de todo o organismo dos animais, auxiliando em processos metabólicos e mantendo a saúde do rebanho.

Bovinos com deficiência de vitaminas sofrerão problemas em seu desenvolvimento, além de apresentarem doenças.

Apesar da exigência de vitaminas ser baixa no organismo dos animais, sua presença é essencial para o funcionamento de várias enzimas, com importância vital.

Desta forma, entender mais sobre as necessidades de vitaminas para gado de corte é essencial para fornecer boa nutrição ao seu rebanho.

Acompanhe nosso conteúdo a seguir e saiba mais sobre as vitaminas na nutrição de gado de corte.

Confira!

Vitaminas hidrossolúveis e lipossolúveis para gado de corte

Ruminantes possuem uma vantagem em relação aos demais animais, pois possuem uma microbiota composta por bactérias, fungos e protozoários, que produz vitaminas, suprindo as necessidades do organismo em relação às hidrossolúveis (vitaminas do complexo B e vitamina C).

Já as vitaminas lipossolúveis, ou seja, A, D, E e K, dependem da ingestão via dieta, com exceção da vitamina K, que é produzida pelo rúmen, e da vitamina D, que pode ser produzida também a partir da pele exposta ao sol.

Porém, isto não impede que o ruminante possa apresentar quadros de deficiência de vitaminas hidrossolúveis.

A deficiência na síntese da vitamina B12 pelos microrganismos ruminais pode acontecer pela falta do mineral cobalto na dieta, o que impacta no metabolismo de utilização de energia pelo animal.

Como sintomas, o animal se mostrará com falta de apetite, anemia, pelos arrepiados, perda de peso e baixo crescimento, podendo levar à morte. Para evitar este quadro, é importante manter a suplementação mineral de seu rebanho em dia.

Veja a seguir algumas informações para entender um pouco mais sobre as vitaminas mais importantes para gado de corte!

Vitamina A

A vitamina A está presente, principalmente na forma de betacaroteno, nas pastagens e forragens verdes em geral, além de milho, silagem e feno. Por ser um composto muito sensível, o processamento e armazenamento dos alimentos reduz sua concentração nestes.

A deficiência de vitamina A causará nos animais distúrbios como cegueira, falhas reprodutivas e maior incidência de doenças, pela menor resposta imune do animal, dentre outros problemas que impactarão fortemente no desempenho.

Confira situações que irão aumentar os riscos do desenvolvimento de deficiência desta vitamina em seu rebanho:

  • Fornecimento de dietas com baixa inclusão de volumosos;
  • Dietas com maior inclusão de silagem ou de forragens de baixa qualidade;
  • Momentos de desafio imunológico, como período pré-parto e alta exposição a doenças no ambiente.

Vitamina D

A vitamina D é sintetizada principalmente a partir da exposição da pele dos animais ao sol. Mas ela também pode ser fornecida via suplementação, garantindo que os bovinos consigam suprir totalmente suas exigências desta vitamina.

Por ser importante ao metabolismo do cálcio no organismo, esta vitamina desempenha papel crucial no desenvolvimento e crescimento ósseo, sendo que sua deficiência causará distúrbios neste sistema, como hipocalcemia e diminuição no crescimento.

A deficiência de vitamina D é mais comum de ocorrer nas situações a seguir:

  • Fornecimento de dietas com alta inclusão de concentrado;
  • Animais que não tenham acesso à luz solar.

 

Vitamina E

A vitamina E está presente nos alimentos principalmente na forma de alfa-tocoferol. De maneira similar à vitamina A, o processamento dos alimentos reduz grandemente sua concentração nestes.

Esta vitamina tem grande função antioxidante em todo o organismo, auxiliando na boa função do sistema imune. Portanto, a deficiência desta vitamina está associada a maior incidência de doenças, principalmente relacionadas ao sistema reprodutivo, como metrite e retenção de placenta, além de mastite, o que gera grandes prejuízos à produção.

As condições que predispõe à deficiência desta vitamina são:

  • Dietas com alta inclusão de forragens conservadas;
  • Animais que tenham baixos níveis de selênio em seu organismo, já que em conjunto com a vitamina E, têm ação antioxidante;
  • Período de produção de colostro pela fêmea, pois eleva o requerimento da vitamina pelo organismo;
  • Presença de óleos insaturados na dieta, pois aumentam a necessidade da vitamina no alimento fornecido;
  • Momentos de desafios imunológicos, como pré-parto.

 

É possível garantir o fornecimento das principais vitaminas para gado de corte por meio de suplemento e ração bem balanceados, assegurando a saúde e bom desempenho do rebanho.

O consumo diário das vitaminas e minerais é essencial para que o animal expresse todo seu potencial, trazendo rentabilidade ao sistema produtivo.

A Connan oferece produtos de qualidade que irão suprir estas necessidades e conta com técnicos espalhados em todo o país.

Entre em contato conosco e conheça nossos produtos!

Esperamos o seu contato,

Até breve.

rendimento na suplementação do rebanho

Transição entre períodos de seca e das águas exige manejo nutricional para garantir bom desempenho do rebanho

O manejo nutricional, a partir de um bom planejamento, é essencial para manter o bom desempenho dos animais e conseguir passar pela transição entre o período da seca e das águas, entre os meses de setembro a outubro. O pecuarista precisa ter esse olhar, já que a nutrição animal representa de 40% a 60% dos gastos totais de uma fazenda.

Desta forma, a escolha do suplemento mineral impacta diretamente nos resultados do rebanho, de acordo com a médica-veterinária e coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques. Na prática, isso quer dizer que as decisões tomadas sobre este planejamento irão impactar todo o rebanho. “Por isso, é fundamental que o produtor tenha suas prioridades bem definidas neste período para colher bons resultados a longo prazo”, comenta.

A especialista comenta também que oferecer suplementos sem origem e sem qualidade certificada pode resultar em impactos negativos para o rebanho. Além disso, suplementos com níveis de garantia inadequados não irão suprir todas as necessidades dos animais.

Desta forma, o fornecimento de um produto que propicie o consumo homogêneo dos minerais, tanto no sol quanto debaixo de chuvas, é ferramenta essencial para o bom desempenho do rebanho.

Tecnologia desenvolvida pela Connan tem eficiência comprovada pela Embrapa

Experimentos realizados pela Embrapa Gado de Corte de Campo Grande (MS) com o suplemento mineral Aglomerax, fabricado com a tecnologia única e exclusiva da Connan, comprovaram bons resultados a campo.

De acordo com os estudos, durante o período das águas, o Aglomerax apresentou rendimento 16% superior quando comparado aos suplementos em pó, o que garante sucesso nos ganhos do rebanho, favorecendo a expressão do potencial genético do animal, saúde e ganho de peso.

O percentual obtido é resultado de alguns diferenciais do Aglomerax. Nos três experimentos realizados nos últimos anos, foi comprovado que o suplemento com a tecnologia Aglomerax não empedrou, enquanto o suplemento em pó, sim. Além disso, foi observado que o suplemento da Connan apresentou menor perda por escoamento do cocho em situação de chuva.

“Os ingredientes presentes no produto passam por um processo de aglomeração, garantindo que os minerais sejam fornecidos de maneira uniforme. Isso traz vantagens como consumo mais homogêneo e menor índice de empedramento”, explica Júlia.

Em experimento realizado com gado em recria, houve tendência de ganho médio diário adicional de 40g/dia nos animais que receberam Aglomerax, em comparação com os animais tratados com suplemento em pó comum. “Isso ocorreu pela maior resistência do suplemento ao empedramento e maior estabilidade de consumo”, pontua a veterinária.

Nos estudos práticos realizados, o suplemento em pó já se apresentou empedrado na primeira semana de fornecimento, enquanto Aglomerax manteve-se adequado até após 14 dias, o que demonstrou que o fornecimento de Aglomerax no cocho pode ser quinzenal, reduzindo o custo operacional.

No último experimento, foi simulada uma situação real de empedramento de suplemento mineral no cocho. Nesse caso, Aglomerax promoveu maior estabilidade de consumo e tendência a maior ganho médio diário em relação a suplementos em pó comuns, permitindo 17% mais estabilidade neste cenário.

“Esses resultados do Aglomerax em relação aos suplementos em pó são impactantes e devem ser considerados no momento da escolha do produto a ser utilizado. Além disso, os ganhos, na prática, são vantagens que fazem diferença em momentos críticos de mercado”, avalia a coordenadora.

De forma resumida, os benefícios comprovados com a tecnologia Aglomerax, quando comparado aos suplementos em pó são palatabilidade, supre a necessidade dos animais, ganho de peso e eficiência reprodutiva. Em relação à comprovação de ganho de peso de até 40 gramas adicionais no GMD (Ganho Médio diário), isso ocorre por alguns motivos da tecnologia Aglomerax: resistência da solução ao empedramento e maior estabilidade do consumo.

A diferença entre o Aglomerax e o suplemento em pó é que este tipo de produto exposto ao ambiente empedra e endurece no cocho, impondo mais dificuldade para o animal ingeri-lo. No entanto, com o Aglomerax, percebe-se um potencial de consumo mais regular, assim como um maior rendimento, o que se traduz em economia para o produtor, que vai gastar menos para ter um melhor desempenho do seu rebanho.

Aditivos nutricionais para ruminantes: como funcionam?

Os aditivos nutricionais desempenham um papel importante nas dietas formuladas para os ruminantes, o que melhora a performance animal e o aproveitamento dos alimentos.

Atualmente, para alcançar bons resultados e conquistar ótimo retorno financeiro, o uso de aditivos se torna uma estratégia essencial no sistema pecuário para bovinos de corte.

Como definição, os aditivos são substâncias, micro-organismos ou produtos adicionados aos alimentos, que podem ter ou não valor nutritivo, com a finalidade de manter ou melhorar o aproveitamento dos alimentos, para reforçar o desempenho dos animais ou para atender às necessidades nutricionais.

Confira, neste artigo, informações sobre cada aditivo e seu modo de ação que preparamos!

Qual a classificação dos aditivos nutricionais para ruminantes?

Em primeiro lugar, é importante entender qual a classificação de cada aditivo, pois isto determinará como será o modo de ação, que pode ser apenas no alimento ou no organismo do animal.

Em geral, os aditivos podem ser divididos como:

  • Tecnológicos, no qual podemos citar antioxidantes, adsorventes e estabilizantes.
  • Sensoriais, como aromatizantes, corantes e palatabilizantes.
  • Nutricionais, que são vitaminas e aminoácidos.
  • Zootécnicos, que auxiliam no desempenho dos animais, influenciando positivamente no aproveitamento do alimento e/ou na saúde animal, como probióticos, melhoradores de desempenho, enzimas, óleos essenciais, etc.

Como os aditivos zootécnicos funcionam?

Dentre os aditivos zootécnicos, os principais utilizados atualmente na pecuária de corte podem se dividir em: melhoradores de desempenho (ionóforos e antibióticos) e probióticos (leveduras).

Saiba um pouco mais sobre eles abaixo:

  • Aditivos melhoradores de desempenho

Estes aditivos são moduladores da fermentação ruminal, selecionando micro-organismos benéficos que mantém a saúde do rúmen e produzem mais energia, a partir dos alimentos, para a produção.

São utilizados para aumentar a eficiência do uso dos alimentos, ou seja: redução do consumo de alimentos com o mesmo ganho ou aumento do ganho com o mesmo consumo de alimentos.

De uma forma simplificada, estas substâncias modificam o ambiente ruminal, elevando a concentração de bactérias gram-negativas, que são mais eficientes na fermentação realizada e reduzem o risco de acidose ruminal.

Neste grupo, podemos citar a monensina sódica, a narasina, a lasalocida sódica e a salinomicina sódica, que são ionóforos. Já a virginiamicina é considerada um antibiótico, por ter um modo de ação diferente dos ionóforos.

  • Aditivos Probióticos (leveduras)

Dentre os probióticos utilizados para ruminantes, atualmente destacam-se as leveduras, que podem ser fornecidas como organismos vivos ou mortos.

Estes aditivos favorecem o crescimento da microbiota saudável, ao eliminar compostos tóxicos do ambiente ruminal. O aproveitamento da energia dos alimentos também é melhorado, trazendo vantagens ao desempenho animal.

O aumento do desempenho dos animais consumindo aditivos zootécnicos é comprovado por vários estudos, tanto em animais a pasto quanto confinados. Porém, para que o desempenho almejado seja obtido, é importante atentar-se quanto à dose do aditivo que será fornecida ao animal no produto escolhido, seja um suplemento, concentrado, núcleo ou ração, pois uma dose inferior à recomendada não trará o efeito esperado.

Além disto, garanta um bom manejo de fornecimento da alimentação, com atenção a pontos como: mão de obra treinada, estrutura e localização do cocho de suplementação adequadas, boa qualidade do suplemento fornecido, boa disponibilidade de pastagens, bebedouros com água limpa e fresca à vontade.

Os aditivos podem ser fornecidos em todas as etapas do ciclo pecuário, em suplementos minerais, suplementos proteicos e proteico-energéticos e em núcleos ou concentrados para a terminação, a pasto ou em confinamento.

Conheça nossas linhas com aditivos, e conte com a Connan e nossos técnicos espalhados por todo o país para fornecer a nutrição de qualidade que seu rebanho precisa.

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Até breve!

Nutrição e reprodução de ovinos: qual a relação?

A nutrição desempenha papel importante no bom funcionamento de todo o metabolismo dos animais, incluindo a reprodução. Os ovinos, por exemplo, que estão malnutridos apresentarão dificuldades que comprometerão a saúde, o desempenho, além dos aspectos reprodutivos.

Desta maneira, ofertar aos animais uma dieta equilibrada e adequada é essencial para garantir a fertilidade, a saúde reprodutiva e o sucesso da reprodução.

Como já citado, na ovinocultura, o status nutricional dos animais também possui grande relevância, trazendo impactos diretos na sanidade, desenvolvimento e ciclo reprodutivo, bem como gestação e lactação.

Confira a seguir alguns aspectos interessantes sobre esta espécie e entenda mais sobre como melhorar os resultados reprodutivos por meio da nutrição.

Acompanhe e boa leitura!

Entenda como funciona o ciclo de reprodução dos ovinos

O ciclo reprodutivo dos ovinos é composto por várias fases, incluindo a puberdade, o estro, a reprodução, a gestação e o parto.

Confira abaixo a descrição geral de cada uma dessas fases:

  1. Puberdade

A puberdade marca o início da maturidade sexual dos ovinos. A idade em que os ovinos atingem a puberdade varia de acordo com a raça e o manejo, mas geralmente ocorre entre 5 e 9 meses de idade nas fêmeas e entre 7 e 10 meses nos machos. 

  1. Estro

O estro é o período em que as fêmeas estão receptivas ao acasalamento. Durante o estro, a ovelha exibe comportamentos característicos como vocalização, aumento da atividade e aceitação do macho. O estro dura aproximadamente 24 a 48 horas, e se repete em média a cada 17 dias.

No momento do estro, as ovelhas têm o comportamento do cio, que é descrito como o período em que as fêmeas aceitam serem montadas, ou cobertas, pelo macho. As fêmeas entram em cio quase todas na mesma época, com pequena diferença de dias. Outra forma possível de sincronização é a utilização de hormônios.

  1. Reprodução

Após a detecção do estro, a ovelha é acasalada com o macho. A reprodução ocorre geralmente por meio da monta natural, mas também pode ser realizada por inseminação artificial. A ovulação nas ovelhas ocorre cerca de 24 a 36 horas após o início do estro.

  1. Gestação

A gestação nas ovelhas tem uma duração que varia entre 140 e 155 dias, ou seja, em torno de 5 meses, variando ligeiramente de acordo com a raça e outros fatores. Durante a gestação, a ovelha requer cuidados nutricionais adequados para garantir o desenvolvimento saudável dos fetos.

  1. Parto

O parto ocorre no final da gestação. A ovelha dá à luz os cordeiros, geralmente um ou dois de cada vez. O parto é um processo natural, mas é importante monitorar e fornecer assistência, se necessário. Após o parto, a ovelha começa a produzir leite para alimentar os cordeiros.

Após o parto, o ciclo reprodutivo se repete, e a ovelha passa novamente pelas fases de estro, reprodução, gestação e parto.

Normalmente 35 dias após o parto ela já retorna ao cio. É importante ressaltar que o manejo adequado, incluindo nutrição, controle do estro e acompanhamento veterinário, é essencial para o sucesso da reprodução, além de garantir a saúde e a produtividade do rebanho ovino.

O papel da nutrição na reprodução de ovinos

O escore de condição ou gordura corporal impacta diretamente nos resultados reprodutivos das ovelhas. Um bom escore trará maior índice de fertilidade e reduzirá o período de serviço.

Animais muito magros não devem ser colocados em reprodução, pois não trarão resultados satisfatórios, e caso emprenhem, terão maior risco de comprometimento no crescimento do feto, na sobrevivência das crias, na produção de leite e no desmame dos cordeiros.

Em ovelhas gestantes, uma nutrição adequada é fundamental para o desenvolvimento saudável do feto e para a manutenção da saúde da ovelha durante a gestação. Durante esse período, é necessário aumentar o consumo de nutrientes, especialmente energia, proteínas, minerais e vitaminas. Uma deficiência nutricional durante a gestação pode levar a problemas como aborto, parto prematuro, nascimento de cordeiros fracos ou até mesmo a morte da ovelha.

Além disso, a nutrição também desempenha um papel importante na produção e qualidade do leite das ovelhas lactantes. Uma dieta adequada e balanceada é essencial para suprir as necessidades nutricionais da ovelha e garantir a produção de leite suficiente para o crescimento saudável dos cordeiros.

Deficiências nutricionais nessa fase podem resultar em menor produção de leite, menor taxa de crescimento dos cordeiros e até mesmo problemas de saúde em ambos os animais.

Finalmente, a nutrição também influencia a saúde e a condição corporal dos machos reprodutores, afetando diretamente a qualidade do esperma e a fertilidade. Uma dieta pobre em nutrientes pode levar a problemas de fertilidade, diminuindo a taxa de concepção e a taxa de sobrevivência dos embriões.

Portanto, é fundamental fornecer uma dieta balanceada e adequada aos ovinos reprodutores, levando em consideração as necessidades específicas de cada fase do ciclo reprodutivo.

É recomendado buscar orientação de um especialista em nutrição animal para formular uma dieta que atenda às exigências nutricionais dos ovinos reprodutores, visando maximizar a taxa de fertilidade e garantir o sucesso da reprodução.

Saiba também: Conheça Connan Ovinos, o suplemento mineral formulado especialmente para atender às exigências nutricionais na ovinocultura.

Além disso, é importante adotar boas práticas de manejo durante a reprodução, incluindo a seleção adequada de reprodutores de qualidade, o manejo correto durante o acasalamento e o acompanhamento do ciclo reprodutivo das fêmeas. Isso ajudará a maximizar a taxa de concepção e garantir o nascimento de cordeiros saudáveis.

Connan

Conte com a Connan e com nossa equipe de técnicos especializados para garantir a melhor nutrição em todas as fases do ciclo reprodutivo dos ovinos.

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Até breve!

Cuidados com a nutrição em bovinos de leite resultam em bons índices reprodutivos e maximização da produtividade leiteira

Para melhorar os índices reprodutivos e, consequentemente, a produtividade na pecuária leiteira, a nutrição é uma aliada. Desta forma, o pecuarista precisa estar atento a alguns aspectos nutricionais, que permitirão boas condições para que o animal mantenha boa ciclicidade, fertilidade e manutenção da gestação.

Para a médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques, o fornecimento de uma dieta balanceada, com os nutrientes adequados para a exigência da vaca em lactação, é essencial para obter bons resultados. “Realizar uma boa mineralização, suprindo os níveis de minerais necessários ao animal, também deve ser prioridade na propriedade leiteira”, explica Júlia.

Para a veterinária, para o produtor de leite assegurar a boa reprodução dos animais, algumas dicas simples devem ser avaliadas regularmente na propriedade leiteira. A primeira dica é separar as vacas em lotes homogêneos e fornecer uma nutrição especial para cada grupo.

É importante agrupar as vacas de acordo com a fase da lactação, ou seja, início, meio ou fim, sendo que a avalição do escore de condição corporal dos animais deve fazer parte da rotina na propriedade leiteira, pois ela auxilia nesta divisão e permite o fornecimento de dietas formuladas para ganho, manutenção ou perda de peso de acordo com a necessidade do lote.

“Para obter bons resultados no momento da cobertura ou inseminação artificial, mantenha as fêmeas com boa deposição de gordura, para que tenham maior ciclicidade e sucesso reprodutivo”, afirma Júlia.

Já no momento do parto, é importante que a fêmea não esteja com excesso de gordura, o que eleva a incidência de distúrbios metabólicos como a cetose, comprometendo a produtividade, saúde e fertilidade.

“Importante e um ponto de atenção é fornecer uma dieta balanceada para que os objetivos sejam alcançados e não haja deficiências nutricionais. É necessário evitar animais muito magros ou com sobrepeso para garantir a saúde, boa produção e fertilidade”, alerta.

Manejo nutricional durante o pré-parto e pós

O período de transição, que envolve o pré e pós-parto das fêmeas, é o momento mais importante e crítico do sistema de produção, para bovinos de leite, conforme explica a médica-veterinária. Esta fase compreende as três semanas que antecedem o parto e o mesmo período após o nascimento.

A veterinária ressalta que, nesta fase, é importante dar maior atenção à nutrição que será fornecida aos animais, bem como ao monitoramento da alimentação e do escore de condição corporal dos animais.

“O animal, que está gestante e sem produzir leite, tem, após o momento do parto, o início de sua lactação, passando por grandes mudanças em seu metabolismo. A ingestão de alimentos com baixo nível de energia e proteína, que era baixa, passa a ser elevada, e a necessidade de uma dieta rica em nutrientes e minerais se torna necessária para atender à demanda para a produção de leite”, explica Júlia.

Para evitar distúrbios como a hipocalcemia, que compromete a saúde, produção e reprodução dos animais, é vantajoso fornecer durante o período de pré-parto uma dieta aniônica, que aumenta o aproveitamento do cálcio pelo animal, auxiliando-o a suprir a maior exigência deste para a produção de leite.

“Caso o animal não passe por um período de transição de maneira adequada e enfrente problemas metabólicos, ou não consiga ingerir a quantidade suficiente de alimentos, com certeza haverá impactos negativos na reprodução, o que ocasionará prejuízos à produtividade em todo o sistema”, afirma a coordenadora.

Para a especialista, garantir o fornecimento de minerais e vitaminas essenciais ao rebanho também é importante para otimizar a saúde e reprodução no gado leiteiro.

“É preciso ter maior atenção quanto aos níveis de minerais como selênio, zinco, manganês e cobre, além da vitamina E, pois eles auxiliam no bom funcionamento do sistema imune, status antioxidante do organismo e asseguram melhor fertilidade”, comenta. Aliás, esta conclusão é demonstrada em estudos. Esta oferta reduz casos de mastite, infecções uterinas e retenção de placenta, além de melhoras na saúde e sobrevivência dos bezerros.

Nutrição de Novilhas Leiteiras

Por fim, uma dica importante é não se esquecer da nutrição das novilhas, que irão compor o plantel de vacas no futuro da propriedade. “O preparo das novilhas é o primeiro passo para conseguir vacas férteis e com bons resultados reprodutivos. Otimizar o desenvolvimento destes animais por meio de estratégia nutricional, permite maior ganho de peso”, explica Júlia.

Segundo a coordenadora, monitorar o peso dos animais por meio do uso de uma balança ou fita de pesagem, pelo menos a cada dois meses, é uma ótima maneira para avaliar se a estratégia nutricional escolhida está levando ao rumo certo.

“Uma dica para o bom manejo nutricional é separar as novilhas em lotes, dividindo-as por peso e/ou idade, com uma variação de 2 a 4 meses de idade entre os animais, ou 90 kg de peso vivo”, recomenda.

Ela ainda acrescenta que atingir o peso ideal ao primeiro cio é importante, pois as novilhas apresentam menor taxa de descarte da propriedade posteriormente, além de ter maior produção leiteira na primeira e demais lactações.

“Contar sempre com assistência técnica especializada e utilizar nutrição de confiança irá auxiliar a conquistar bons resultados, em conjunto com as dicas apresentadas acima”, finaliza Júlia.

Nutrição e manejo de ovinos: como ter bons resultados?

A nutrição e o manejo ocupam espaço fundamental na criação de ovinos. Realizá-los de maneira adequada permitirá alcançar melhores resultados em seu sistema produtivo. Desta forma, é essencial adotar práticas que irão garantir uma alimentação balanceada e manejo eficiente do rebanho.

Para que os animais expressem plenamente seu potencial genético, a qualidade do alimento fornecido é muito importante, seja em criação extensiva, a pasto, ou com o uso da tecnologia do confinamento.

Neste artigo, vamos explorar algumas estratégias-chave para obter os melhores resultados tanto no aspecto da nutrição, quanto no manejo de ovinos.

Acompanhe o artigo para saber mais!

Nutrição e Manejo na Ovinocultura

No aspecto nutricional, é importante que os ovinos recebam uma alimentação balanceada em suas fases de vida, seja no crescimento ou mantença, atendendo às necessidades nutricionais específicas.

Os ovinos têm requisitos nutricionais diferentes em cada fase de vida, portanto, é essencial ajustar a dieta de acordo. Consultar um nutricionista especializado pode ser muito útil neste aspecto.

Para aproveitar o período de máximo ganho de peso dos cordeiros, que ocorre entre 6 e 8 meses de idade, é importante que se forneçam dietas formuladas especificamente para as exigências destes animais, que contenham alto valor nutricional e qualidade.

Veja abaixo algumas dicas fundamentais para a nutrição dos ovinos, além da boa prática de manejo.

Qualidade das forragens
Evite forragens de má qualidade, passadas ou grosseiras, pois estes alimentos não favorecerão o rápido crescimento dos animais, trazendo prejuízos econômicos.

Manejo de pastagens
Para animais que se encontram em pastagens, que é uma das principais fontes de alimento para ovinos, é importante garantir boa disponibilidade de pasto, tanto em quantidade quanto em qualidade.

Práticas de manejo de pastagens, como monitorar o crescimento do pasto e realizar rotação dos animais em diferentes áreas de pastagem é uma boa estratégia para evitar a superlotação e permitir a recuperação do pasto.

Suplementação
A suplementação animal também é uma peça importante, para suprir deficiências nutricionais e garantir um crescimento saudável, pois as pastagens podem não atender completamente às necessidades dos animais.

Veja a suplementação mineral para ovinos da Connan

Oferta de água limpa e fresca
Outro aspecto importante é o acesso constante a água limpa e fresca. Os ovinos precisam de água para a digestão adequada dos alimentos e para manter sua hidratação, especialmente durante períodos de calor ou quando estão amamentando.

Desta forma, certifique-se de que os bebedouros sejam limpos regularmente e de que haja um suprimento adequado de água para todo o rebanho.

Além da nutrição, o manejo adequado dos ovinos é crucial

Além da nutrição, o manejo adequado dos ovinos também é crucial para alcançar melhores resultados. Isso inclui fornecer abrigo adequado para proteger os animais de condições climáticas adversas, como chuva, vento ou temperaturas extremas.

Abrigos bem construídos e higienizados ajudam a prevenir doenças e reduzem o estresse no rebanho.

Outro ponto que merece atenção é o manejo sanitário. Ovinos são muito sensíveis a verminoses. Portanto, ter um programa adequado de vermifugação é fundamental para controlar a carga parasitária dos animais.

A vacinação regular dos ovinos contra doenças comuns como a clostridiose, e a realização de exames periódicos para identificar e tratar precocemente problemas de saúde também é importante para evitar perdas de peso e de desempenho.

Ter um bom manejo reprodutivo também é um aspecto que deve ser considerado. Realize boas escolhas de acasalamento, priorizando melhoramento genético e o uso de raças ideais e adaptadas para o tipo de produção que a sua propriedade deseja.

Ao implementar as estratégias abordadas acima, será possível promover a saúde, crescimento e desempenho geral do rebanho, alcançando resultados satisfatórios em sua produção.

Conte com os técnicos especializados da Connan para o suporte em sua criação de ovinos!

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Até breve!

Dicas para manejo nutricional para novilhas de leite

Saiba tudo sobre manejo nutricional para novilhas de leite

O investimento na criação de novilhas de leite é importante para garantir o futuro do rebanho. Dentre os principais custos com as novilhas de reposição na propriedade, podemos citar o manejo nutricional eficiente, contratação de mão de obra, instalações e medicamentos para prevenção e cura de doenças.

Mesmo se tratando de uma categoria animal que gera altos gastos para a propriedade leiteira, com retorno apenas posteriormente, a realização de uma boa recria é fundamental para que as novilhas possam expressar todo seu potencial genético e se tornem grande produtoras de leite após seu primeiro parto.

As novilhas merecem atenção também por serem animais com valor genético superior ao das suas mães, na maioria das propriedades atualmente, por conta da seleção para melhoramento genético que é realizada. Portanto, estes animais devem receber um bom cuidado durante seu desenvolvimento, para que todo este trabalho não seja perdido.

Para assegurar um bom crescimento e desenvolvimento das novilhas, um dos principais pontos é o fornecimento de alimentação adequada.

O manejo nutricional deve ser formulado para atender às necessidades de crescimento destes animais, visando ganho médio diário pré-estipulado, com alimentos de alta qualidade e níveis ideais de nutrientes como carboidratos, proteínas, fibras, minerais e vitaminas.

Confira neste artigo, alguns pontos de destaque sobre a importância da alimentação para novilhas de leite e algumas dicas para o manejo nutricional eficiente.

Boa leitura!

A importância da alimentação para novilhas de leite

A alimentação no período de crescimento e desenvolvimento das novilhas, principalmente até os 2 anos de vida, impactará fortemente e determinará o potencial produtivo de quando elas se tornarem vacas leiteiras.

Animais que forem privados de exercer seu potencial genético completo para desempenho durante a recria podem se tornar atrasados.

Segundo especialistas, até os 2 anos de idade, é importante que as novilhas atinjam 82-85% do peso corporal maduro esperado dos animais da fazenda e 95% da altura esperada em sua maturidade.

Para saber qual o peso maduro dos animais da fazenda, é possível pesar os animais com DEL (dias em lactação) entre 100 e 150, em sua terceira lactação.

Além disso, já é comprovado que novilhas mais pesadas no momento de seu parto tem maior produção diária de leite nas primeiras lactações, em comparação com os demais animais do rebanho.

Outro fator é em relação ao peso no momento da inseminação ou cobertura. Estudos mostram que novilhas que emprenham mais pesadas apresentam menor taxa de descarte da propriedade posteriormente, em relação a novilhas mais leves, revelando a importância de que os animais atinjam bom peso corporal ao primeiro cio.

Atingir o peso ideal ao primeiro cio também é importante na questão de produção de leite, pois é demonstrado que estas novilhas têm melhor produção na primeira lactação e maior produção total considerando suas três primeiras lactações.

Porém, cuidado!

Durante a fase de recria, o ganho de peso em excesso pode ser prejudicial caso favoreça o surgimento precoce do primeiro cio. Neste caso, se o animal emprenhe, pode haver comprometimento do desenvolvimento da glândula mamária, que trará prejuízos à produção de leite por toda sua vida produtiva.

Portanto, é preciso ter atenção para que o animal não passe por privação de alimentos e nem receba alimentos em excesso, para que mantenha seu ganho de peso dentro de uma faixa ideal, que os especialistas recomendam que seja entre 700 a 900 gramas por dia, na média, no caso do gado holandês.

Dicas para um manejo nutricional eficiente nas novilhas de leite

Pesagem

As novilhas de leite devem ser pesadas rotineiramente, para acompanhamento do ganho de peso diário. A recomendação é que sejam pesadas uma vez ao mês, sempre no mesmo horário do dia, para que o desempenho seja acompanhado para que, em caso de não estar dentro do esperado, sejam realizadas alterações nutricionais.

Caso não seja possível o controle diário, a pesagem a cada 60 dias com fitas de pesagem também é uma ótima alternativa para o monitoramento.

Lotes separados

Uma dica importante é separar as novilhas em lotes por tamanho e idade. Isto facilitará no acompanhamento dos animais e no fornecimento da dieta adequada.

Lotes heterogêneos, onde animais muito grandes ficam juntos a animais menores, podem favorecer o surgimento de competição e brigas pelo alimento, em que os animais menores ficarão prejudicados. Para montar lotes homogêneos de animais, defina uma variação de idade de 2 a 4 meses, ou 90 kg de peso vivo.

Atenção ao comportamento

Atente-se também em relação ao comportamento de todos os animais ao fornecer o alimento no cocho, buscando sinais de apatia, e cheque se todos estão tendo acesso ao alimento e alimentando-se.

Forragem de qualidade

O fornecimento de forragem de qualidade, com nível adequado de fibra, e concentrado – que forneça a energia e nutrientes necessários para o bom desenvolvimento é primordial para que os resultados definidos sejam atingidos.

Em conclusão, a recria de novilhas é uma fase muitas vezes menosprezada, na qual o investimento realizado não é visto rapidamente. Porém, é uma fase que merece grande atenção e que irá trazer grandes retornos futuros, se for bem-feita.

Os animais representam o futuro da propriedade e merecem receber um bom cuidado para que se desenvolvam adequadamente e expressem totalmente seu potencial genético, atingindo índices de produção mais elevados do que de suas mães.

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Recria Intensiva a Pasto (RIP): estratégia de suplementação para garantir desempenho do animal no ciclo pecuário

A Recria Intensiva a Pasto (RIP) tem sido uma estratégia eficiente que consiste em um programa de suplementação realizado com os animais em fase de recria, o período da vida do animal após a desmama até a sua entrada no período de terminação ou engorda – o chamado “boi magro”. A RIP tem sido avaliada pela Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) – Colina, desde 2017, e a consistência dos dados mostram poucas variações entre os anos.

De acordo com o pesquisar da APTA, Flávio Dutra, os números do estudo da RIP mostram que, neste sistema, a quantidade de suplemento fornecido para o ganho de 1 arroba pelos animais pode variar de 90 a 100 kg. “O nosso objetivo estabelecido para os machos foi produzir mais em menos tempo, sem grandes oscilações de Ganho Médio Diário (GMD) na fase da recria”.

“Além disso, por ser a pasto, o custo da arroba produzida é menor do que o custo da arroba produzida no confinamento. Então, ao chegar com mais animais pesados no final da recria, a decisão passa a ser abater animais mais pesados ou reduzir o tempo de confinamento”, explica Dutra. “Para as fêmeas, o nosso grande desafio era o de garantir um GMD para atingir o peso alvo para serem inseminadas aos 14-15 meses de idade, solução que foi encontrada com a adoção da RIP”, completa.

Na explicação do pesquisador, de uma maneira geral, o sistema da RIP consiste em conciliar o pasto com um maior nível de suplementação, geralmente 1% do Peso Vivo (PV) de oferta de ração. O resultado dessa conciliação é garantir uma maior taxa de ganho dos animais (GMD) ao longo do ano e, com isso, encurtar o tempo médio de recria.

Na maior parte do Brasil, os bezerros são desmamados no período da seca, entre os meses de maio e junho. “Em situações normais, essa bezerrada perde peso após o desmame e nessas condições, o tempo médio de recria passa de 12 meses, chegando a 24 meses. Já na RIP, normalmente, a duração da recria cai para aproximadamente 8 meses e, com isso, associando com uma Terminação Intensiva a Pasto (TIP), é possível abater 100% dos animais em até 12 meses. Ou seja, com no máximo 20 meses de idade”, esclarece Dutra.

Tipos de suplementação mais adequados para a RIP

“Este ponto é importante. O pecuarista precisa se preocupar com a qualidade dos suplementos que está adquirindo”, recomenda o pesquisador. Por se tratar de animais jovens, na RIP é fornecido mais energia a eles. Desta forma, não pode haver déficit de proteína para não ocorrer acúmulo de gordura.

Para a médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques, em se tratando de proteína, o pecuarista precisa entender que terá três fases bem distintas no sistema – período das secas, água e outono. “Esse ajuste dependerá da qualidade do pasto ofertado aos animais. Mesmo no período de águas, temos grandes variações na proteína do pasto disponível aos animais e, cabe ao técnico responsável, ajustar a proteína do suplemento para não prejudicar o crescimento animal”, recomenda a coordenadora.

A infraestrutura da fazenda também precisa ser pensada, pois a logística de fornecimento de maiores quantidades de ração tem impacto significativo no custo de produção.

Nesse caso, o uso de cochos cobertos, com maior capacidade de armazenamento para evitar desperdícios facilita o operacional e traz vantagens competitivas ao sistema. A área de cocho disponibilizada aos animais – 30 a 40 cm – principalmente no período de transição (outono) e seca tem que ser garantida. A implementação da avaliação de escore fecal para verificar se todos os animais estão acessando o cocho e consumindo ração de forma similar também auxilia na tomada de decisão.

“Além disso, o planejamento de compra de ingredientes para utilização nos suplementos é fundamental na obtenção de um custo médio melhor e determinante na tomada de decisão do uso da RIP”, avalia Júlia. Outras ações, independentemente de ser RIP ou não, são obrigações do produtor, tais como as recomendações sanitárias, manejo diário dos animais, garantia de fornecimento de água de qualidade.

Para a especialista, os principais desafios da RIP são soluções ligadas à logística de fabricação e distribuição de suplemento como peças fundamentais no sucesso da adoção da técnica. “O pecuarista precisa medir o consumo de suplemento e, baseado no desempenho animal, terá uma métrica importante que o ajudará na tomada de decisão. Ou seja, quantidade de quilo de suplemento consumido por arroba produzida”.

Nascimento de bezerros: como realizar um bom manejo?

Ao chegar à metade do período das secas, temos o início da estação de nascimentos de bezerros nos sistemas de criação de bovinos de corte.

Dado que a estação de monta se concentra na época de chuvas que, por grande parte do Brasil tem seu início a partir de outubro, a estação de nascimentos dos bezerros tem seu início a partir de julho, na época de secas.

O nascimento de bezerros neste período é vantajoso para o ciclo produtivo, considerados “bezerros do cedo”, pois alcançam os melhores resultados em relação a taxa de desmame e peso.

Alguns desafios no momento crítico do nascimento devem ser administrados e superados para que os bezerros se desenvolvam de maneira saudável.

Com o intuito de reduzir a morbidade e mortalidade ao nascimento, é importante a adoção de alguns manejos para preservar a saúde e prevenir doenças.

Desta forma, preparamos este artigo com algumas dicas sobre como se preparar para a estação de nascimentos de bezerros.

Confira!

Como preparar a estação de nascimentos de bezerros

1. Separe as vacas gestantes em lotes de maternidade para melhor observação do momento do parto

Dividir também os animais nos lotes de acordo com a data prevista do parto irá ajudar no monitoramento. O pasto reservado para os lotes de maternidade deve ser de boa qualidade, ter fácil acesso, água disponível em boa quantidade e lotação animal adequada. Desta maneira, é possível fornecer maior atenção para o momento do parto, prestando auxílio com o apoio de médico-veterinário caso haja necessidade rapidamente.

2. Cura do umbigo e manejo preventivo a doenças

Realizar a cura do umbigo da maneira correta é importante para proteger contra contaminações do ambiente externo e a instalação de bicheiras. Pode ser realizada logo após o nascimento, sendo que quanto antes, melhor.

É recomendado realizar o corte do cordão umbilical dele a aproximadamente 5 cm do abdômen do animal, evitando que fique muito longo. Molhe o cordão completamente com a solução de iodo a 10%, garantindo que a solução penetre por toda a estrutura.

No momento deste manejo, pode ser recomendada também a aplicação de medicamentos para a prevenção das bicheiras e outras doenças, caso seu sistema seja extensivo. Consulte seu médico-veterinário sobre a necessidade desta aplicação para o bom desempenho de seus bezerros.

3. Identifique os bezerros por meio de tatuagem ou brincagem

É interessante realizar a identificação do animal nascido, o mais cedo possível. Desta maneira, é possível evitar falhas no registro de dados como mãe e data de nascimento. Nas propriedades, geralmente é utilizado um código, composto por combinação de letras, números, ou ambos, gerando uma identificação única ao indivíduo dentro de sua propriedade.

Este processo requer um manejo bem feito, realizado por equipe treinada, com equipamentos e materiais adequados, evitando estresse desnecessário aos animais. É necessário também prezar pela organização e atenção neste processo.

A identificação tem sua importância para o registro de informações e monitoramento do animal ao decorrer de sua vida, anotando ocorrências que impactaram sua saúde, além dos dados de ganho de peso e desempenho reprodutivo.

4. Monitore a mamada do colostro e, se necessário, realize seu fornecimento ao bezerro por meio de mamadeira

É importante que o bezerro mame o colostro produzido pela vaca até as primeiras 6 horas de vida. O colostro é fonte de energia e de imunidade para o bezerro recém-nascido, sendo fundamental para que tenha força e proteção contra doenças que possam acometê-lo. Além destes benefícios, também é rico em proteínas, vitaminas e minerais.

Os ruminantes, ao contrário de animais carnívoros, possuem um tipo de placenta que permite apenas passagem parcial de anticorpos e células de defesa maternas da mãe para o feto. Portanto, a maior parte da sua imunidade é adquirida a partir da ingestão do colostro, após o nascimento.

Nas primeiras horas de vida, o intestino do bezerro recém-nascido permite a passagem da imunidade diretamente à corrente sanguínea do animal. Porém, após este período inicial, esta transferência de imunidade já não consegue ser mais realizada.

Por esta razão, quanto mais cedo for fornecido o colostro ao animal, maiores as chances de sucesso na imunidade deste.

A imunidade provida pelo colostro irá proteger o animal contra diversos patógenos que estejam no ambiente e que possam trazer danos à sua saúde e desempenho, até o momento em que haja maturação de seu sistema imune, que passa a protegê-lo ativamente.

Caso observe indícios de que a mamada não ocorreu, é importante fornecer o colostro ao bezerro por meio de mamadeira. Ter um banco de colostro em sua propriedade pode ser uma ótima estratégia, pois garantirá seu bom fornecimento ao bezerro. Priorize realizar a coleta de vacas mais velhas, pois será um colostro com anticorpos e células do sistema imune de maior valor, por se tratar de um animal que já teve maiores desafios em sua saúde.

5. Ter bom planejamento de vacinação em todo o rebanho

Aplique as vacinas de acordo com calendário sanitário adaptado às necessidades da sua propriedade, garantindo o controle e prevenção de patógenos no ambiente. Ter vacas com a saúde em dia é um pilar importante para evitar abortos, natimortos ou bezerros que nasçam infectados, como é o caso do vírus da diarreia viral bovina (DVB).

Algumas vacinas que irão proteger o bezerro podem ter a aplicação recomendada nas vacas gestantes, como na situação de vacinas contra diarreia. Neste caso, o intuito é que principalmente o colostro produzido tenha proteção contra os patógenos específicos, imunizando o bezerro que ingere este colostro.

6. Observar os bezerros atentamente para identificação precoce de problemas

Realize rondas no lote maternidade frequentemente, para monitoramento dos bezerros neonatos. A rápida detecção de problemas, como falta de apetite, quadros respiratórios, diarreia, dentre outros, trará vantagens ao seu rebanho, reduzindo morbidade e mortalidade. Acompanhar o desenvolvimento dos bezerros de perto com certeza fará a diferença em seus resultados.

A nutrição planejada do rebanho irá permitir um bom ciclo reprodutivo aos seus animais, trazendo um ótimo retorno sobre o investimento.

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Manejo das pastagens: uma estratégia econômica e eficiente para bons resultados do rebanho

De uma forma simplista, o manejo das pastagens consiste em entregar “na boca do boi” o que há de melhor no pasto. Nestes sistemas de produção a pasto, quanto melhor for este manejo, melhor será a dieta que os animais irão receber. Com isso, o Ganho Médio Diário (GMD) será melhor.

“A equação é simples: maior o GMD, maior a lucratividade no sistema de produção”, avalia o pesquisador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), Flávio Dutra. No entanto, na opinião do pesquisador, o pecuarista é negligente com o pasto e, com isso, os resultados de desempenho animal são baixos. “Como agravante, vem a degradação das pastagens, o que causa um aumento no prejuízo do produtor”.

A opinião do pesquisador é reforçada pela médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques. Para ela, o pecuarista deve compreender que a arroba mais barata que existe é a produzida em pastagens de qualidade. “O manejo das pastagens é uma solução econômica e uma estratégia eficiente para bons resultados do rebanho”, afirma.

Pastagens bem manejadas devem proporcionar o GMD estabelecido dentro do planejamento prévio, bem como o ganho por área. Essas duas variáveis devem ser trabalhadas em conjunto, pois o ganho médio diário é que “paga a conta” de cada animal e o ganho por área atua como redutor de custo fixo. Os dois, bem alinhados, garantem a lucratividade do sistema de produção.

Manejo nas épocas secas e chuvosas

De uma maneira geral, o pecuarista precisa respeitar a característica da espécie forrageira da propriedade, na experiência da médica-veterinária. Nas chuvas, de forma prática, esse manejo precisa levar em conta a altura da planta.

Em sistemas rotacionados, o pecuarista precisa considerar a altura ótima de entrada, pois se passar desse ponto, haverá muita morte de folhas e, com isso, prejudicará a qualidade da dieta dos animais, comprometendo o desempenho. Por outro lado, deverá respeitar a altura ótima de saída, pois são as folhas remanescentes que serão responsáveis pela realização da fotossíntese e com isso, iniciar um novo ciclo de crescimento.  Se o pecuarista quebrar essa regra, irá prejudicar, ora o animal e ora o pasto e os dois sairão perdendo.

Na seca, fase mais crítica da produção de carne, esse manejo deve ser pensado no período de chuva anterior, pois, no período das secas, o pecuarista irá manejar o estoque de forragem que foi armazenado anteriormente. Nesse caso, trata-se do diferimento das pastagens no final do período das águas para serem usadas no período da seca, e aqui novamente, o pecuarista precisa ser muito hábil pois, se diferir no momento errado, haverá um crescimento exagerado da planta forrageira, muita senescência (morte) de folha precocemente e pior, um elevado grau de tombamento das plantas no momento do uso no período seco.

O ponto mais importante nesse período de transição de seca para chuva é a estrutura do pasto, com cuidados direcionados para que a pastagem não fique rapada demais e nem com excesso de folhas. “A estrutura desse pasto irá interferir bastante na formação do pasto de chuva, no consumo do suplemento e no desempenho do rebanho durante a época de transição e, também, no período de chuvas”, reforça a Coordenadora da Connan.

Condicionamento na Transição

O animal que sofreu restrição alimentar na seca inicia o período chuvoso com os órgãos viscerais em menor tamanho e metabolismo reduzido, para economizar energia durante a fase de restrição nutricional. “Para esse animal voltar ao normal e ganhar peso em uma qualidade satisfatória, leva um tempo. Por isso, a ideia do manejo de condicionamento é acelerar a recuperação dos animais através da intensificação nutricional por 30 a 50 dias durante o período de transição”, explica a médica-veterinária.

Desta forma, na época em que o pasto estará na melhor qualidade nutricional, o animal consegue aproveitar ao máximo. Essa recuperação do metabolismo pode ser feita com suplementos proteico-energéticos de forma adequada. “A ideia é recuperar esse animal o mais rápido possível, para que ele volte a depositar carne e o pecuarista consiga aproveitar mais a pastagem que estará mais propícia”, recomenda a Coordenadora.

“O ponto mais importante nesse período de transição de seca para chuva é a estrutura do pasto, formar corretamente o pasto de águas. Outro ponto importante é recuperar rapidamente os animais que sofreram na seca por meio do manejo de condicionamento. Atitudes corretas nesta fase propiciam maiores ganhos zootécnicos e financeiros para a fazenda”, finaliza Júlia.

Sobrevivendo às secas: vantagens da suplementação animal estratégica

O período das secas, que atinge anualmente a pecuária em grande parte de nosso território, exige planejamento e tomada de decisão de maneira estratégica. Estar atento à necessidade da suplementação animal é uma forma de sobreviver a esse período.

O fato é que, com a redução do regime de chuvas e da luminosidade, o pasto perde qualidade e reduz sua produção. O pasto seco tem menor teor de proteína, além de maior conteúdo de proteína indigestível.

Desta forma, este cenário impacta negativamente o rebanho, que tem as pastagens como principal fonte de nutrientes em sua alimentação. Podemos afirmar que níveis abaixo de 7% de proteína do pasto já sinalizam a necessidade de suplementação estratégica com fontes de nitrogênio.

A redução da produção das pastagens por menor crescimento do pasto também é um problema, pois o ruminante precisa de fontes de fibra para ter sua nutrição balanceada.

Portanto, caso não for realizado planejamento prévio para este momento, os animais perderão desempenho, refletindo também em maior tempo para recuperar sua performance na época das chuvas.

Neste artigo, vamos abordar as principais estratégias para o período das secas e as vantagens de suplementação nutricional para o rebanho.

Confira!

Quais as estratégias para o período das secas?

A primeira estratégia a ser planejada é garantir o fornecimento de massa de forragem ao rebanho.

Pode ser realizado o diferimento de pastagens, que é reservar áreas de pasto com boa massa para ser fornecida aos animais durante o período das secas. Caso não seja possível, será importante buscar atender as necessidades dos animais com outras fontes de volumoso, como silagens, feno, dentre outras opções. Desta forma, realizar este manejo de pasto é vantajoso, pois reduzirá custos adicionais com a busca de outros volumosos.

Em situações em que não houver pasto para todos os animais por falta de preparo para o período das secas, uma alternativa é realizar ajuste da taxa de lotação, optando pela venda de machos que estejam com peso ideal para entrar na terminação, de vacas vazias ou de bezerros desmamados, principalmente.

O planejamento da suplementação para esta época do ano também é de grande importância.

A suplementação no período das secas deve ser utilizada para manter o desempenho ou aumentar os ganhos, com foco também em otimizar a saúde, as taxas reprodutivas e a lucratividade do sistema produtivo. A estratégia de suplementação deve ser desenhada de acordo com a categoria animal, seus desafios e objetivo de ganhos definidos ao longo do tempo.

O suplemento utilizado deve ter fonte de nitrogênio, que pode ser ureia ou proteína de outros ingredientes proteicos.

O nitrogênio se faz necessário para o bom funcionamento das bactérias ruminais, permitindo uma boa digestibilidade da dieta, ou seja, que todos os alimentos ingeridos pelo animal sejam bem aproveitados.

Além disso, o nitrogênio é fundamental para atender às exigências do organismo do próprio animal, para a síntese de proteínas.

Qual tipo de suplemento nutricional devo usar no rebanho?

CRIA

Para a fase da cria, é importante ter um planejamento adequado às necessidades de cada lote. Priorize a estratégia de levar os animais até o momento do parto com um escore de condição corporal dentro do adequado, para que haja bom desempenho reprodutivo na próxima estação de monta.

Para animais com escore de condição corporal dentro do ideal, que precisam apenas de suplementação para a manutenção, a tecnologia mais indicada é um suplemento mineral com ureia. O fornecimento de nitrogênio permitirá o aproveitamento da forragem seca no rúmen, auxiliando no suprimento da necessidade proteica do animal.

O uso de suplemento aditivado também traz grandes vantagens neste período, pois aumentará o aproveitamento da energia dos alimentos no rúmen, o que irá prevenir o emagrecimento das vacas e novilhas de cria.

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Para matrizes que estejam magras, com escore de condição corporal abaixo do ideal, adote uma estratégia para aumento do ganho de peso e deposição de gordura. Neste caso, a suplementação com proteico ou proteico-energético se encaixará melhor em sua propriedade.

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RECRIA

Animais que estão em crescimento enfrentam maior desafio no período das secas, pois precisam manter seu ganho de peso para que o sistema continue com boa lucratividade. Neste caso, é importante prezar pelo uso de suplementos minerais proteicos ou proteico-energéticos.

A escolha do nível de suplementação deve estar de acordo com o planejamento escolhido, tendo como alvo o ganho médio diário já definido.

O uso de produtos da linha Torque é indicado, por fornecer os níveis necessários de minerais e proteína ao bom crescimento dos animais no período das secas.

Além disto, ele possui aditivo promotor de crescimento e eficiência alimentar, que melhora a fermentação ruminal e o aproveitamento de energia dos alimentos.

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Aguardamos o seu contato,

Até breve!

 

 

Connan reúne equipe comercial nacional em Cuiabá (MT)

“O que somos e para onde vamos”. Este foi o tema da reunião comercial da Connan, realizado em Cuiabá (MT), como forma de reforçar a história da empresa, da sua essência, mas com o olhar para o futuro.

No encontro, a equipe nacional de gerentes e supervisores, composta por cerca de 25 pessoas, se reuniu para um momento de planejamento, reflexão das metas e motivação para o próximo semestre do ano.

Ao longo da reunião, foram abordados temas sobre posicionamento técnico, com vários momentos de fóruns de discussões, que contaram com contribuições fundamentais para o crescimento de toda a equipe, além da palestra com Andréa Donatelli, com o tema “Reflexões sobre a Motivação”.

“Esses encontros são sempre muito produtivos, pois promovem a troca de informações e experiências por parte da equipe, além do alinhamento quanto aos planos futuros e as estratégias traçadas pela empresa para o segundo semestre de 2023”, destaca a Coordenadora Produtos da Connan, Júlia Marques.

Boas práticas de fabricação de produtos para alimentação animal

Para uma alimentação animal de qualidade, a fabricação e armazenagem de produtos requerem boas práticas para garantir a segurança dos alimentos produzidos. Essas boas práticas são fundamentais para evitar contaminações, assegurar a eficácia dos ingredientes e manter a qualidade nutricional dos produtos.

As Boas Práticas de Fabricação são procedimentos necessários para garantir a conformidade e inocuidade dos produtos para o animal, o homem e o ambiente, de acordo com o que informa o Sindicato Nacional dos Fabricantes de Rações (SINDIRAÇÕES).

Elas têm como objetivos: garantir a qualidade dos alimentos, a rastreabilidade, o controle e padronização dos processos.

Acompanhe o artigo para entender melhor.

Confira!

Boas práticas de fabricação de produtos para alimentação animal

Para uma alimentação animal de qualidade, a fabricação e armazenagem de produtos requer boas práticas desde a qualidade da matéria-prima, ao projeto das instalações e até a disposição dos equipamentos e utensílios utilizados no processo.

A seguir, preparamos uma lista de algumas destas boas práticas mais importantes a serem observadas durante a fabricação e armazenagem de produtos para alimentação animal. Veja!

1. Limpeza e higienização
A limpeza e higienização das instalações e equipamentos são fundamentais para evitar contaminações. É necessário utilizar produtos específicos e seguir procedimentos rigorosos para garantir a eliminação de microrganismos e resíduos. A higiene pessoal adequada dos colaboradores que trabalharão no processo também faz parte deste conjunto de práticas.

2. Controle de qualidade

É importante realizar análises periódicas para garantir a qualidade dos ingredientes utilizados na fabricação dos produtos. É necessário também realizar testes para verificar a eficácia dos aditivos e suplementos utilizados na alimentação animal.

3. Armazenagem adequada
É fundamental armazenar os produtos em locais secos, arejados e livres de umidade e luz solar direta. Além disso, é importante garantir o controle de temperatura e umidade para evitar o desenvolvimento de microrganismos e a deterioração dos produtos.

4. Controle de pragas
É importante realizar ações preventivas para evitar a presença de pragas nas instalações e nas áreas de armazenagem dos produtos. É necessário também realizar o controle de forma adequada, com o uso de produtos específicos e seguindo as normas estabelecidas pelos órgãos reguladores.

5. Registro e rastreabilidade
Manter registros precisos de todas as etapas do processo de fabricação e armazenagem, desde a seleção dos ingredientes até a entrega do produto final é fundamental. Esses registros permitem a rastreabilidade do produto e são essenciais em caso de recall ou identificação de problemas na qualidade ou segurança dos alimentos.

A observância dessas boas práticas é importante para garantir a qualidade e segurança dos produtos para alimentação animal. É importante que as empresas responsáveis pela fabricação e armazenagem dos produtos sigam rigorosamente as normas e regulamentações estabelecidas pelos órgãos competentes, além de investirem em capacitação e treinamento de seus colaboradores para garantir a qualidade e a segurança dos produtos.

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Na Connan, você tem a garantia de que todos nossos procedimentos são realizados com alto nível de qualidade, proporcionando um alimento seguro para sua produção!

Contamos com laboratório de qualidade próprio, que assegura alto padrão aos nossos produtos.

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Até breve!

 

Nutrição de vacas de leite em lactação: entenda os aspectos práticos

As vacas de leite no período de lactação possuem alta exigência de energia e nutrientes para sua produção de leite. Desta forma, para garantir bom desempenho do rebanho, a nutrição deve ser balanceada, formulada com ingredientes de qualidade e em quantidade suficiente para todos os animais presentes no lote.

As falhas nutricionais podem causar queda na produção de leite, no teor de sólidos do leite, na saúde e imunidade do animal, além de baixos índices reprodutivos.

O fornecimento de água de boa qualidade e à vontade também é peça-chave na nutrição da vaca em lactação, que tem grande exigência para reposição de líquidos em consequência de sua produção.

Além disso, outros aspectos do manejo e condições ambientais irão impactar no real aproveitamento da nutrição fornecida no cocho.

Acompanhe o artigo e confira as nossas dicas sobre planejamento nutricional de seu rebanho em lactação. Veja também informações sobre a importância da nutrição no pré-parto.

Boa leitura!

11 dicas para fornecer boa nutrição para vacas de leite em lactação

Para auxiliar no planejamento nutricional de seu rebanho em lactação, preparamos alguns tópicos importantes para conquistar bons resultados.

Confira a seguir as principais dicas para uma boa alimentação de bovinos leiteiros:

1 Comida suficiente

Garanta fornecimento a todos os animais do lote, assegurando que haja comida suficiente ao longo de todo o dia, principalmente quando há o retorno das vacas da ordenha.

2 Dados sobre as sobras no cocho

Avalie as sobras no cocho e utilize este dado para ajustar o excesso ou falta de fornecimento de alimento ou para diagnosticar problemas de saúde no lote que causem a redução no consumo.

3 Mistura da dieta

Realize boa mistura da dieta total, ou seja, a fração de concentrado com a fração volumosa, para evitar a seleção de alimentos pelos animais e garantir consumo homogêneo dos nutrientes.

4 Água à vontade

Forneça água à vontade e de qualidade, satisfazendo às exigências para a boa produção de leite.

5 De olho na fibra

Mantenha o teor de fibra adequado na alimentação fornecida, que pode ser avaliado por um técnico especializado por meio da peneira “Penn State”.

6 Monitore a relação proteína/gordura do leite

Monitore a relação proteína/gordura do leite, sendo que a inversão deste resultado pode alertar para falhas na alimentação fornecida aos animais. Valores de gordura menores do que os de proteína são sinais que devem ser investigados.

7 Avaliação das fezes

Avalie o escore de fezes do lote para diagnosticar distúrbios como acidose, que refletem problemas na dieta fornecida, ou ainda demais doenças no trato gastrintestinal do rebanho.

8 Diagnóstico do estado nutricional

Realize avaliação do Escore de Condição Corporal (ECC) para diagnosticar o estado nutricional do rebanho e dividir os lotes, cada qual com a dieta mais adequada para ganho, manutenção ou perda de peso.

9 Cautela na fonte de gorduras

Cuidado com a adição excessiva de lipídeos na dieta. O uso de fontes de gordura deve ser feito com cautela, respeitando os limites de inclusão e com atenção redobrada quando se tratam de fontes insaturadas. Caso contrário, pode haver alteração do ambiente ruminal, o que pode ocasionar a queda do teor de gordura do leite.

10 Cuide do bem-estar animal

Adote medidas que irão priorizar boas condições de bem-estar animal, o que trará benefícios e vantagens em todos os aspectos do sistema produtivo.

11 Treine a equipe

Treine a equipe da sua propriedade quanto à importância de seguir as recomendações para uma boa nutrição, pois aspectos práticos do manejo do dia a dia são fundamentais para que os objetivos definidos sejam alcançados.

Saiba a importância da nutrição de vacas de leite no pré-parto

A vaca prenha, próxima ao momento do parto, passa por uma fase chamada “período de transição”, que compreende as últimas 3 semanas antes da data do parto prevista e as 3 semanas após o parto.

Este período tem grande importância para a posterior produção de leite do animal, sendo que problemas durante este momento serão críticos para toda a sua produção. O animal gestante e que se encontra seco, passa pelo momento do parto e inicia sua produção de leite, tendo, portanto, que realizar uma grande adaptação em seu metabolismo.

Ter uma atenção especial, com manejo e nutrição diferenciados, é importante para ter sucesso nesta fase do ciclo produtivo do animal. Durante o pré-parto, garantir uma dieta aniônica é positivo para evitar distúrbios metabólicos como a hipocalcemia. Esta dieta aumenta o aproveitamento de cálcio pelo animal, auxiliando-o a suprir a maior exigência deste mineral para a produção de leite.

O monitoramento de cetose também é importante, pois este distúrbio metabólico causa prejuízos à saúde, produção e reprodução do animal, podendo em casos mais severos levar à morte. Para evitá-la, é necessário fornecer nutrição compatível com as exigências do animal no momento do início da lactação e acompanhar de forma atenta o consumo de alimentos pelo animal.

Durante todo o período da lactação, é importante contar com produtos de qualidade e suporte técnico de confiança, para ter um rebanho saudável e bem cuidado.

Para este momento e demais fases, a equipe da Connan está disposta a fornecer todo o apoio necessário!

Desta forma, conte com os núcleos e rações para bovinos de leite da Connan para fornecer nutrição de qualidade ao seu rebanho leiteiro durante a fase de lactação.

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Até breve!

Dia de Campo na fazenda ELGE, parceira da Connan, comemora 145 anos do Nelore Lemgruber no Brasil

A tradicional Semana de Genética em Campo Grande (MS) contará com uma celebração especial à parte este ano: a comemoração dos 145 anos do Nelore Lemgruber no Brasil, no Dia de Campo na Fazenda ELGE, com a presença da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do país, e que realiza o planejamento nutricional da propriedade.

Na semana de 14 a 18 de junho, vários eventos relacionados ao tema de seleção de animais melhoradores acontecem. Especialmente no dia 15 de junho em Dois Irmãos do Buriti, também localizada no Mato Grosso do Sul, será realizado o Dia de Campo na Fazenda ELGE, em parceria com a Fazenda Mundo Novo, para a celebração da introdução do Nelore em terras nacionais.

“O evento será um dia para a interação entre criadores, técnicos e pesquisadores do setor, com exposição dos animais e apresentação do modo de seleção e manejo que permite um resultado excepcional no rebanho”, informa a médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques.

O evento, organizado anualmente pela pecuarista Guta Alonso, sempre recebe produtores da região para compartilhar informações sobre manejo adequado, melhoramento genético e a qualidade do rebanho, reconhecida nacionalmente.

Nelore Lemgruber no Brasil

O Nelore Lemgruber foi introduzido no Brasil em 1878 e, desde essa data, vem sendo melhorado por meio da seleção de características que o tornem mais adaptado ao ambiente em que vive.

Desta forma, habilidades como adaptação ao pasto (predominantemente Brachiaria), boa fertilidade (precocidade e longevidade), características como melhor ganho de peso, conformação e terminação de carcaça, temperamento e tolerância a parasitas e características raciais vem sendo priorizadas em seu processo de melhoramento genético, segundo informações da coordenadora da Connan.

“Como vantagens, produz-se um animal rústico, eficiente e lucrativo, adaptado ao meio ambiente de nosso país”, explica. “O Nelore Lemgruber, por conseguir aproveitar de maneira mais completa as pastagens em que está inserido, oferece mais ganhos ao pecuarista, por se tratar de sistema de produção de baixo custo”, completa.

A linhagem Lemgruber, por ser diferenciada dentre o Nelore, selecionada com critérios rígidos, tem também grande importância como opção para demais criadores. Ela pode ser utilizada para proporcionar choque de sangue dentro da raça, com a garantia de qualidade genética, gerando um rebanho com maior rusticidade. Mais informações da fazenda podem ser obtidas pelo site: www.fazendaelge.com.br

IV Dia de Campo da FAESB tem a participação da Connan

A Connan participou, no dia 27 de maio, do IV Dia de Campo da Faculdade de Ensino Superior Santa Bárbara (FAESB), em Tatuí (SP).

Na ocasião, a médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques, apresentou o tema de suplementação a pasto para bovinos de corte e os diferenciais do uso da tecnologia Aglomerax.

No total, a apresentação contou com em torno de 150 pessoas, entre elas, alunos de Agronomia e Medicina Veterinária, além de pecuaristas da região.

“Agradecemos ao convite realizado pela organização do evento e pela oportunidade de transmitir informação técnica a todos os presentes no dia de campo”, comenta a coordenadora.

Connan promove treinamento de representantes do MT

A Connan promoveu, nos dias 16 e 17 de maio, um treinamento direcionado aos representantes do estado do Mato Grosso, na cidade de Cuiabá. No total, 42 pessoas participaram do encontro, que contou com palestras e apresentações de temas focados na atualização técnica e de mercado.

“Reuniões como essas são de extrema importância para que a equipe tenha acesso às novidades e também a um panorama de como está o mercado e as perspectivas para os próximos meses, além da troca de informações entre eles, o que ajuda nas tomadas de decisões no dia a dia”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

O treinamento contou com palestra ministradas por importantes nomes do setor como o pesquisador da Embrapa, Rodrigo da Costa, que apresentou informações sobre os testes feitos com o Aglomerax e o pesquisador Científico na APTA Colina/SP, Flavio Dutra, que falou sobre a “Recria Intensiva a pasto”.

“Foi um momento de atualização, trocas e confraternização muito importante. Agradecemos a participação de todos nos dois dias do treinamento”, finaliza a Coordenadora.

Connan colhe bons resultados na Acricorte 2023

A equipe da Connan participou, nos dias 18 e 19 de maio, de mais uma edição da Acricorte, realizada na cidade de Cuiabá (MT), evento que tem como objetivo oferecer conhecimento, promover discussões e apresentar tecnologias para os pecuaristas, integrando a cadeia produtiva da carne.

Nos dois dias do evento, a equipe da empresa pôde estreitar o relacionamento com clientes e parceiros do estado do Mato Grosso, levando a eles a tecnologia Aglomerax, que está presente em todas as soluções do portfólio da Connan.

“Recebemos diversos pecuaristas do estado e de regiões próximas, que conheceram nossas soluções e ainda validaram a qualidade dos produtos Connan na nutrição do rebanho. Foi uma oportunidade de estarmos perto dos nossos clientes e ampliar a divulgação da tecnologia única e exclusiva para suplementação do rebanho desenvolvida pela empresa”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

A edição desse ano contou com a participação de mais de duas mil pessoas, sendo um dos eventos mais importantes do Mato Grosso. “Realizamos negócios no evento e fizemos diversos contatos promissores. Saímos da Acricorte muito satisfeitos com a participação. Parabenizamos a Acrimat pela organização do evento, pelo alto nível de palestras e pelo notável número de inscritos. Aproveitamos para agradecer todos os clientes e parceiros que passaram pelo nosso estande ao longo dos dois dias da feira”, finaliza a Coordenadora.

Confinamento de gado de corte: Conheça mais sobre a técnica

O confinamento de gado de corte é uma estratégia já difundida e muito utilizada pelo país. A técnica permite engordar o gado de maneira rápida, preparando o animal para o abate em menos tempo.

Nesta época do ano, com a chegada do período seco, a falta de disponibilidade de pasto de qualidade torna o confinamento uma boa opção para nutrir seu gado e aumentar seus ganhos!

Desta forma, neste artigo, vamos fornecer algumas dicas que preparamos para ter sucesso com o confinamento de gado de corte.

Confira!

Dicas de confinamento de gado de corte

  1. Faça adaptação dos animais ao confinamento

Ao receber os animais, é importante que eles passem por um período de adaptação antes de iniciar o confinamento.

Realizar uma dieta de adaptação aos animais antes da entrada no confinamento é importante para evitar distúrbios metabólicos que irão comprometer a saúde do rúmen bovino. Esta dieta pode ser fornecida a pasto, com uma suplementação rica em farelos para que o trato gastrintestinal se acostume gradualmente à dieta do confinamento.

Devemos considerar isto, pois os animais passam de uma dieta rica em pasto para dieta rica em ração, com muita energia altamente disponível. Esta mudança na dieta, se for realizada de maneira muito rápida pode trazer danos aos bovinos e trazer prejuízos, o que não queremos em nenhuma situação.

  1. Garanta um bom protocolo sanitário de entrada

Ao realizar a entrada do lote no confinamento de gado de corte, garanta um bom protocolo sanitário contra as principais doenças que podem acometer o gado confinado.

Aproveite para realizar uma vermifugação e controle de ectoparasitas, se necessário. Tenha atenção quanto ao período de carência do vermífugo utilizado, para que o gado não seja abatido em um momento onde ainda a medicação esteja contaminando a carne do animal.

Dentre as vacinas mais importantes a serem realizadas que estão disponíveis, temos para a prevenção de clostridioses, botulismo, raiva e quadros de pneumonia.

O ambiente do confinamento pode aumentar as chances do desenvolvimento de doenças como problemas respiratórios, locomotores e de casco por conta da poeira em época de secas, e muita chuva no período das águas, o que também aumenta a presença de lama nos currais.

  1. Conte com uma nutrição balanceada

Para garantir ganho de peso no confinamento, formule uma dieta balanceada para as necessidades nutricionais de cada lote de bovinos. Utilize ingredientes de qualidade para assegurar a entrega de todos os nutrientes que darão ganhos para a engorda do gado e saúde para o rebanho.

É possível fornecer a ração pronta para bovinos ou preparar a ração em sua propriedade, a partir de um núcleo mineral para bovinos.

A dieta para confinamento é composta de alta quantidade de carboidratos prontamente disponíveis e proteína, para maximizar o desenvolvimento rápido dos animais.

Por este motivo, a saúde do rúmen bovino pode ficar em risco, com desenvolvimento de um quadro chamado de “acidose ruminal”. Neste distúrbio, o bovino tem sua saúde e desempenho comprometidos.

Fezes muito líquidas, a partir do escore 4 – confira a importância da avaliação das fezes dos bovinos neste artigo – indicarão que o animal está com este problema. Tenha atenção para que a dieta fornecida não cause mais prejuízos do que benefícios!

Uma boa dieta também terá em sua composição aditivos nutricionais. Os aditivos são moléculas que irão modificar o processo de fermentação ruminal, garantindo melhor eficiência no aproveitamento dos nutrientes da dieta e prevenindo o quadro de acidose ruminal.

Fornecer esta tecnologia aos animais em confinamento é benéfico, trazendo ganhos positivos.

  1. Realize rondas diariamente para checagem do estado dos animais e avaliação de escore de cocho

É importante monitorar os animais todos os dias. Nas rondas, avalie se há bovinos com sinais de doenças (apatia, dificuldade de locomoção, problemas respiratórios), realize o escore de fezes, verifique se todos estão se alimentando e se há mortalidade no lote.

Caso haja algum problema, o animal deve ser separado e tratado adequadamente. Se houver mortalidade, quando possível, é interessante a realização de necropsia para verificar qual a causa da morte, com o acompanhante de médico-veterinário. Desta maneira, ficará fácil realizar medidas preventivas.

A avaliação do escore de cocho também deve ser realizada na rotina do confinamento. Esta prática permite observar o consumo dos animais diariamente e realizar ajustes no fornecimento. Também, se houver uma redução abrupta no consumo, com muitas sobras no cocho, poderá indicar um problema de doença no rebanho.

Outro fator que deve ser avaliado nas rondas diárias são as interações sociais do gado em cada lote. Com a mistura de animais que não se conhecem, podem acontecer brigas até o estabelecimento da hierarquia. Problemas comportamentais como sodomia também levam a danos nos animais, reduzindo o consumo e desempenho. Tenha atenção quanto a isto e tome atitudes se necessário para evitar prejuízos.

  1. Realize treinamentos com o time de funcionários

Ter uma equipe de funcionários bem treinada é peça-chave para obter bons resultados. Realize treinamentos com o time demonstrando como realizar a ronda diária e avaliar o escore de cocho. A identificação rápida dos problemas é importante para a correção eficaz e conquistar bons índices.

  1. Acompanhe o ganho de peso dos lotes

As pesagens são ferramenta importante para acompanhamento do desempenho dos bovinos durante o período de confinamento. Com esta informação, avalia-se o sucesso da dieta e você terá previsão de quando o gado estará pronto para o abate.

O ganho de peso em confinamento de gado de corte varia de 1,5 a 2,0 kg por dia, e para este dado devemos considerar qual a categoria animal, pois fêmeas terão menores ganhos do que machos, por exemplo. Já o tempo em que o gado fica confinado é de 90 a 120 dias aproximadamente.

Tenha um bom planejamento para a engorda do seu gado, com técnicos de confiança e produtos de qualidade! Não abra mão de investir em boa nutrição na última etapa do processo.

Confira nossa linha de rações para gado de corte e núcleos, que são ideais para o uso em confinamento de gado de corte.

Connan

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Connan destaca tecnologia única para suplementação do rebanho na Acricorte 2023

A cidade de Cuiabá (MT) será palco, nos dias 18 e 19 de maio de mais uma edição da Acricorte, evento que busca levar conhecimento, discussões e tecnologias para os pecuaristas, integrando a cadeia produtiva da carne. Buscando apresentar suas soluções e resultados aos pecuaristas do estado, a Connan participa mais uma vez do encontro, destacando sua tecnologia única e exclusiva para suplementação do rebanho.

“A Acricorte é um evento que, apesar de ser realizado no Mato Grosso, tem abrangência nacional, pois é um espaço de relacionamento e de troca de informações sobre a pecuária brasileira, reunindo importantes nomes do setor em um único local. Participaremos do evento buscando reforçar nossa parceria com os clientes e propor soluções customizadas às suas realidades”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

O destaque da empresa no evento será a tecnologia Aglomerax, que está presente em todas as soluções do portfólio da Connan. O suplemento é produzido a partir de um processo único no mercado, que aglomera os nutrientes na mesma partícula (grânulo), protege o produto contra o empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva, problemas que causam grandes prejuízos na fazenda.

“Por ser aglomerado e mais pesado do que as soluções em pó, perdas pela ação do vento são minimizadas, além de reduzir a irritação à mucosa dos animais por inalação. O Aglomerax oferece maior homogeneidade no consumo dos minerais fornecidos e reduz drasticamente o desperdício do suplemento, tornando o sistema produtivo mais rentável e sustentável”, destaca a Coordenadora. “Além disso, o cloreto de sódio fica contido no interior das partículas e, por isso, não absorve umidade, evitando seu empedramento no cocho, o que prejudica o consumo pelos animais”, acrescenta.

Liderança na pecuária

Com um rebanho de cerca de 33,5 milhões de cabeças de gado, o Mato Grosso possui cerca de 15% do rebanho nacional, segundo o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), com produção pecuária em todos os 144 municípios, o que posiciona o estado na dianteira da produção de carne bovina no Brasil.

“Os números estaduais reforçam a relevância matogrossense no cenário da produção na produção pecuária do Brasil, o que aumenta a importância da nossa presença na Acricorte, tendo em vista que os principais players do setor estarão no evento, buscando novidades e soluções que atendam as demandas das fazendas. Marcaremos presença com a nossa equipe técnica e convidamos a todos para estarem conosco em nosso estande para construirmos juntos soluções para seu negócio”, convida.

Suplementação para gado de corte: saiba tudo sobre essa prática

A prática da suplementação é muito difundida pelo Brasil. Atualmente, é utilizada na maior parte das propriedades pecuárias.

Mas, o que é, de fato, a suplementação para gado de corte?

O ato de suplementar tem o objetivo de acrescentar nutrientes à dieta do animal, fornecendo algo a mais, além do pasto ou outro volumoso que já é consumido pelo bovino.

Por meio da suplementação, é possível ofertar componentes como minerais, vitaminas, proteína, energia e aditivos, que irão promover o desempenho e contribuir para a saúde animal.

Neste artigo, vamos abordar os benefícios para os animais com a suplementação, os tipos de suplementos e como a Connan pode ajudar a sua propriedade.

Confira!

Quais os benefícios obtidos com a suplementação para gado de corte?

O principal objetivo de realizar a suplementação animal é atender plenamente às exigências nutricionais, com foco no maior desempenho zootécnico e promoção da saúde.

Dentre os benefícios desta prática, encontram-se:

  • Aumento no ganho de peso;
  • Aumento da taxa de fertilidade;
  • Melhoria nas condições de saúde;
  • Maior lucro por área de pastagem, por permitir maior lotação e melhor aproveitamento do capim;
  • Maior lucro por animal;
  • Maior lucro por unidade de tempo, por acelerar o retorno do que foi investido ao permitir uma cobertura ou abate mais precoce;
  • Maior lucro por unidade de capital investido, pois explora melhor o potencial dos animais e das pastagens, com baixos custos em relação aos benefícios proporcionados.

Quais são os tipos de suplementos?

De acordo com a Associação Brasileira das Indústrias de Suplemento Mineral (ASBRAM), os suplementos se classificam da seguinte maneira:

  • Suplemento mineral

O suplemento mineral é aquele que possui em sua composição macro e/ou microelementos minerais, apresentando em seu produto final menos do que 42% de equivalente proteico. Este tipo de suplemento tem um consumo baixo, de 20 a 30 g a cada 100 kg de peso vivo.

O suplemento mineral ainda pode ser pronto para uso ou para mistura, sendo que neste deve ser adicionado sal branco ou outros ingredientes antes de ser fornecido no cocho aos animais.

  • Suplemento mineral com ureia

O suplemento mineral com ureia possui em sua composição macro e/ou microelementos minerais e teor mínimo de 42% de equivalente proteico no produto final. Ou seja, estes produtos devem possuir no mínimo 42% de NNP Equiv. PB (nitrogênio não-proteico equivalente de proteína bruta).

O consumo do suplemento mineral com ureia varia de 35 a 50 g a cada 100 kg de peso vivo, sendo considerado de baixo consumo.

  • Suplemento mineral proteico

O suplemento mineral proteico, o chamado “sal proteinado”, é aquele que possui na composição macro e/ou microelementos minerais, que tem pelo menos 20% de proteína bruta e que fornece o mínimo de 30 gramas de proteína bruta a cada 100 kg de peso vivo.

Além disso, ele também deve possui no máximo 85% da proteína bruta em NNP Equiv. PB. O consumo dos suplementos proteicos é baixo, variando de 100 a 200 g a cada 100 kg de peso vivo.

  • Suplemento mineral proteico-energético

Os suplementos proteico-energéticos possuem em sua composição macro e/ou microelementos minerais e 20% de proteína bruta, fornecendo, pelo menos, 30 gramas de proteína bruta e 100 gramas de NDT (nutrientes digestíveis totais) a cada 100 kg de peso vivo.

A limitação da inclusão de nitrogênio não-proteico segue o mesmo recomendado para o suplemento proteico – máximo de 85%. Estes produtos têm um consumo médio a alto, variando de 250 a 1000 g a cada 100 kg de peso vivo.

  • Rações

As rações são produtos que possuem um alto consumo, entre 1 kg e 1,5 kg a cada 100 kg de peso vivo. São compostas por alta quantidade de farelos e igualmente alto teor de NDT por g/kg.

  • Premix

Premix são produtos utilizados para formulação de dietas, os quais possuem em sua composição apenas microminerais, vitaminas e aditivos, principalmente.

  • Núcleos

Núcleos também são produtos que devem ser utilizados exclusivamente para a formulação de dietas, e que possuem em sua composição macrominerais, além dos microminerais, vitaminas, aditivos e demais componentes.

  • Concentrados

Os concentrados se classificam como produtos compostos por farelos, além dos componentes já presentes no núcleo (macro e microminerais, vitaminas, aditivos e outros).

Para a formulação de dietas, o concentrado deve ser utilizado para complementar a parte do volumoso, onde está o maior volume de fibras, proveniente das pastagens, silagem, feno e forragens em geral.

Palatabilidade de suplementos

Alguns fatores irão influenciar no consumo dos suplementos. A palatabilidade é um destes, sendo que a composição do suplemento irá definir se o produto é mais ou menos atraente para o consumo de bovinos.

Farelos irão proporcionar maior aceitabilidade do suplemento pelos bovinos, por serem mais apetitosos. O sal branco é um grande modulador do consumo de suplementos, e em excesso, irá limitar o consumo.

Podemos observar que quanto maior o consumo estimado do suplemento, menor o teor de sal branco. Outros ingredientes que afetam a atratividade do suplemento são a ureia e certos aditivos, por reduzirem a palatabilidade.

Qual o melhor suplemento para meu rebanho?

Para tomar a decisão sobre qual o melhor suplemento a ser utilizado para seu rebanho, é importante considerar fatores como categoria animal, qualidade do pasto, época do ano (chuvas ou secas), e qual o resultado esperado.

Além disso, no momento de escolher o suplemento, decida por produtos de alta qualidade e boa origem, para que não tenha prejuízos.

No caso de lotes que precisem manter sua condição, como vacas em reprodução que estejam em escore de gordura corporal ideal, o fornecimento de suplemento mineral, ou com ureia, irá facilmente atender às expectativas.

No entanto, para animais em crescimento e engorda, é necessário buscar níveis mais altos de suplementação para garantir maiores ganhos e desempenho.

O planejamento na suplementação é importante para evitar falhas que comprometam seus resultados!

Connan

A Connan oferece suplementos para todas as situações, se adaptando à sua necessidade!

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Desmame de bezerros sem estresse: conheça o protocolo de condicionamento

O momento do desmame de bezerros é um dos pontos críticos e de preocupação em toda propriedade.

Em condições naturais, o desmame dos bezerros é feito de maneira gradual. Os animais são separados aos poucos de sua mãe conforme crescem e iniciam o consumo de forragens, quando a mãe passa a não aceitar mais a mamada.

Desta maneira, o processo não traz um choque tão grande ao par bezerro-vaca. No entanto, no sistema produtivo das fazendas de corte, o desmame dos bezerros costuma ser feito de maneira abrupta, por volta de 6 a 8 meses de idade. O bezerro é separado de sua mãe e tem seu aleitamento interrompido, o que causa estresse agudo aos animais.

Neste artigo, vamos abordar o protocolo de condicionamento no desmame de bezerros para evitar estresse agudo destes animais.

Acompanhe o artigo para entender melhor, confira!

Prejuízos aos animais quando o desmame de bezerros é feito de maneira repentina

Quando o desmame é feito de maneira abrupta, além de enfrentarem o estresse da separação da mãe, de forma repentina, os bezerros também têm que aprender a socializar em rebanho.

Além de tudo isto, o desmame geralmente acontece no período de pastos secos, que possuem baixos níveis nutricionais. Por estes desafios, bezerros recém-desmamados podem ser impactados negativamente em sua saúde e desempenho.

A vocalização, entre mãe e bezerro, à procura um do outro, é muito observada também neste momento.

Há redução no tempo de alimentação, de ruminação e de descanso. As perdas de peso variam de 20 kg até 1 @ nestes bezerros, e o tempo para a recuperação deste peso pode levar de 2 a 3 meses, segundo observações realizadas em fazendas, mesmo com a suplementação no nível de 1 g/kg de peso animal no período das secas.

Outro ponto é que os bezerros desmamados mais pesados são os que costumam perder mais peso no pós-desmame, invalidando o esforço realizado na fase anterior para ganho de peso.

A partir daí, as falhas percebidas nesta estratégia levaram ao desenvolvimento do protocolo de condicionamento no desmame idealizado pela Connan, em parceria com a Embrapa. Uma maneira “mais humana” de realizar o desmame foi proposto, com o objetivo de gerar menos impacto no desenvolvimento dos bezerros neste momento.

Protocolo de condicionamento no desmame de bezerros: como funciona para evitar estresse agudo?

Acompanhe como funciona o protocolo de condicionamento de desmame de bezerros idealizado pela Connan, em parceria com a Embrapa.

Após o desmame, por um período de 30 a 50 dias, é fornecido 1 kg/animal/dia de suplemento proteico-energético. No experimento que levou ao nosso protocolo, foi utilizado o Connan Master 1000.

Depois destes dias, os animais entram na recria padrão da fazenda, durante o período seco, sendo recomendada suplementação estratégica.

Nos primeiros 5 dias do protocolo, o vaqueiro deve encaminhar os bezerros até o cocho, indicando o caminho para o suplemento. Deve ser fornecido suplemento de alta palatabilidade, com farelos em sua composição, para que seja atrativo aos bezerros.

O cocho de suplemento e o de água devem estar próximos à cerca, pois é o local onde os bezerros costumam passar mais vezes. Fornecer o suplemento em cocho que disponibilize um espaçamento de 15 a 20 cm lineares por animal, também faz parte do protocolo.

O próprio pasto de condicionamento de desmame também deve ser diferenciado. Veja a seguir algumas recomendações:

  • Tenha um pasto com boa disponibilidade de folhas, de preferência Brachiaria brizantha;
  • Garanta um piquete limpo, com sombra, e menor, para que os bezerros tenham acesso facilitado aos cochos.

É interessante que o vaqueiro também faça visitas de 15 minutos ao longo do dia no lote de desmamados, para que eles se acostumem com o contato com humanos.

Ao final do período de condicionamento, é possível um ganho de até 10 kg nos bezerros suplementados, sendo que é um período onde geralmente ocorre a perda de peso. É importante também que esta tecnologia seja inserida na fazenda após avaliação econômica de desembolsos e do retorno, para que o pecuarista apenas aumente sua margem de lucro.

Conte com a Connan para mais informações.

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Qualidade da água é fator decisivo para lucratividade das fazendas

Tanto em sistemas a pasto quanto em confinamento, a água é um componente essencial para o bom desempenho e para a saúde do rebanho. O insumo é considerado um fator produtivo que interfere diretamente nos resultados finais da fazenda.

Experimentos mostram que, após a distância de 500 metros da fonte de água, a cada 1 km de acréscimo na caminhada, os animais podem deixar de ganhar, diariamente, 40 g/km em terrenos planos; 53 g/km em espaços com leves ondulações e até 60 g/km em campos ondulados.

Essas perdas impactam diretamente os resultados dos índices de ganho médio diário do rebanho e, consequentemente, o lucro final da propriedade, segundo explicação da médica-veterinária e coordenadora de produtos da Connan, Júlia Marques.

“O bovino pode perder 100% de sua gordura corporal ou até 50% de seu tecido muscular, que ainda se mantém vivo, mas se perder de 10 a 12% do volume de água do corpo pode chegar a óbito”, sinaliza Júlia.

Qualidade da água e produtividade

A condição da água pode afetar negativamente o crescimento, a reprodução ou a produtividade dos animais. Além disso, quando é disponibilizado ao animal duas opções de fonte de água, um lago e um bebedouro, o bovino opta pela segunda opção, por apresentar melhor qualidade.

O que acontece é que os lagos, em sua maioria, apresentam índices consideráveis de contaminação por fezes de animais, que são sentidos pelo rebanho, que passa a reduzir o consumo ou, até mesmo, recursar a água. A redução do consumo da água faz com que o animal passe, também, a consumir menos matéria seca – pasto, suplemento e ração.

Outro dado de importância é a distância das fontes de água em áreas de pastagens. “Quando o animal caminha demais para encontrar água de qualidade tende a apresentar um desempenho menor”, explica Júlia.

A dica é instalar diversos bebedouros espalhados pela propriedade, de acordo com o sistema de produção e a viabilidade. Além disso, é recomendado que se mantenha uma frequência de limpeza bem estabelecida.

Em um sistema de confinamento, por exemplo, em que o bebedouro é a única fonte de água, essa limpeza deve ser feita ao menos duas vezes por semana, já que os animais possuem uma dieta mais farelada e a lotação é maior.

Regulação do consumo de suplemento e de pasto em gado de corte: como entender os fatores envolvidos?

Quando realizamos a suplementação proteico e proteico-energética aos rebanhos de gado de corte, por vezes é possível que haja preocupação sobre o tema da substituição do consumo de pasto pelo consumo de suplemento.

Isto se torna indesejável, porque o pasto é o alimento mais barato que temos no sistema pecuário, e o consumo de suplemento acima do planejado poderá prejudicar a lucratividade de sua fazenda. Como resultado negativo, a substituição do pasto pelo suplemento irá limitar o uso da pastagem ao máximo pelo animal.

Para entender esta questão, é importante revisar alguns pontos da nutrição e fisiologia da digestão em bovinos, e entender o que vai “mandar no consumo”.

Acompanhe o artigo e entenda melhor, confira!

O que “manda no consumo” na nutrição de gado de corte?

Em primeiro lugar, é importante entender que a suplementação nunca resultará em um processo totalmente aditivo de consumo. Ou seja, quando o suplemento proteico ou proteico-energético é fornecido ao animal em pastejo, parte do consumo do pasto sempre é substituído pelo consumo do suplemento.

A este efeito, damos o nome de “taxa de substituição”. A taxa de substituição é a quantidade de alimento da dieta básica que deixa de ser consumida por unidade de suplemento adicionado que o animal ingere.

Como principais fatores que afetam a taxa de substituição, temos: a quantidade e a qualidade do alimento da dieta básica e do suplemento que é adicionado à dieta.

Desta maneira, podemos ressaltar que o grau de substituição é maior quando a forragem fornecida é de baixa qualidade, em relação a uma forragem de alta qualidade. Isso nos leva a uma grande regra: quem manda no consumo é a folha.

Em pastos verdes, na época de chuvas, temos uma menor taxa de substituição do que observamos quando o pasto disponível é de pior qualidade, por exemplo, no período de secas.

Outro ponto é que quanto maior a quantidade da suplementação fornecida, menor será o consumo de forragem. Isto se dá porque a suplementação modifica o ambiente ruminal, aumentando a acidez e reduzindo bactérias que atuam na digestão da fibra do pasto. Como efeito, há aumento do enchimento ruminal e redução do consumo do pasto.

Mas o que observamos, em geral, é que o aumento no consumo de suplemento sempre é maior do que a redução do consumo da forragem, gerando ganhos no consumo total de alimentos. Desta maneira, a prática de suplementação é muito vantajosa e gera benefícios importantes para sua propriedade.

Saiba os principais efeitos do suplemento para o animal em pastejo

O primeiro efeito que pode ocorrer ao inserir o suplemento para o animal em pastejo é efeito aditivo sobre o consumo da pastagem. Em níveis baixos de suplementação, o consumo de pasto não varia ou apresenta uma variação muito baixa, o que indica que o consumo dos dois alimentos se soma um ao outro. Nesta situação, o suplemento não interfere no ambiente ruminal e na dinâmica de degradação das pastagens.

Outra possibilidade é um efeito aditivo do suplemento sobre a produção. Há um nível ideal de suplementação em que o consumo de pasto não é fortemente afetado e o animal ganha melhor nutrição. Consequentemente, há melhor produção e aumento na taxa de ganho de peso do animal.

Também pode ser observado um efeito substitutivo do suplemento sobre o consumo de pasto, mas sem alteração nos ganhos do animal. Níveis muito elevados de suplementação, podem ocasionar em redução no consumo de pastagem por conta da redução da digestibilidade dela e pela substituição física no rúmen do animal, propiciada pelo suplemento.

Como não há maior ganho de peso pelo animal, e pelo baixo custo da pastagem em relação ao suplemento, não há vantagens nesta prática. Porém, como benefícios, pode-se ressaltar aumento da capacidade de suporte das pastagens, em vista da redução do consumo do pasto, o que eleva a produtividade por área.

A última situação possível é o efeito substitutivo do suplemento sobre o consumo de pasto, com menores ganhos de peso por animal. Neste caso, a substituição chega a um extremo em que a nutrição animal se torna desbalanceada, por falta de proteína ou demais nutrientes. Esta situação deve ser evitada, pois ocasionará um claro prejuízo e falta de produtiva.

Como ajustar?

Para escolher o suplemento e nível de suplementação, de acordo com a sazonalidade de seu pasto, trabalhe com os produtos certos e técnicos capacitados.

Connan: parceira para o seu rebanho

Conte com os produtos da Connan, que te proporcionarão qualidade e confiança, e com nossos técnicos, que poderão auxiliar na montagem de seu planejamento.

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Fase de transição das águas para a seca exige atenção com a suplementação para o pecuarista evitar prejuízos

Para a pecuária, a fase de transição das águas para a seca requer planejamento. Afinal, é neste período em que as tomadas de decisões irão influenciar todo o ciclo de atividade da fazenda. Especialmente na troca do suplemento nutricional do rebanho durante esta transição, o pecuarista deve ficar atento para não sofrer prejuízos futuros.

Na prática, o que acontece é que a maior parte dos pecuaristas optam por esta troca de suplemento quando o pasto já está mais seco. Com isso, o animal desacelera muito o ganho de peso, o que leva a menores índices. É o que pontua a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

“Ou seja, decidindo pela troca nesta transição de águas para a seca, o animal continua com bom ganho de peso, mesmo com a menor qualidade de forragem que virá no decorrer da estação. Mas, o que vemos, é que são poucas as fazendas que adotam essa estratégia, de efetuar a troca com o pasto ainda verde”, avalia Júlia.

A coordenadora explica que, o animal que não recebe um suplemento nutricional adequado em proteína na época de seca, apresenta também uma redução no consumo de alimentos e registra uma mudança em seu metabolismo, pois a menor quantidade de comida ingerida obriga o organismo do bovino a se adaptar com uma ingestão menor de calorias por dia, o que ocasiona na redução geral do metabolismo.

Com essa redução do metabolismo, o animal chegará na fase das águas com baixa capacidade de aproveitar o bom alimento e, assim, expressar o seu melhor potencial em ganho de peso. Desta forma, há a possibilidade de existir um grande prejuízo para o pecuarista, pois o animal vai ganhar muito menos peso do que deveria na melhor fase das pastagens, o que causa atraso no ciclo de produção, tornando mais caro o custo da arroba.

“Por isso, é importante o planejamento da propriedade e definir as metas para o ano. Com os objetivos bem determinados, o pecuarista pode investir melhor na suplementação nas águas e ser mais assertivo na escolha do suplemento que dará ao rebanho no período da seca”, afirma Júlia.

Investimentos e critérios na suplementação de seca

Para saber como investir na suplementação de seca e quais os critérios que o pecuarista deve adotar, é importante que se tenha o conhecimento do prazo de validade dos animais que estão na fazenda – a data do abate – e, com isso, definir o quanto investir com suplementação em cada fase.

Para a coordenadora, é interessante também conhecer as condições de pastagem da propriedade, para que o cálculo mostre o nível de consumo de suplemento que deve ser adquirido.

Planejamento pecuário: quais as etapas?

Quais as etapas do planejamento pecuário? Como já disse o engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso: “O Brasil é um país em que as pessoas acham muito, observam pouco e não medem praticamente nada.”

A célebre frase, muito impactante, contém uma verdade observada na maior parte das fazendas brasileiras. Planejar, mensurar e reavaliar o caminho a ser seguido é fundamental para alcançar os resultados desejados, sendo ainda mais importante em tempos de incertezas quanto ao cenário econômico.

Em épocas críticas de mercado, rever o planejamento da propriedade se torna valioso para quem deseja ter bons rendimentos com seu rebanho.

A realização bem-feita de um planejamento pecuário é o que pode fazer a diferença entre quem continuará na atividade ou não.

Acompanhe o artigo e confira algumas etapas para te ajudar neste processo, confira!

05 Dicas para realizar o seu planejamento pecuário

  1. Defina objetivos e metas

Pense consigo mesmo: qual o seu maior objetivo com sua propriedade? Quanto de lucro e de rentabilidade você espera alcançar ao final do ciclo dos animais? Para conquistar este lucro, quais medidas eu terei que priorizar na minha propriedade? Construa um bom mapa de objetivos e metas.

  1. Selecione os procedimentos a serem realizados

Para cada meta definida, pense em todos os passos necessários para sua execução. Coloque no papel e use este tempo para pensar com detalhes nos maiores desafios que você encontrará na sua propriedade para alcançar seus objetivos. Peça o apoio de técnicos de confiança, caso não saiba por onde começar.

  1. Verifique os recursos disponíveis para a produção

Avalie quais os recursos que você já possui e os que são necessários buscar para a realização de todos os procedimentos. Cheque a questão de mão-de-obra, instalações, áreas de pasto, rebanho. Se deseja implementar novas tecnologias, é importante se planejar quanto a questão da infraestrutura que será requerida. Porém, é possível que encontre recursos que podem ser adaptados para outros usos. Por isso, é fundamental realizar esta verificação, para evitar maiores desembolsos do que o necessário.

  1. Faça um plano de atividades e execuções

Com as demais informações em mãos, é o momento de montar o plano de atividades. Para cada procedimento, detalhe em todas as atividades necessárias para seu cumprimento, a pessoa responsável e a data esperada. É importante apresentar à equipe que será encarregada da execução de maneira que se sintam parte deste projeto. Dessa forma, o time ficará mais motivado a realizar seu serviço. Um plano completo e de qualidade deve conseguir sair do papel, ou seja, ser executado na prática.

  1. Elabore procedimentos para prevenção de erros no processo

Pense em pontos críticos nos quais é possível que ocorram falhas e imagine o que pode ser feito para preveni-las. Pode ser um treinamento com a equipe para um novo manejo que será implementado, por exemplo, ou a manutenção preventiva de instalações e equipamentos. Mas como nada é perfeito, mesmo tendo precaução, falhas podem surgir no momento da execução do plano. Prepare e oriente sua equipe de funcionários sobre estes momentos e, em seu cronograma do plano de atividades, contabilize um tempo já esperando pelos imprevistos no meio do caminho.

Connan: a sua parceira de toda a vida

Conte com a Connan, a sua parceira de toda a vida, para auxiliar na definição das metas e execução, com alvo a alcançar os objetivos da sua propriedade.

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Aguardamos o seu contato,

Até breve!

 

Programação fetal e nutrição materna: o que temos de novidade?

Quando fornecemos a alimentação para a vaca gestante, devemos pensar que estamos alimentando a ela e a seu bezerro, que será o futuro da fazenda. Desta forma, investimentos nesta fase são importantes, pois o desenvolvimento fetal é muito influenciado pelo estado nutricional da mãe.

Ou seja, fornecer boa nutrição para as matrizes é fundamental, no início, meio e final da gestação.

Saiba quais as novidades sobre o tema de programação fetal neste artigo, confira!

Como a nutrição da mãe afeta o desenvolvimento do feto?

De uma maneira geral, o ciclo anual da pecuária prioriza que os bezerros nasçam no início do período da melhor oferta forrageira, favorecendo a parição e aleitamento dos bezerros neste momento.

Desta forma, as vacas passam grande parte do período de sua gestação em pastos de qualidade inferior. Deve-se ter atenção a este ponto, pois estudos recentes têm demonstrando os efeitos prejudiciais da baixa ingestão de nutrientes pela vaca gestante no desenvolvimento da progênie.

A vaca gestante envia nutrientes – energia, proteína, vitaminas e minerais – para suprir as necessidades do feto que se desenvolve em seu útero. É comprovado que a restrição alimentar em vacas gestantes afeta o desenvolvimento de vísceras e órgãos importantes para o metabolismo de nutrientes do feto, como intestino delgado, fígado a pâncreas. O efeito negativo nestes órgãos afetará o crescimento e desenvolvimento de todos os tecidos fetais, causando danos que se estendem até a vida adulta do animal.

O tecido muscular e de gordura do feto também são afetados diretamente pela restrição alimentar da mãe. Em situações de falta de nutrientes, é priorizado o desenvolvimento de órgãos vitais como cérebro e coração, em detrimento aos músculos.

Baixa quantidade de nutrientes no início e meio da gestação influenciam na quantidade de fibras musculares que serão formadas no feto, afetando a massa muscular da progênie.

Por outro lado, se a restrição alimentar da mãe for no final da gestação, o processo de aumento do tamanho das fibras musculares e inserção de gordura intramuscular é comprometido, reduzindo o peso ao nascimento e a gordura de marmoreio na carne dos bezerros, além da redução na maciez da carne.

Qual o período mais importante?

O terço final da gestação é o momento em que a vaca tem as maiores exigências de nutrientes para o crescimento final do feto. Considera-se que 70 a 85% do crescimento fetal ocorra neste período. Portanto, podemos escolher este como o mais importante. Falhas na nutrição materna neste período são também as que alteram mais o desenvolvimento pós-natal do bezerro.

No entanto, os períodos inicial e médio não devem ser excluídos. A formação das primeiras fibras musculares do feto ocorre já nos primeiros meses de gestação, enquanto que as fibras musculares secundárias serão formadas entre o segundo e oitavo meses da gestação. O importante, de fato, é garantir uma boa nutrição durante toda a gestação das matrizes.

Avaliação ao nascimento

Outro ponto observado é que os bezerros nascidos de vacas com maior escore de gordura corporal durante a gestação, apresentam maior taxa de sobrevivência ao nascimento e ao desmame, em relação aos bezerros de vacas que tiveram menor escore.

Também ocorre maior peso ao nascimento de bezerros de vacas que passaram a gestação em dietas de mantença em relação a vacas com restrição alimentar. Em relação aos níveis de proteína e energia, também há evidências de aumento de peso ao nascimento de bezerros provenientes de vacas que receberam maiores níveis nutricionais, e de maneira linear, ou seja, assim que se aumentou gradativamente o nível nutricional da dieta, houve aumento gradativo também do peso dos bezerros ao nascimento.

Qual a melhor nutrição para a vaca gestante?

A melhor dieta deve ir de encontro com as necessidades nutricionais de energia, proteína, vitaminas e minerais da fêmea gestante.

Mantenha o escore de gordura corporal adequado, evitando quedas bruscas. Conte com a suplementação estratégica para fornecer nutrientes que o pasto não consiga suprir em certas épocas do ano.

E, ainda, conheça nossa linha de suplementos minerais e de suplementos proteicos e proteico-energéticos para sua propriedade!

Entre em contato com nossos técnicos especializados agora, acessando AQUI.

Uso estratégico de suplementação promove resultados expressivos no ganho médio de peso em rebanho do Mato Grosso

Planejamento é item essencial para os bons resultados de uma propriedade. Dependendo da estratégia definida, a escolha da suplementação para o gado deve constar no checklist da gestão da fazenda. É o caso do pecuarista Rayf Tirloni, de Paranorte, distrito de Juara, em Mato Grosso.

Trabalhando com cria em sua fazenda, produzindo bezerros de alta qualidade e prezando por programas de melhoramento genético, Tirloni compreende que a escolha de suplemento para os animais é um dos elementos para a qualidade do rebanho.

Atualmente, com atuação nas pecuárias comercial e seletiva, o pecuarista explica que optou pelo uso de produtos da Connan, tendo em vista os resultados alcançados no rebanho. Tirloni utiliza o produto Fertitec, como suplemento mineral, e a linha Master, como suplemento proteico-energético – tanto o Master 100 como o Master 300 – e tem obtido resultados satisfatórios.

O pecuarista relata que usa o produto Master 100 para a suplementação de vacas e o produto Master 300 para novilhas, com o objetivo de acelerar o ganho de peso e adiantar a reprodução. “Já consigo ter um resultado mensurado”, avalia. No período das chuvas, com as fêmeas de reposição, nos primeiros 30 dias, os animais alcançaram 890 gramas de ganho médio no lote, por exemplo.

“No restante do gado, percebemos que os animais têm uma excelente aceitação pelo produto. A perda no cocho é relativamente baixa. Estamos satisfeitos com os resultados e não tenho interesse em trocar os produtos, já que são extremamente eficientes, com menor desperdício”, afirma Tirloni.

Melhoramento Genético

Para Tirloni, o desafio diário da lida é pensar em uma pecuária macro, para o sistema produtivo brasileiro como um todo. “Nós, que criamos o animal, temos que pensar em todas as condições para o bem-estar deles: clima, pastagem mais bruta, alimentação. Buscamos entregar animais melhor adaptados, de fato”.

Neste sentido, a sua propriedade é a primeira do estado mato-grossense a participar do Programa de Avaliação Genética, oferecido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), e que mensura informações para qualificar o rebanho. “Temos um olhar diferenciado do manejo. O negócio ainda é pequeno, mas somos bem criteriosos e qualificados”, avalia.

Para a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques, o plano de alimentação dos animais a pasto deve ser desenvolvido com cautela pelo pecuarista, para garantir o fornecimento dos nutrientes necessários, com o objetivo de atingir um nível de produção viável economicamente durante todo o ano, tanto nas épocas das chuvas como no período seco.

 

Encontro de Pecuaristas Connan debate os desafios do ano para a atividade

Clientes e parceiros estiveram presentes, na noite da terça-feira, 27 de fevereiro, na 5ª edição do ‘Encontro de Pecuaristas Connan’, realizada na sede da empresa, em Boituva (SP).

Essa edição marcou a volta dos encontros presenciais, que haviam sido interrompidos por conta da pandemia. Os participantes acompanharam uma palestra com o tema “Mudanças na pecuária: Como agir para garantir a margem”, que foi ministrada pelo médico-veterinário e consultor da Terra Desenvolvimento Agropecuário, Cesar Franzon.

Ao longo do evento foram apresentadas informações atualizadas e confiáveis sobre o mercado agropecuário, fundamentais para o momento do ciclo pecuário atual do Brasil. O consultor também abordou algumas dicas para garantir maior rentabilidade da atividade, visando o aumento da produtividade e da lucratividade das propriedades.

“A expectativa é que, a partir deste encontro nasça um grupo de estudos, formado pelos participantes, que busque abordar novos temas importantes e de interesse para a pecuária durante todo o ano”, finaliza a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

Aglomerax garante 16% a mais de rendimento no período das águas

Experimentos realizados pela Embrapa Gado de Corte de Campo Grande (MS) com o suplemento mineral Aglomerax, fabricado com a tecnologia única e exclusiva da Connan, comprovaram bons resultados a campo. De acordo com os estudos, mesmo no período das águas, o Aglomerax apresentou rendimento 16% superior quando comparado aos suplementos em pó, o que garante sucesso nos ganhos do rebanho.

O percentual obtido é resultado de alguns diferenciais do Aglomerax. Nos três experimentos realizados nos últimos anos, foi comprovado que o suplemento com a tecnologia Aglomerax não empedrou, enquanto o suplemento em pó, sim. Além disso, foi observado que o suplemento da Connan apresentou menor perda por escoamento do cocho em situação de chuva.

“Os ingredientes presentes no produto passam por um processo de aglomeração, garantindo que os minerais sejam fornecidos de maneira uniforme. Isso traz vantagens como consumo mais homogêneo e menor índice de empedramento”, explica a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

Em experimento realizado com gado em recria, houve evidência de ganho médio diário adicional de 40g/dia nos animais que receberam Aglomerax, em comparação com os animais tratados com suplemento em pó comum. “Isso ocorreu pela maior resistência do suplemento ao empedramento e maior estabilidade de consumo”, pontua a veterinária.

Nos estudos práticos realizados, o suplemento em pó já se apresentou empedrado na primeira semana de fornecimento, enquanto Aglomerax manteve-se adequado até após 14 dias, o que demonstrou que o fornecimento de Aglomerax no cocho pode ser quinzenal, reduzindo o custo operacional.

No último experimento, foi simulada uma situação real de empedramento de suplemento mineral no cocho. Nesse caso, Aglomerax promoveu maior estabilidade de consumo e tendência a maior ganho médio diário em relação a suplementos em pó comuns, permitindo 17% mais estabilidade neste cenário.

“Esses resultados do Aglomerax em relação aos suplementos em pó são impactantes e devem ser considerados no momento da escolha do produto a ser utilizado. Além disso, os ganhos, na prática, são vantagens que fazem diferença em momentos críticos de mercado”, avalia a Coordenadora.

Há 20 anos no mercado, a tecnologia Aglomerax é 100% brasileira e não é resultado de proteção por produto químico.

Como as medidas de bem-estar animal podem beneficiar seu rebanho leiteiro?

Promover bem-estar animal e conforto traz vantagens para a sua propriedade. O investimento nestas medidas evitam perdas na produção, no descarte de animais e no tratamento de doenças.

Neste artigo, separamos alguns pontos importantes sobre os benefícios das medidas de bem-estar animal para sua propriedade leiteira.

Confira!

Bem-estar animal em propriedades leiteiras garante vantagens

Especialmente quando falamos em vacas de leite e sua relação com o ambiente, os efeitos negativos de animais em condições ambientais desfavoráveis são rapidamente sentidos.

Produção de leite
Estudos demonstram que vacas leiteiras em más condições de estresse térmico ingerem de 6 a 30% menos alimentos e produzem até 20% menos leite. Por isso, se a sua propriedade priorizar o bem-estar das vacas, a produção de leite não será prejudicada.

Reprodução
Más condições também interferem na boa saúde e reprodução dos animais, que sofrem prejuízos.

Produtividade
Em grande parte de nosso território brasileiro temos temperaturas muito elevadas, que afetam não só o gado de origem holandesa, mas também zebuínos e cruzados.

Dependendo da umidade do ambiente, temperaturas em torno de 30° C irão comprometer o conforto térmico até de animais com genética zebuína e trazer impactos na produtividade.

Portanto, medidas como pontos de sombra no piquete em quantidade adequada para todos os animais do lote e instalação de aspersores e de ventiladores na sala de ordenha e nos galpões são medidas importantes a serem adotadas em seu sistema produtivo.

Desempenho
Terrenos acidentados ou com muita sujidade ambiental podem ser fatores de risco para o desenvolvimento de problemas de casco e locomotores, que causam perdas na produtividade e perdas econômicas no tratamento e no descarte de animais. Tenha cuidado com estes aspectos também para garantir um bom desempenho de suas vacas.

Manejo
Ser livre de medo e de estresse é também fator importante na questão de bem-estar animal, e que requer zero investimentos. No trato do gado de leite, treine seus funcionários a conduzir as vacas de maneira calma para a ordenha, sem tapas, cutucões, choques, ou demais ações que possam machucá-las. Os funcionários conscientes de suas ações irão tornar o manejo mais agradável para os animais.

Nutrição
O fornecimento de nutrição balanceada e água limpa no cocho são pontos que não podem faltar em sua propriedade. Manter os animais livres de fome e de sede são itens básicos que fazem parte da cartilha de bem-estar animal. A realização de um planejamento forrageiro e a suplementação são, portanto, importantes e não devem ficar em segundo plano. Animais com escore de gordura corporal muito baixo, ou seja, muito magros, ficam debilitados, com efeitos em sua saúde e reprodução.

Para garantir boa nutrição, conte com nossa linha de produtos para gado de leite, com suplementos minerais, núcleo para formulação de dietas e rações.

Nosso diferencial é promover a eficiência da produção e apoiar os produtores.

Entre em contato com a Connan e procure nossa equipe de vendas, presente em todo o Brasil, e adquira seu suplemento para garantir boa nutrição aos seus animais. Fornecemos produtos com alta qualidade.

Teremos o prazer em atendê-lo,

Até breve!

Creep-feeding: como ter sucesso na suplementação de bezerros?

O creep-feeding é uma técnica recomendada para bezerros que estão ao pé da vaca, do aleitamento até o desmame. É utilizado suplemento proteico, com o consumo de 1,5 g a 2,5 g por kg de peso vivo do animal, em cocho onde apenas o bezerro tem entrada, não a vaca.

O uso de suplemento proteico é necessário porque apenas o leite materno não é capaz de suprir as necessidades nutricionais para um ganho de peso mais elevado a partir do segundo mês de vida do bezerro.

Portanto, este suplemento fornecerá energia, proteína, vitaminas e minerais que irão elevar o ganho diário dos bezerros antes do desmame.

Vale informar que tanto os taurinos como os zebuínos respondem muito bem à técnica de creep-feeding.

Bezerros Nelore têm menos leite disponível de suas mães e mamam pouco, sendo a técnica muito boa para elevar seu desempenho. Já os bezerros taurinos recebem mais leite das matrizes, porém, a necessidade de desmame e abate precoce destes animais justifica fortemente o uso da técnica.

Acompanhe o artigo e saiba mais sobre a técnica e vantagens, confira!

Vantagens do creep-feeding na suplementação de bezerros

O fornecimento de uma nutrição diferenciada antes do desmame permite desmamar um animal mais pesado, aproximando o momento do abate. O creep-feeding também é uma técnica de intensificação, que permite a criação de mais animais no mesmo espaço, se alimentando no mesmo ambiente.

A suplementação no pré-desmame também facilita e reduz o estresse causado pelo momento da desmama, evitando a perda de peso que ocorre neste momento.

Dependendo do preço do bezerro, é uma técnica com bom custo-benefício e que vale a pena ser utilizada.

Confira a seguir quais os passos a se seguir para a instalação de um sistema de creep-feeding:

Como fornecer

Em primeiro lugar, para ter um projeto de creep-feeding de sucesso é necessário contar com um técnico experiente que conheça a realidade de sua fazenda. Mas alguns pontos que podemos ressaltar são:

  • Tenha um cocho e cercado com as dimensões adequadas para a quantidade de bezerros do lote, além de altura adequada do cocho;
  • Instale o cocho em boa localização, que deve ser próximo ao cocho de suplementação da vaca e um local onde o rebanho passe rotineiramente;
  • Garanta estrutura coberta, para evitar que o suplemento molhe com as chuvas e fique menos atrativo.

Um ponto importante para o sucesso da técnica é que a mãe também seja suplementada e produza leite em boa quantidade, para que o bezerro tenha seu ganho de peso maximizado.

Com Master Creep, produto de qualidade confiável, você conseguirá bons resultados, alinhados com as expectativas da fazenda.

Fale com a Connan para fornecer a nutrição do seu rebanho!

Pecuária na era digital: 3.0, 4.0 ou 5.0?

Não há dúvidas que a era digital chegou e revoluciona a pecuária. Novas soluções podem resolver problemas que existem há muito tempo no negócio. A automatização dos processos pode auxiliar no aumento de produtividade em alguns setores do agro, trazendo vantagens nunca imaginadas.

Chips, sensores, câmeras e outros dispositivos de monitoramento, na agropecuária, por exemplo, estão transformando as fazendas de produção de carne, leite, aves, suínos e outras proteínas de origem animal.

Soma-se a essas ferramentas, tecnologias como internet das coisas, robótica, veículos autônomos, drones e satélites. Tudo a serviço do campo, que está vivendo a era da pecuária altamente digital.

De uma maneira geral, assim como para as demais cadeias, esta digitalização traz, em um primeiro momento, a possibilidade de melhorar a gestão da atividade e consequentemente, aumentar a rentabilidade das propriedades.

Isto porque, por meio da coleta e análise de dados, é possível recomendar ações ou até automatizar tarefas, promovendo a otimização do uso dos recursos, melhoria da produção e redução dos riscos.

Mas a tecnologia não substituirá o básico bem feito. Acompanhe o artigo e entenda melhor o ponto de vista.

Confira!

Tecnologia não substitui o “básico bem feito”

Garantir que o básico seja bem feito, é o passo que deve ser priorizado para o sucesso de seu negócio.

Veja a seguir algumas medidas simples, mas indispensáveis para a lucratividade da sua fazenda que nenhuma tecnologia é capaz de substituir.

Água limpa
Assegurar água limpa e comida à vontade para os animais são pontos que muitas vezes passam batido nas fazendas e são fundamentais.

Bem-estar animal
Fornecer condições de bem-estar animal, pensando em conforto no ambiente em que se encontram e redução de estresse térmico, irão aumentar sua produtividade.

Manejo sanitário
Um bom manejo sanitário, para controle de doenças e ectoparasitas, também proporciona aumento da produtividade.

Planejamento
Realizar planejamento forrageiro e nutricional anual evitará que os animais passem fome nos períodos de seca.

Fertilidade
Um planejamento reprodutivo que aumente a fertilidade dos animais, a taxa de prenhez e o índice de nascimentos fornecerá bons frutos à lucratividade da fazenda.

Rotina no campo
Soluções que facilitem o trabalho realizado pela mão de obra também trarão ganhos à produtividade.

O investimento em tecnologias será necessário para não ficar para trás no mercado. Mas um investimento realizado com bom senso e planejamento, de maneira a melhorar os ganhos e lucratividade da fazenda é fundamental.

Todas as novas soluções devem ser funcionais e com aplicação na realidade de sua propriedade. O importante é garantir que o simples seja bem feito. Essa ação será a peça-chave para o sucesso de sua propriedade.

Garanta boa nutrição animal com a Connan

Para garantir uma dieta adequada aos animais de sua propriedade, é preciso que ela se baseie em componentes energéticos, proteínas, minerais, vitaminas, fibras e muita água.

Na Connan, você encontra suplementos, rações, núcleos para gado de leite, corte, equinos e ovinos, além de um suporte técnico da equipe de profissionais da empresa. Nosso diferencial é promover a eficiência da produção pecuária e apoiar os produtores.

Entre em contato com a Connan!

Suplementação nas águas: dicas práticas de fornecimento para ganhos no rebanho

A suplementação nas águas deve ser peça-chave na estratégia de sua propriedade. A chamada época das águas, período com maior volume de chuvas, é a fase em que existe um aumento da oferta de forragens e o rebanho bovino tem maior possibilidade de aumento de peso e desenvolvimento favorecido.

Isso se dá pela boa oferta de alimentos nos pastos, que na época de chuvas, possuem boa capacidade de fornecer boas quantidades de proteína e de energia aos animais, além de serem de alta qualidade.

Desta forma, para garantir o aproveitamento total do potencial de ganho fornecido pelas pastagens neste período do ano, a suplementação nas águas é ponto estratégico para garantir sucesso nos ganhos do rebanho.

A recomendação é da médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques.

Para a especialista, o nível de fornecimento do suplemento deve ser adequado aos objetivos de ganho de peso no período, que deve ser definido, preferencialmente, com o auxílio de um técnico que avalie as condições da propriedade e dos animais.

No entanto, independentemente de seu objetivo, a suplementação básica, com apenas o suplemento mineral é necessária em todas as épocas do ano, pois as pastagens brasileiras são pobres em alguns elementos minerais que impactam na saúde e produtividade dos animais.

Confira as dicas da especialista sobre a importância da suplementação nas águas para a sua propriedade.

06 dicas para potencializar resultados no ganho de peso do rebanho com a suplementação nas águas

Para assegurar um fornecimento eficaz do suplemento para seu rebanho, o pecuarista deve estar atento a alguns pontos que irão garantir o sucesso da suplementação e, até mesmo, potencializar os resultados no ganho de peso do rebanho.

Confira!

1. Garanta boa localização e estrutura de cocho

A localização do cocho deve ser próxima a fonte de água, para estimular o consumo regular de suplemento. Também é importante que seja de fácil acesso para simplificar a logística operacional de fornecimento.

Modelos de cochos mais elevados evitam a contaminação por fezes e urina, mas a altura deve ser adequada para a categoria animal que receberá o suplemento.

Além disso, a estrutura também tem que estar em bom estado para evitar perdas do suplemento. Como os danos são frequentes na época de chuvas, redobre a atenção a este ponto. Cochos em áreas com muita lama tornarão difícil e desconfortável a ida dos animais ao espaço de alimentação.

2. Forneça a quantidade ideal do suplemento para o lote

Garantir que haja suplemento de boa qualidade e em boa quantidade no cocho para o número de animais que estão no lote é fundamental. Para isso, o pecuarista deve calcular a quantidade de acordo com o consumo estimado do suplemento por animal e realizar o fornecimento de maneira adequada.

3. Respeite a indicação de espaçamento de cocho por animal

É importante que haja espaço suficiente para todos os animais do lote. E quanto maior o consumo proposto pelo produto, maior será o espaçamento recomendado. “Para suplementos minerais, de baixo consumo, o espaço necessário é de 3 a 5 cm por animal. Já para suplementos de alto consumo ou rações, o espaçamento chega de 40 a 60 cm por animal”, informa a médica-veterinária da Connan.

4. Acompanhe e anote a quantidade e frequência dos fornecimentos de suplemento

A Coordenadora de Produtos explica que ter uma caderneta de anotação do fornecimento de suplemento para cada lote é uma boa prática. “Dessa maneira, é possível acompanhar como está o consumo de suplemento pelo lote, identificando se está abaixo do esperado, o que indicará uma falha no processo. Uma boa rotina de fornecimento assegurará que os resultados sejam alcançados”.

5. Mantenha a limpeza do bebedouro em dia

Priorize uma rotina de limpeza de bebedouro na frequência que for necessária em cada lote. Ter água limpa e à vontade para os animais é fundamental para estimular o consumo de alimentos e manter a saúde do rebanho.

6. Priorize uma boa comunicação entre todos de sua equipe

A comunicação é importante na rotina da propriedade. Nunca se esqueça de que um time bem informado e integrado trabalhará melhor e mais motivado, e isto se refletirá no desempenho dos animais.

“Mais do que apostar na qualidade do suplemento, a boa gestão dos elementos que compõem o sistema de alimentação é fundamental para o sucesso do planejamento nutricional da propriedade e dos bons resultados em ganhos do rebanho. Fique atento a eles e garanta a lucratividade da sua propriedade”, finaliza Júlia.

Adquira o seu suplemento com a Connan

Na Connan, você encontra suplementos, rações, núcleos para gado de leite, corte, equinos e ovinos. Nosso diferencial é promover a eficiência da produção pecuária e apoiar os produtos.

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Tecnologia Aglomerax eleva ganho de peso e eficiência reprodutiva em fazendas da Bahia e de Minas Gerais

Planejamento com visão empresarial da fazenda a partir de investimentos a longo prazo, com foco em suplementação mineral do rebanho, tem transformado a maneira de gerir os negócios das propriedades do produtor Carlos Oscar Niemeyer Magalhães.

Com propriedades em Minas Gerais e na Bahia, todas com foco em cria, o pecuarista, que já utilizava produtos com a tecnologia Aglomerax nas fazendas bahianas, optou por também utilizar o suplemento da Connan na propriedade mineira ao longo do último ano, substituindo os produtos nutricionais de empresas regionais que utilizava. “Em resumo, no período, posso dizer que notei maior ganho de peso e eficiência reprodutiva do rebanho. A base de minerais na suplementação nutricional oferecida pelos produtos da Connan elevou as respostas esperadas nos animais”, afirma ele.

O pecuarista conta que, na Bahia, por exemplo, com os momentos críticos de seca, a carência nutricional das pastagens tem sido um grande desafio produtivo.  “Nesta região, não tínhamos problemas graves de seca como têm ocorrido nos últimos dois anos. Com isso, os produtores estão sendo forçados a aprenderem a trabalhar com essa mudança climática. Com o Aglomerax, percebo que, quando chega o período das águas, a recuperação dos rebanhos tem sido mais rápida e eficiente”, comenta.

Ganho de peso e eficiência reprodutiva

Além do ganho de peso, o pecuarista observou melhoras na eficiência reprodutiva não apenas nas vacas mais velhas, que ainda oferecem qualidade, em razão da seleção genética, mas especialmente nas novilhas. “Elas têm emprenhado muito fácil. Na estação de monta, a taxa de prenhez das novilhas tem sido muito satisfatória, tanto nos animais inseminados como os de reprodução natural”, afirma o produtor.

Niemeyer ainda ressalta que o uso do Connan 80, suplemento mineral da Connan, foi fator determinante para que suas matrizes apresentassem boas condições para a fase de inseminação, fator que resultou nos bons índices da propriedade. “Temos uma falta de nutrientes nos pastos que compromete o desempenho do rebanho. Com o uso da tecnologia Aglomerax, o rebanho se recuperou muito rápido e o suplemento rendeu mais no cocho. O que observamos é que existe menos perdas pela consistência da suplementação mineral no dia a dia da fazenda”, avalia o produtor.

Para o zootecnista e Supervisor Comercial da Connan, Vicente Buarque, que realiza o atendimento da propriedade, a condição corporal das vacas no parto, ou seja, o teor de gordura corporal, tem alta correlação com a fertilidade dos animais na próxima estação de monta. “Portanto, o investimento em um bom programa nutricional é importante para obter sucesso nos índices reprodutivos. Além disso, a ótima condição corporal, que é um dos fatores que auxiliam na prenhez, contribui também na recuperação do animal após o parto”.

Segundo as pesquisas desenvolvidas pela Embrapa Gado de Corte de Campo Grande (MS), o Aglomerax, quando submetido a condições reais do campo, apresenta rendimento de até 16% a mais no comparativo com os suplementos em pó, reduzindo as perdas sem comprometer a ingestão do suplemento pelos animais. Dessa forma, favorece que os animais expressem todo o seu potencial genético e obtenham o melhor desempenho permitido pelo potencial da pastagem.

Ou seja, essa tecnologia desenvolvida pela Connan oferece ao produto maior resistência à ação das chuvas, o que reduz do desperdício do suplemento, tornando o sistema produtivo mais rentável e sustentável. “Além de todos esses benefícios para a propriedade, o suplemento continua atrativo aos animais, o que é muito vantajoso”, finaliza Niemeyer.

Suplemento mineral para bovinos e impactos no rebanho

Suplemento mineral: saiba que a escolha correta impacta nos resultados

A escolha do suplemento mineral impacta diretamente nos resultados do rebanho. Afinal, a nutrição animal representa de 40% a 60% dos gastos totais de uma fazenda. Por isso, ela deve ser bem planejada para que o produtor não tenha prejuízos ao oferecer uma má alimentação aos animais.

Oferecer suplementos sem origem e sem qualidade certificada traz impactos negativos para seu rebanho. Além disso, suplementos com níveis de garantia inadequados não irão suprir todas as necessidades dos animais. O fornecimento de um produto que propicie o consumo homogêneo dos minerais, tanto no sol quanto debaixo de chuvas, é ferramente essencial para o bom desempenho.

Neste sentido, a Connan oferece aos pecuaristas a tecnologia Aglomerax – um suplemento produzido a partir de um processo de alto emprego tecnológico que aglomera os nutrientes na mesma partícula (grânulos), protege o suplemento mineral do empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva, por exemplo.

Para o rebanho, a tecnologia do produto favorece a expressão do potencial genético do animal, saúde e ganho de peso. Esses fatores são reforçados pela tecnologia envolvida no desenvolvimento do produto, que rende até 16% a mais, reduzindo as perdas e a não ingestão do suplemento pelos animais.

Tecnologia Aglomerax versus Suplemento em Pó

Esse percentual de rendimento 16% maior é comprovado pela Embrapa Ganho de Corte, de Campo Grande (MS), quando comparado aos suplementos em pó.

Benefícios comprovados com a tecnologia Aglomerax:

  • Palatabilidade;
  • Supre a necessidade dos animais;
  • Ganho de peso;
  • Eficiência reprodutiva.

Na prática, os pesquisadores da Embrapa comprovaram ganho de até 40 gramas adicionais no GMD (Ganho Médio Diário) com a utilização do Aglomerax. Entre os principais diferenciais do produto, esse crescimento ocorre por alguns motivos:

  • Resistência da solução ao empedramento;
  • Maior estabilidade do consumo.

A diferença entre o Aglomerax e o suplemento em pó é que este tipo de produto exposto ao ambiente empedra e endurece no cocho, impondo mais dificuldade para o animal ingeri-lo. No entanto, com o Aglomerax, percebe-se um potencial de consumo mais regular, assim como um maior rendimento, o que se traduz em economia para o produtor, que vai gastar menos para ter um melhor desempenho do seu rebanho.

 

Produtos Connan: garantia de boa nutrição animal

Uma dieta adequada se baseia em componentes energéticos, proteínas, minerais, vitaminas, fibras e muita água.

A dieta vai variar conforme a raça, tipo de produção, momento de vida do animal, planejamento de engorda, dentre outras questões. A quantidade inadequada de nutrientes pode acarretar problemas metabólicos no animal e prejudicar toda a sua produtividade.

Neste sentido, cada animal vai necessitar de uma alimentação específica, assim, mais uma vez será preciso o auxílio de um profissional e bons produtos nutricionais.

Na Connan, você encontra suplementos, rações, núcleos para gado de leite, corte, equinos e ovinos, além de um suporte técnico da equipe de profissionais da empresa. Nosso diferencial é promover a eficiência da produção pecuária e apoiar os produtores.

Entre em contato com a Connan!

Nova diretoria aposta em gestão integrada e valorização da equipe como base para o crescimento da Connan

Revelar os potenciais individuais do time da Connan e promover uma gestão integrada entre os departamentos são o norte do novo modelo de negócios da empresa, que recentemente passou por uma troca nos cargos de gestão, com a posse do zootecnista Fernando Penteado Cardoso Neto, que assumiu a presidência, após alguns anos atuando como Diretor Comercial.

“Estou na Connan há muitos anos, acompanhando e fazendo parte da história de crescimento da empresa. Neste período pude aprender muito com os gestores que aqui estavam, tendo a oportunidade de me preparar para o desafio de assumir a presidência a partir de um ciclo de confiança que foi sendo estreitado ao longo dos anos, em uma sucessão familiar consciente, robusta e com responsabilidade nesta transição”, explica Neto.

O novo presidente foi acompanhado e preparado pelos acionistas, que depositaram nele não só a confiança, mas os conhecimentos adquiridos ao longo dos anos, que resultaram no crescimento da empresa no mercado nacional, com a oferta de soluções em suplementação de qualidade e também a confiabilidade dos clientes. “Ter o respaldo e contar com os anos de trabalho junto aos acionistas da Connan fez muita diferença na preparação para que eu assumisse o desafio. Ter uma base já solidificada traz uma vantagem significativa e auxilia na continuidade do trabalho de sucesso”, ressalta ele.

A nova gestão assumiu dando destaque para os talentos que já estavam na equipe, como forma de valorizar e ter por perto aqueles que fazem parte da história da Connan e que trabalham pelo sucesso da empresa. “Diferente de muitos outros negócios do mercado, optei por reconhecer aqueles que já estão conosco e não trazer profissionais de fora ou investir em maquinários. Este olhar estratégico sobre o ‘capital humano’, já presente internamente, revelou talentos e ofereceu novas oportunidades ao time”.

O Presidente convidou dois gerentes, que estavam há anos na empresa e que já desenvolviam um trabalho diferenciado, para assumir novas posições mais estratégicas e o auxiliar nesse novo momento. Com esse movimento, Neto entende que conseguiu aproximar ainda mais os cargos de liderança da empresa aos demais departamentos, mostrando aos demais colaboradores sua intenção de valorizar quem já faz parte do time. “Adotamos o planejamento pensado em conjunto entre todos os departamentos, o que tem agregado mais valor, maior produtividade e novos ganhos estratégicos”, afirma Neto.

Investimentos e futuro

Com os depoimentos e ideias dos colaboradores, o novo presidente confirmou seu diagnóstico de que a Connan sempre foi uma empresa de vanguarda tanto em sua área de atuação como em seus processos internos. “Não houve mais investimentos em aquisição de software ou no parque fabril, por exemplo. Melhoramos a produtividade ajustando essa ‘costura’ entre os departamentos técnico, comercial, industrial e, claro, de recursos humanos”, aponta.

Para o futuro, Neto já tem planos de ampliar as filiais e construir uma nova unidade da Connan: “No entanto, o primeiro passo, neste início de gestão, é consolidarmos esta transição de maneira mais realista possível, com metas plausíveis do mercado e, também, das próprias expectativas dos acionistas para, futuramente, partimos para novas ampliações”.

Ele acrescenta que acredita muito no potencial da Connan e da equipe. “Eu amo o que faço. Sei que temos muito para crescer e um futuro de muito sucesso, mas sempre olho para as conquistas dos que me antecederam e aprendo com seus exemplos para direcionar os passos que daremos à frente.”, finaliza Neto.

 

Cuidados com a nutrição das matrizes é garantia de bons resultados na estação de monta

A época das águas, como são conhecidos os meses do ano que concentram o maior volume de chuvas na maior parte do país, é o período no qual os pecuaristas se prepararam para dar início a um momento importante do calendário produtivo: a estação de monta.

É nessa fase que o pecuarista deve estar muito atento à nutrição do rebanho, principalmente das matrizes, pois esse é o período de construir a condição corporal para que as vacas estejam muito bem para parir na seca, fator que determinará os resultados da próxima estação de monta.

É durante os meses de maior volume de chuva que as vacas encontram as melhores condições para reprodução. Com isso, o produtor deve redobrar sua atenção nesta época, para que o animal chegue ao final dessa fase prenhe e com o melhor escore corporal. Planejar e iniciar a suplementação na época correta são fatores que garantem o bom resultado na propriedade.

Para isso, é importante que se estabeleça na fazenda um período de monta que permita sincronizar a época de maior requerimento nutricional das vacas, que é a lactação, com o momento do ano de maior disponibilidade de forragens, ou seja, a estação das chuvas, para que sobre energia para a reprodução.

Apostar em um planejamento em longo prazo, sem se focar na suplementação apenas durante a estação de monta, é uma forma do pecuarista conquistar resultados positivos. Deve-se levar em conta que existe uma correlação entre a taxa de fertilidade e a quantidade de gordura da vaca, por isso o recomendado é traçar uma estratégia focada na alimentação do animal durante todo o ano.

Os melhores resultados em termos de taxa de desmame e peso são obtidos quando os nascimentos ocorrem durante a estação seca. Dessa forma, entende-se que, na estação chuvosa, as pastagens se recuperam rapidamente, e, em pouco tempo, há alimento de boa qualidade em quantidade suficiente para que as fêmeas alcancem uma condição corporal que favoreça os índices reprodutivos.

Então, lembre-se: com esse pensamento, podemos seguir a lógica de que as vacas bem suplementadas nas águas irão parir com boa condição corporal na seca e estarão recuperadas na próxima estação chuvosa, quando o processo e o planejamento serão renovados. Essa estratégia permite a boa recuperação do animal, sem impacto para a próxima estação de monta.

10 dicas para um bom manejo de vacinação da aftosa

O mês de novembro, período de vacinação contra a febre aftosa, pede a atenção dos pecuaristas aos preparos para o manejo do gado. A reunião do rebanho para a imunização pode ser um ótimo momento para a aplicação das demais vacinas e medicamentos, bem como podemos avaliar o ganho de peso dos animais mais de perto.

Para esta oportunidade, preparamos algumas dicas importantes para obter sucesso no manejo de vacinação e garantir ganhos ao rebanho:

1 – Cuidados com o tronco de contenção para a realização do manejo

Um tronco bem cuidado e com a manutenção em dia, garante a contenção do rebanho para a vacinação, oferecendo segurança à equipe da fazenda e que a vacina seja aplicada de maneira correta no animal. A contenção eficiente do rebanho durante a imunização assegura o resultado positivo do manejo, além do bem-estar aos animais.

2 – Atenção com a temperatura de conservação das vacinas

É importante acondicionar as vacinas que serão utilizadas no manejo em caixas térmicas, com gelo. Assegure-se de que as vacinas estejam refrigeradas, na temperatura recomendada em bula. Mas atenção, as vacinas não devem ser congeladas! Outro ponto importante é estar atento para que, ao longo do dia, os frascos não fiquem em temperatura ambiente. Outra dica é manter a pistola de vacinação dentro da caixa térmica, entre uma aplicação e outra. Desta maneira, será garantida a eficácia da vacina no organismo do animal.

3 – Conduza o gado com calma e evite o estresse animal

Um manejo realizado de maneira racional irá evitar acidentes de trabalho, sendo mais seguro para sua equipe e evitando também que algum animal se machuque. Estudos mostram que um rebanho estressado apresenta baixa resposta às vacinas.

4 – Cheque a pistola de vacinação e aplique a dose adequada

As pistolas devem ser calibradas para que apliquem a quantidade certa da vacina. Faça esta checagem antes de iniciar os procedimentos de vacinação. Depois, ajuste-as conforme a dose recomendada da vacina em questão. Outro ponto é utilizar o tipo de agulha ideal, de acordo com a recomendação de aplicação da vacina, que pode ser subcutânea ou intramuscular.

5 – Mantenha os equipamentos limpos e higienizados corretamente

Higiene e limpeza são fundamentais para garantir bons resultados na aplicação da vacina, bem como evitar geração de abscessos. Certifique-se de higienizar adequadamente a pistola de vacinação e evite a aplicação em regiões sujas do animal.

6 – Atenção: aplique as vacinas na tábua do pescoço do animal!

Recomenda-se aplicar as vacinas na tábua do pescoço do animal ou atrás da paleta. Aplicações em outras regiões, muitas vezes pela pressa em terminar o serviço, podem causar danos ao animal. Deve-se tomar cuidado, pois vacinas aplicadas de forma errada podem levar a perdas de carcaça por hematomas ou abscessos.

7 – Siga um bom calendário de vacinação anual

Ter um calendário de vacinação anual é importante para realizar o reforço de doses no período certo e garantir sucesso na proteção dos animais contra as doenças.

8 – Treine e capacite sua equipe antes deste momento

Realizar um treinamento com toda a equipe antes do período de vacinação é importante para reforçar conceitos, resolver dúvidas e entender os pontos de dificuldade da equipe.

9 – Descarte o material em local apropriado

Após finalizar o manejo de vacinação, é importante que o descarte dos materiais plásticos seja realizado em um local apropriado, bem como as agulhas, para evitar contaminações e acidentes.

10 – Oportunidade para reavaliar o planejamento nutricional do rebanho

Reunir o rebanho no curral é uma ótima oportunidade para a reavaliação do planejamento nutricional de todas as categorias do rebanho, programando os resultados dos animais em crescimento e os lotes com possibilidade de abate durante essa estação de chuvas. Aproveite para realizar a pesagem dos animais; avaliar o ganho médio diário durante o período anterior, analisando falhas e corrigindo a rota a partir dessa avaliação.

 

Fique atento e mantenha a saúde do seu rebanho em dia!

Suplementação proteico-energética é ferramenta essencial no equilíbrio de proteína e nutrientes para o animal a pasto

O plano de alimentação dos animais a pasto deve ser desenvolvido com cautela pelo pecuarista, para garantir o fornecimento dos nutrientes necessários, com o objetivo de atingir um nível de produção viável economicamente durante todo o ano – tanto no período seco como em épocas chuvosas.

A médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques, destaca que, para a produção de bovinos de corte, a fonte mais barata de alimentação é a pastagem. “E, neste sentido, existe uma variação sazonal da produção e qualidade das forragens, causada pelas características climáticas do Brasil”, explica.

O período das águas, como são conhecidos os meses do ano que concentram o maior volume de chuvas em boa parte do país, é também a época em que a produtividade e qualidade das forragens aumentam, assim como a capacidade de fornecer os nutrientes para o desempenho satisfatório dos animais.

“Dessa forma, o objetivo da suplementação nas chuvas é alcançar um ganho de peso acima do potencial das pastagens, que pode garantir uma média de 500 g/animal/dia”, afirma Júlia. “No período das chuvas, a suplementação proteico-energética auxilia no desenvolvimento de um ótimo equilíbrio de energia e proteína para o animal, melhorando o seu desempenho”, completa.

Para a coordenadora, a suplementação proteico-energética é vantajosa quando o manejo da pastagem busca aumentar a qualidade nutricional e estrutural da forragem para proporcionar teores de proteína bruta acima de 11%.

“Em alguns casos, principalmente em pastagens degradadas e em solos de baixa fertilidade, a suplementação mineral proteico-energética nas chuvas acrescenta maiores ganhos de produtividade, melhorando o equilíbrio entre energia e proteína que o animal consome, resultando num efeito positivo sobre o desempenho animal”, garante a Coordenadora de Produtos.

Portfólio Connan atende as necessidades nutricionais no período das chuvas

O Connan Master 300 e Connan Master 500 atendem as necessidades nutricionais durante o período das chuvas nas fases de recria e engorda. A utilização desses produtos permite aumentar a eficiência de conversão das pastagens, melhora o ganho de peso dos animais e encurta os ciclos de crescimento e engorda dos bovinos.

Para as propriedades que realizam confinamento, a suplementação também permite um abate mais precoce, com redução nos custos do confinamento e aumento na rentabilidade da fazenda.

Cuidados com a estrutura do cocho garantem maior ganho de peso ao rebanho

A estrutura de cocho de um sistema pecuário é uma importante ferramenta para garantir a qualidade dos suplementos e ganho de peso dos animais. Ele também gera impacto direto nos resultados financeiros da propriedade, já que é uma estrutura fundamental para o sistema e com relação direta no ganho médio diário (GMD).

Segundo a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, Júlia Marques um cocho de suplementação tem a função de fornecer produtos de nutrição animal com qualidade e em quantidade adequadas para todo o lote, no período estipulado pelo planejamento nutricional. “Para que esse objetivo seja atingido, alguns aspectos devem ser levados em consideração, como localização, altura, área, acesso, material, cobertura e impacto financeiro”, explica.

Além disso, é importante ter em mente que o modelo de cocho mais adequado a um negócio é aquele que melhor atende aos objetivos produtivos do sistema pecuário. Dessa forma, pode apresentar variações no modelo de uma propriedade para outra, por isso o planejamento da estrutura do cocho se torna fundamental para garantir a efetividade da produção.

“A estrutura de cocho é essencial pois é nela que iremos fornecer o complemento da dieta dos animais, sendo o planejamento fundamental para a obtenção dos resultados almejados. Antes de tudo, temos que pensar se ele será usado no corredor facilitando o operacional da distribuição da ração, na divisão de dois pastos ou na praça de alimentação”, explica o pesquisador Científico da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios – APTA, Flávio Dutra de Resende.

Segundo o pesquisador, é preciso analisar que durante a seca os animais podem consumir 10 quilogramas de ração/dia ou até mais. Dessa forma, se forem disponibilizados 40 centímetros de área de cocho por boi, comendo dos dois lados, haverá cinco bois por metro linear de cocho e, nesse caso, ele deverá ter uma capacidade para estocagem de 50 kg de ração, sem transbordar para evitar desperdícios. Além disso, o pecuarista deve ficar atento à largura do cocho para permitir que dois animais possam consumir frente a frente, portanto, a estrutura deve ter no mínimo 80 cm de boca. 

“A minha recomendação para cochos instalados em divisórias de pasto é de, no mínimo, um metro de boca (largura), o que reduz o operacional e permite manejo somente uma vez por dia.  Para aqueles instalados no corredor e/ou mesmo na praça de alimentação, a largura da boca pode ser menor, lembrando sempre que o pecuarista precisa manter atenção ao comportamento dos animais para verificar se todos têm acesso ao cocho normalmente. Uma boa dica, além da questão visual do lote, é usar o escore fecal como indicativo de que todos os animais estão consumindo o mesmo tipo de dieta (pasto + ração), nesse caso a variabilidade de escore de fezes se torna um indicativo de que alguns animais não estão acessando o cocho ou estão consumindo menos ração. Nesta situação a oferta de área deve aumentar”, orienta Resende.

O melhor cocho é aquele que atende às necessidades da fazenda

Embora alguns pecuaristas ainda considerem o cocho como custo, na realidade ele se configura como um dos principais investimentos na fazenda, permitindo o acesso fácil dos animais à alimentação e uma logística rápida com o intuito de diminuir o custo operacional da distribuição de ração.

Vale lembrar, entretanto, que o modelo de cocho mais adequado a um negócio é aquele que melhor atende os objetivos produtivos do sistema pecuário. Dessa forma, pode-se apresentar variações no modelo de uma propriedade para outra.

A localização precisa ser de fácil acesso para facilitar a logística e reduzir o custo operacional do fornecimento da ração. Sistemas de cochos no corredor ou mesmo na divisão de piquetes podem ser utilizados amplamente ou nas praças de alimentação quando existem sistemas rotacionados. 

“O cocho de suplementação bem localizado impacta significativamente na lucratividade do negócio. Ele deve estar próximo à fonte de água, para que o consumo deste recurso seja mais regular e que, dessa forma, se atinjam os objetivos produtivos”, reforça a Coordenadora de Produtos da Connan.

O risco de contaminação por fezes, urina e outros fatores externos é levado em consideração quando o assunto é altura do cocho, que é a medida do solo até a borda superior da estrutura. Modelos mais elevados do solo garantem maior qualidade da suplementação. “É importante que todos os animais consigam alcançar confortavelmente o produto oferecido. Por isso, a altura do cocho deve ser adequada à categoria animal que está sendo suplementada”, explica ela.

O papel do cocho na TIP

Há várias opções de cochos, desde as bombonas plásticas, borrachão, aproveitamento de bags, cochos de concreto, entre outros. O tipo de cocho tem que permitir o fornecimento e quantidade corretos do suplemento, garantindo que os animais consumam a porção planejada pelo nutricionista para complementar a nutrição à pasto. 

“Aqui vale ressaltar um ponto importante: o desperdício. Numa TIP, principalmente no período das águas, um desperdício de 5% pode pagar todo o investimento na cobertura de cocho; é importante fazer as contas e chegar à conclusão. Lembrando sempre que o alimento colocado no cocho deve chegar à boca do boi, sem desperdício, e na mesma quantidade para todos os animais. Na prática, fazemos o consumo médio e isso é complicado pois podemos estar tendo fundo de lote por erros de manejo de cocho e não por qualidade genética”, alerta o pesquisador da APTA.

Em relação a cobertura do cocho para TIP, o especialista da APTA recomenda cobrir uma área de no mínimo 20 cm/por animal para ser usado no período chuvoso, uma vez que os animais acessam o cocho de forma mais lenta pois preferem comer folhas verdes, diminuindo o investimento na cobertura da estrutura nas chuvas.

“O melhor modelo de cocho varia de um sistema pecuário a outro, já que a estrutura deve ser aquela que melhor atende o objetivo produtivo do pecuarista. Analisar e instalar um espaço adequado para a alimentação dos animais é uma forma de garantir a boa alimentação e, consequentemente, os bons resultados no ganho de peso, fato que irá interferir diretamente no valor de venda do rebanho e no lucro da fazenda”, acentua Júlia.

Suplementar minerais para gado de leite garante produtividade e saúde do rebanho

Produtores de gado leiteiro sabem que não é uma tarefa fácil manter a saúde dos animais, principalmente durante momentos críticos, como o pré e o pós-parto. Para garantir uma boa produção e a rentabilidade da propriedade, é importante manter uma alimentação rica em nutrientes fundamentais para a saúde e reprodução, principalmente com a atenção para a suplementação mineral do rebanho leiteiro.

Os suplementos minerais são uma fonte rica de minerais, vitaminas e outros aditivos para ajudar a compor a alimentação dos animais. A falta de investimento em suplementos pode levar a prejuízos na produção leiteira, principalmente em bovinos que se alimentam exclusivamente de pasto, além de perda de animais por quedas na imunidade, problemas de casco, quadros de mastite e falhas reprodutivas, problemas que comprometem a produtividade leiteira.

“Quando pensamos na importância da suplementação mineral, estamos olhando para uma parte fundamental da nutrição, pois os minerais auxiliam diretamente no aumento da produtividade, na melhora da qualidade do leite e na redução do intervalo entre os partos”, reforça a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan, empresa especialista na alimentação e suplementação de bovinos, Júlia Marques.

Fornecer suplementação mineral além da alimentação regular garante que os animais estão recebendo a quantidade certa de vitaminas e minerais para cada etapa de seu desenvolvimento, o que torna a produção mais eficiente, especialmente quando pensamos em animais a pasto. “Investir em uma boa suplementação mineral é o caminho ideal para que o gado de leite consiga os suprimentos necessários para a estabilidade da saúde e reprodução, fornecendo nutrientes chave que apenas a dieta normal, à base de volumosos, não consegue suprir”, detalha Júlia.

Escolher o produto é o primeiro passo para garantir os bons resultados. “Entender a realidade e as necessidades do rebanho é o ponto de partida para compreender qual o melhor suplemento para aquela realidade. O segundo ponto é conhecer as opções de produtos disponíveis no mercado e seus focos de atuação”, explica a médica-veterinária.

Ela acrescenta que a principal informação que o produtor deve analisar no momento da compra é a composição nutricional. “A formulação precisa conter níveis adequados de todos os itens que as pastagens em geral não proporcionam aos bovinos. Destacam-se minerais importantes como o cobre, zinco e selênio, além das vitaminas A, D e E.”.

Soluções Connan para pecuária de leite

A Connan, empresa especialista na alimentação e suplementação de bovinos, possui em seu portfólio dois tipos de suplementos com minerais aglomerados. A diferença entre eles está na composição, sendo adequados para diferentes momentos da vida do animal. “Nossos suplementos são enriquecidos com vitaminas, minerais e aditivos para o fortalecimento da saúde e melhora da reprodução em gado de leite, além de serem prontos para uso, ou seja, podem ser fornecidos diretamente no cocho dos animais”, enfatiza Júlia.

Dentre os produtos estão o suplemento mineral aglomerado Connan ADE 90, ideal para auxiliar na fase de crescimento e no período de pré e pós-parto de vacas de leite, e o Connan Lactec, indicado para fase de pré-parto e durante toda a lactação de vacas de leite.

“O principal diferencial da nossa tecnologia está no mineral, base do produto, que passa por um processo de aglomeração que garante que os animais consumam o sal mineral de maneira mais homogênea, evitando perdas nos cochos por escoamento, após chuvas e vento, além de reduzir o empedramento, rendendo até 16% a mais que o sal mineral comum”, finaliza Júlia.

Connan destaca resultados conquistados com a TIP no 3º Beef Day

A Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, participará da 3ª edição do Beef Day, evento que expõe resultados de alta performance para a cadeia pecuária, e que será realizado no dia 17 de agosto, em Colina (SP), casa do Boi 777. Na ocasião, a empresa mostrará os estudos realizados em parceria com a equipe da APTA Colina e a Embrapa Gado de Corte, que comprovam os bons resultados da Terminação Intensiva a Pasto (TIP).

“Temos orgulho por ter auxiliado a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA) de Colina no processo de desenvolvimento do conceito do Boi 777, que revolucionou a produção pecuária no Brasil, auxiliando na melhora da qualidade da carne e, principalmente, da lucratividade do criador de gado no país. Estar presente nesse evento é seguir contribuindo para o desenvolvimento do setor”, destaca a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da empresa Júlia Marques.

A Connan participa do evento com um estande onde irá destacar seus produtos e soluções como o Aglomerax, presente em toda a linha de suplementos e rações da empresa. “O principal diferencial da solução está no mineral, base do produto, que passa por um processo de aglomeração que garante que os animais consumam o sal mineral de maneira mais homogênea, evitando perdas nos cochos por escoamento, após chuvas e vento, além de reduzir o empedramento, rendendo até 16% a mais que o sal mineral comum”, informa Júlia.

Outro destaque da empresa serão os dados dos estudos desenvolvidos pela Connan, em parceria com a equipe da APTA Colina e a Embrapa Gado de Corte, que comprovaram os bons resultados da Terminação Intensiva a Pasto (TIP).

A TIP é um modelo vantajoso, pois dá previsibilidade de abate ao pecuarista, possibilitando que se desenvolva um programa nutricional tanto para as águas quanto para as secas, permitindo abater lotes de cabeceira, meio e fundo com maior homogeneidade.

“A técnica facilita, também, a extensão do prazo de abate sem a necessidade de se investir em uma estrutura de confinamento. No modelo, o animal consome no pasto a mesma quantidade de ração que é fornecida quando está confinado. A diferença é que o próprio pasto passa a ser a fonte de volumoso. O menor custo operacional, a fácil adaptação e índices mínimos de refugo de cocho proporcionam ainda maior bem-estar animal e alta eficiência”, afirma a Coordenadora.

Ciência a favor do Campo

Este ano, o tema do evento é “A Ciência a favor do Campo”. O objetivo é promover a inovação no campo com a ampliação do conhecimento técnico pelo intercâmbio de palestras e debates especializados voltados aos sistemas de produção de carne bovina.

O Beef Day é uma realização em conjunto com o Grupo de Estudos em Produção de Ruminantes (GEPROR) com a APTA, na APTA Regional Colinas/SP, além de parceiros.

“O Beef Day é um momento importante para estreitarmos relacionamento com os nossos parceiros, apresentar nosso portfólio para novos clientes e trocar informações sobre o mercado pecuário. Para nós da Connan, é sempre muito importante participar desse evento e mostrar nosso apoio as pesquisas e estudos em prol da atividade”, opina Júlia.

Adotar estratégias para a suplementação de vacas de corte nas secas garante melhores índices reprodutivos

O início do período das secas é momento de decisão importante para o pecuarista quanto ao desempenho dos animais. Na prática, isso quer dizer que as decisões tomadas sobre o planejamento na propriedade irão impactar todo o rebanho. Desta forma, é fundamental que o produtor tenha suas prioridades bem definidas nesta fase para colher bom desempenho a longo prazo.

A opinião é da médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques que indica estratégias para a suplementação para vacas de corte durante o período das secas. A especialista explica que a condição corporal das vacas ao parto, ou seja, o teor de gordura corporal, tem alta correlação com a fertilidade dos animais na próxima estação de monta. Portanto, o investimento em um bom programa nutricional é importante para obter sucesso nos índices reprodutivos.

“Estamos na metade do ano, em que a maioria das vacas se encontram no terço médio de gestação, o qual há o maior desenvolvimento das fibras musculares do feto. Neste momento, a nutrição materna será determinante no crescimento muscular do bezerro e, possíveis falhas nesta fase irão trazer prejuízos para toda a vida do animal que está sendo gerado”, explica Júlia.

Qual estratégia devo seguir?

Pensando sobre este aspecto fundamental, a médica-veterinária indica algumas estratégias para a suplementação para vacas de corte como, por exemplo, segmentar os lotes por condição corporal. “Animais que já se encontram no escore 3 ou 4 no período seco podem ter um nível de suplementação de mantença, com ureado, enquanto que as mais magras devem receber uma suplementação diferenciada para ganho de peso com proteico ou proteico-energético”, afirma.

Além disso, segunda ela, é importante diferenciar novilhas, primíparas e multíparas. “Os lotes também devem ser divididos de acordo com o estágio de vida em que a fêmea se encontra. As primíparas têm exigências maiores do que as multíparas, por serem gestantes ainda em crescimento, enquanto que novilhas também terão outra estratégia de suplementação”.

“A dica é: utilize a suplementação (peso vivo) de 1g/kg para novilhas e de 3g/kg para primíparas. O suplemento bem formulado, aliado com a disponibilidade do pasto, fornecerão os resultados esperados”, garante a especialista.

Para ela, as vacas que serão descartadas devem ser separadas para a engorda, que pode ser realizada pela Terminação Intensiva a Pasto (TIP). “Dessa maneira, se consegue valorizar a venda do animal e gerar maior rentabilidade”, pontua.

Manejo adequado e genética do gado de corte foram destaque da Connan em Dia de Campo na Fazenda ELGE

Manejo adequado, melhoramento genético e sucessão em empresas familiares rurais foram alguns dos temas compartilhados no Dia do Campo na Fazenda ELGE, que foi realizado no início de junho, em Dois Irmãos do Buriti (MS), com a presença da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil.

O evento, que foi organizado pela pecuarista Guta Alonso, recebeu produtores da região e apresentou seu rebanho, que conta com qualidade reconhecida nacionalmente. “A Connan é parceira da fazenda, realiza o planejamento nutricional da propriedade, o que, junto com o manejo adequado, permite que os animais expressem todo seu potencial genético”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques.

A coordenadora explica que o Nelore ELGE foi selecionado a partir da linhagem Lemgruber, famosa por sua docilidade e alto desempenho. “Os animais Lemgruber que inicialmente compuseram o rebanho, foram adquiridos da Fazenda Mundo Novo, em Uberaba, Minas Gerais, referência em qualidade, de Eduardo Cardoso Penteado”, aponta.

O encontro reuniu mais de 300 participantes e foi uma oportunidade para que os pecuaristas pudessem verificar e comprovar a qualidade do rebanho, além de discutir temas relevantes que envolvem a cadeia produtiva.

Mais informações da fazenda podem ser obtidas pelo site: www.fazendaelge.com.br.

Torque 200

Connan destaca soluções nutricionais para todas as fases da pecuária na ExpoJanaúba

Após três anos suspensa em razão da pandemia, a ExpoJanaúba retorna ao circuito das feiras do setor. A exposição agropecuária regional de Janaúba, em Minas Gerais, será realizada de 02 a 12 de junho com leilões, shows de música e apresentação de pesquisas relacionadas à agropecuária. Na edição deste ano, a Connan participará da feira com soluções para bovinos de corte em todas as fases do ciclo produtivo.

“Neste ano, a Connan apresentará os suplementos minerais Nitrotec, Fertitec e Connan 80, além das linhas Torque e Master, que atendem as necessidades de todo o ciclo da pecuária, oferecendo ganhos e resultados positivos ao criador”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques.

A empresa também realizará, na sexta-feira, 03/06, a palestra “Boi China: Risco ou Oportunidade”, que apresentará uma atualização sobre informações do mercado, no auditório da Abanorte, no Parque de Exposições.

“Entendemos que a troca de informações, principalmente neste momento de desafios que o setor enfrenta é uma ferramenta de extrema importância para as decisões no campo. Esse será o foco da palestra, compartilhar dados e análises que auxiliem o pecuarista a traçar metas e desenvolver o planejamento de sua propriedade, com mais assertividade”, conclui Júlia.

ExpoJanaúba 2022

A feira mineira é organizada pelo Sindicato Rural de Janaúba e se consolida em sua 39ª edição. Com público estimado em 200 mil pessoas em 2019, o evento é um dos maiores no âmbito nacional. Informações pelo site: https://www.expojanauba.com.br/

Connan reforça proximidade com os produtores durante Acricorte 2022

A participação da Connan na Acricorte, feira de negócios voltada para a cadeia produtiva de carne bovina, marcou o retorno da empresa aos eventos presenciais. A feira foi realizada no início do mês de maio e bateu recorde de público já no primeiro dia do evento.

Na avaliação da médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques, estabelecer o diálogo aberto e franco com todos os clientes durante a feira foi o grande saldo positivo da participação.

“Esse contato presencial foi muito importante para reforçar a nossa proximidade e interesse em saber as reais necessidades dos clientes. É muito importante esse momento, pois temos a possibilidade de trocarmos informações e conhecer mais de perto as realidades de cada um”, afirma a Coordenadora. O atual Presidente da Connan Fernando Cardoso Penteado Neto esteve presente na feira.

Tecnologia Aglomerax

Ainda de acordo com a Coordenadora, para os dias de Acricorte, a Connan levou a apresentação da tecnologia Aglomerax, demonstrando o grande diferencial do produto após a ação de chuvas frente a outros suplementos minerais da concorrência.

Ela explica que o principal diferencial da solução está no mineral, base do produto, que passa por um processo de aglomeração que garante que os animais consumam o sal mineral de maneira mais homogênea, evitando perdas nos cochos por escoamento, após chuvas e vento, além de reduzir o empedramento, rendendo até 16% a mais que o sal mineral comum.

A Acricorte é um evento que faz parte de uma série de projetos e iniciativas da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e tem como objetivo o de promover a integração dos produtores.

Além de mostrar novidades tecnológicas para a cadeia de produção de carne bovina por meio da feira de negócios oferecidas por empresas de referência do setor, a programação nos dois dias do encontro conta ainda com palestras divididas em quatro blocos.

“A Connan parabeniza a Acrimat pela organização do evento, pelo alto nível de palestras e pelo notável número de inscritos. Aproveitamos para agradecer todos os clientes e parceiros que passaram pelo nosso estande ao longo dos dois dias da feira”, finaliza a Coordenadora.

Sobre a Connan 

Com mais de 150 representantes comerciais, a Connan é a única empresa nacional a produzir o próprio fosfato bicálcico – Aglomerax, o que lhe confere grande diferencial competitivo e garantia de qualidade dos produtos.

Para mais informações, entre em contato diretamente com um de nossos consultores por esse link AQUI.

Esperamos o seu contato,

Até breve!

Pecuária de leite: do que não posso abrir mão durante períodos críticos de mercado?

O momento na pecuária de leite é de cautela, trazendo à tona o tema de planejamento nas propriedades, fator que oferece ao pecuarista a oportunidade de se preparar para os possíveis obstáculos que podem surgir ao longo do projeto e, principalmente, definir uma meta e os caminhos que pretende seguir para alcança-la.

Na pecuária de leite esse planejamento é ainda mais importante, pois o sucesso e a lucratividade da atividade dependem do conhecimento e preparação adequada de todo o processo produtivo, que resultarão em bons resultados para a fazenda.

“Em períodos desafiadores, é fundamental que o pecuarista tenha o planejamento da propriedade muito bem desenhado, definindo suas prioridades, com bons critérios de segurança. Garantir uma nutrição que tenha o aporte ideal de minerais é uma boa estratégia para manter a saúde e reprodução das vacas em lactação, as grandes provedoras da propriedade”, destaca a médica-veterinária e Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques.

Segundo ela, danos causados por uma “economia” no suplemento mineral podem ser prejudiciais e de difícil recuperação, elevando índices de problemas de casco, perdas na reprodução, aumento de CCS e quadros de mastite.

Pensando nestes pontos fundamentais, a médica-veterinária listou quatro 4 dicas fundamentais para garantir o sucesso e uma boa passagem por momentos delicados como o vivido atualmente pela atividade:

  • Crie um planejamento para os próximos 90 dias

O segredo do produtor de sucesso é o planejamento. Em momentos incertos, é preciso realizar uma programação de curto prazo. “Desta forma, é possível ter uma melhor estimativa do mercado e do cenário de insumos, além de manter o que há de melhor bem cuidado dentro de casa, como as vacas com melhores índices de produção”, pontua Júlia.

  • Defina bem suas prioridades

É necessário fazer uma boa gestão dos lotes de animais, preservando vacas em início e pico de lactação. “Pontos como a saúde e reprodução do rebanho devem ser um tema inegociável no sistema produtivo”, enfatiza a veterinária.

  • Garanta a suplementação mineral para as vacas de leite

Vacas em lactação enfrentam grandes desafios metabólicos. A seleção por animais mais produtivos também levou a um rebanho com maiores necessidades para produção, saúde e reprodução. “Garantir uma nutrição que atenda a essas exigências é fundamental. A Connan indica o fornecimento diário de suplemento mineral completo, na dose de 50 a 80 g a cada 100 kg de peso vivo por animal”, completa Júlia.

  • Mensure seus resultados

“Quem não sabe se acertou ou errou, não tem chance de corrigir a estratégia para obter melhores resultados. A reavaliação do caminho a ser seguido é necessária e faz parte do processo de evolução do planejamento para o próximo período. O sucesso para momentos delicados é utilizar os recursos da forma mais racional e consciente”, conclui a médica-veterinária.

rendimento na suplementação do rebanho

Connan participa da Acricorte com soluções nutricionais personalizadas para a realidade do rebanho

A Connan volta aos eventos presenciais com a participação na segunda edição da Acricorte, que será realizada em Cuiabá (MT), nos dias 12 e 13 de maio. A presença da empresa no evento marca o reencontro “corpo a corpo” com os pecuaristas e parceiros da região.

“Nossa participação na Acricorte tem como objetivo reforçar nossa parceria com os clientes e propor soluções customizadas a suas realidades. Estamos muito animados para esse reencontro com o mercado, depois de longos meses distantes por conta da pandemia”, afirma a Coordenadora de Produtos da Connan Júlia Marques.

Entre as soluções que serão apresentadas está o Aglomerax, presente em toda a linha de suplementos e rações da Connan. O principal diferencial da solução está no mineral, base do produto, que passa por um processo de aglomeração que garante que os animais consumam o sal mineral de maneira mais homogênea, evitando perdas nos cochos por escoamento, após chuvas e vento, além de reduzir o empedramento, rendendo até 16% a mais que o sal mineral comum.

“Além disso, a empresa apresentará no evento soluções desenvolvidas a partir das necessidades do rebanho no período de estiagem, que estamos entrando no momento, promovendo maior desempenho e lucratividade”, adianta a Coordenadora. “A Connan convida a todos para estarem conosco em nosso estande e construirmos juntos soluções para seu negócio”, convida.

Acricorte

A Acricorte é um evento que faz parte de uma série de projetos e iniciativas da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e tem como objetivo o de promover a integração dos produtores.

Além de mostrar novidades tecnológicas para a cadeia de produção de carne bovina por meio da feira de negócios oferecidas por empresas de referência do setor, a programação nos dois dias do encontro conta ainda com palestras divididas em quatro blocos.

A programação completa e as inscrições estão disponíveis em: https://acrimat.org.br/portal/projeto/acricorte-2022/.

aumento dos insumos

Em tempo de aumento dos insumos, Terminação Intensiva a Pasto (TIP) oferece bons resultados com menos custos ao pecuarista

O período da terminação é uma das mais importantes fases da pecuária, pois representa o momento no qual o animal deve atingir o peso projetado e o acabamento de carcaça adequados, agregando valor a todo trabalho realizado durante o restante do ciclo da atividade.

Na prática, esse é o período que antecede ao abate e também uma das fases mais importantes na cadeia produtiva, já que é a etapa que determina a qualidade e o peso da carcaça. Neste período, o animal deve atingir um peso ideal, depositando um percentual mínimo de gordura para uma boa comercialização com o frigorífico.

“Nesse momento, o pecuarista deve estar atento para todos os fatores que possam interferir no acabamento da carcaça, um dos principais diferenciais para agregar qualidade e valor no momento da venda. Estamos enfrentando uma fase de alta nos insumos que impactam diretamente no negócio da pecuária, por isso, essa é uma fase de tiro certo”, afirma o Diretor de Operações da Connan Marcio Bonin.

Neste cenário, a Terminação Intensiva a Pasto, ou TIP, surge como uma estratégia que traz velocidade para a terminação dos animais, com o aumento do aporte nutricional, fornecimento da ração direto no cocho e na própria área de pastejo.

“A técnica mais utilizada e entendida como segura para acabamento dos animais neste momento é a terminação em confinamento tradicional. Contudo, o custo estrutural do sistema é alto e arriscado. Além disso, sem uma demanda constante de animais, a estrutura fica ociosa durante uma parte do ano, gerando alto desembolso operacional”, explica Bonin.

Como alternativa, a TIP é um modelo vantajoso, pois dá previsibilidade de abate ao pecuarista, possibilitando que se desenvolva um programa nutricional tanto para as águas quanto para as secas, permitindo abater lotes de cabeceira, meio e fundo com maior homogeneidade. A TIP facilita, também, a extensão do prazo de abate sem a necessidade de se investir em uma estrutura de confinamento.

“Essa é uma técnica que também oferece segurança ao pecuarista, bem como representa baixo investimento estrutural. Utilizando de tecnologias complementares na nutrição, a TIP oferece ótimos resultados no campo e lucratividade ao criador”, destaca Bonin.

No modelo TIP, o animal consome no pasto a mesma quantidade de ração que é fornecida quando está confinado. A diferença é que o próprio pasto passa a ser a fonte de volumoso. O menor custo operacional, a fácil adaptação e índices mínimos de refugo de cocho proporcionam ainda maior bem-estar animal e alta eficiência.

“O custo da estrutura e mão de obra são fatores que impactam diretamente no valor de produção do sistema de confinamento, enquanto na terminação intensiva a pasto o produtor utiliza da estrutura da fazenda e investe apenas em ração e suplementação, que ajudarão no processo de engorda do animal”, ressalta.

Resultados comprovados no campo

Para comprovar os resultados dessa técnica a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, em parceria com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e a Embrapa Gado de Corte, promoveu estudos que comprovaram os bons resultados da técnica no campo.

As pesquisas foram promovidas com o uso da tecnologia Nuclemix Connan Termina-Fácil, um núcleo completo com minerais e proteínas, além de uma combinação de aditivos que devem ser misturados com farelos energéticos. Os resultados mostraram que os animais ganharam mais peso e mais carcaça, apresentando rendimento de ganho em torno de 75%, ou seja, de cada kg de peso vivo ganho pelos animais, 750 g foi em carcaça.

Com manejo simples, a TIP utiliza apenas dois insumos sendo o milho adicionado ao Nuclemix Connan Termina-Fácil. A estratégia de terminação com tempo fixo amplia o índice de lotação global da propriedade, aumenta a taxa de desfrute e de abate da fazenda, disponibiliza maior área de pastagem para outras categorias, intensifica o ganho médio diário global e, com isso, adiciona receita líquida por hectare/ano na propriedade.

“O tratamento dos animais com o Nuclemix Connan Termina-Fácil permite a deposição de gordura de acabamento e aumento do ganho em carcaça em qualquer época do ano, sem a necessidade de fechar os animais em confinamento, oferecendo economia com uma tecnologia acessível aos pecuaristas”, finaliza Bonin.

Impactos negativos no pós-desmame

Impactos negativos no pós-desmame podem ser minimizados com uso correto de técnicas no manejo dos bezerros

O período do desmame é uma fase que exige uma atenção diferenciada do pecuarista, não apenas no período em que o bezerro é separado da mãe, mas também no que procede esse momento, já que os impactos do manejo dessa ruptura podem interferir por toda a vida do animal.

Reduzir a perda de peso dos bezerros na fase após o desmame é o principal desafio dos pecuaristas nesta etapa, já que, quando separados de suas mães, os animais podem passar mais tempo caminhando. Com isso, eles pouco se alimentam, ruminam e descansam.

Outro desafio é o fato desse período do ciclo pecuário coincidir, na maior parte das vezes, com a estação de seca, quando a maior parte do país registra escassez de forragens. “A fase, que já é de estresse elevado aos animais, pelas mudanças que o desmame traz para a rotina desses bovinos, também exige uma atenção especial para a nutrição”, explica o gerente técnico e de marketing da Connan, Marcio Bonin.

O manejo mais adequado para os animais neste período pós desmame deve se concentrar em algumas técnicas que se baseiam em tirar o medo dos animais e ensinar o caminho pro cocho, para que se ambientem mais rápido e comecem a ingerir o suplemento.

“Este é um período curto, mas é fundamental ensinar para os animais o caminho para o cocho e disponibilizar suplementos palatáveis e de melhor qualidade. É preciso que eles se ambientem mais rapidamente e comecem a consumir os suplementos, o que fará grande diferença nessa fase de estresse”, explica Bonin.

Ele, ainda, aponta que isso não interfere no programa nutricional da fazenda ou nos níveis crescentes de suplementação. “Se eles não fossem submetidos a esse manejo de condicionamento, tempo seria maior para que os animais chegassem ao cocho. O objetivo é que eles cheguem mais rápido ao local onde está o alimento e passem a ingerir o suplemento, para que possam entrar no programa nutricional da fazenda”, disse.

Comunicado técnico auxilia pecuarista

Buscando oferecer mais informações sobre essa técnica, com dados e experimentos realizados no sistema brasileiro de produção pecuária, ou seja, no pasto, a Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS) e a Connan desenvolveram um Boletim Técnico com o tema “Condicionamento: uma técnica para melhorar o desempenho de bovinos na fase pós desmame”, baseado na intervenção nutricional dos bezerros por um curto espaço de tempo.

Segundo o Pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Rodrigo Gomes, a técnica apresentada na publicação não contraria completamente a premissa que as estratégias de suplementação para o período de recria e engorda deve seguir níveis crescentes de fornecimento de nutrientes, em concordância com o aumento na exigência energética para ganho de peso à medida que o animal avança em sua curva de crescimento. “O condicionamento prega a elevação do nível suplementar por curtos períodos de tempo, em momentos estratégicos e de maior desafio para os animais”, disse.

O material, que pode ser acessado gratuitamente, apresenta um estudo no qual foi feita a suplementação proteico energética, com objetivo principal de aumentar o suprimento de nutrientes como energia, proteína e minerais em momentos de maior desafio, especialmente no período que sucede a desmama, sem estender o seu uso por períodos mais longos.

Clique no link e acesse o material na íntegra:  https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/229245/1/COT-149-Final-em-alta.pdf.

Planejamento nutricional nas águas

Planejamento nutricional nas águas garante boa recuperação das vacas e índices zootécnicos mais eficientes na estação de monta

O período das águas, como são conhecidos os meses do ano que concentram o maior volume de chuvas em boa parte do país, é a época em que os pecuaristas se prepararam para dar início a uma etapa importante do calendário produtivo da propriedade: a estação de monta.

Um programa ambicioso de produção animal se inicia nesta fase, por isso é importante que o pecuarista trate esse momento com muita atenção e planejamento. Estabelecer um período de monta na propriedade permite sincronizar o período de maior requerimento nutricional das vacas com a época do ano de maior disponibilidade de forragens, ou seja, as chuvas.

“São nos meses de maior incidência de chuva que as vacas encontram as melhores condições para reprodução. O criador deve estar atento para que o animal chegue a essa época com o melhor score corporal, por isso é importante se planejar, iniciando a suplementação na época correta, para garantir bons resultados no período”, explica o gerente Técnico e de Marketing da Connan, Marcio Bonin.

Para Bonin, o produtor deve apostar em um planejamento em longo prazo para conquistar os melhores resultados. “Não adianta focar a suplementação trinta dias antes de iniciar a estação de monta. Existe uma correlação entre a taxa de fertilidade e a quantidade de gordura da vaca, por isso é importante traçar uma estratégia focada na alimentação do animal durante todo o ciclo”, afirma.

Os melhores resultados em termos de taxa de desmame e peso são obtidos quando os nascimentos ocorrem durante a estação seca. Dessa forma, entende-se que no início da estação chuvosa, as pastagens se recuperam rapidamente, e, em pouco tempo, há alimento de boa qualidade em quantidade suficiente para que as fêmeas alcancem uma condição corporal que favoreça os índices reprodutivos. Com isso, a estação de monta poderá começar poucas semanas depois do início das chuvas.

“Seguindo essa lógica, o ciclo terá um resultado muito positivo, pois as vacas serão bem suplementadas nas águas, irão parir em boa condição corporal na seca e estarão recuperadas na próxima estação chuvosa. Essa estratégia permite uma rápida recuperação do animal, sem impacto para a próxima estação de monta”, destaca Marcio.

Focada em oferecer melhores resultados aos pecuaristas, a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, oferece ao mercado uma opção em suplementação indicada para matrizes (vacas e novilhas) no pré-parto e durante a época de cobertura.

“A escolha correta do produto, aliada a estratégias nutricionais bem direcionadas, garante que a vaca alcance os melhores índices nutricionais, que se traduzem em ótima condição corporal, elevadas taxas de prenhez e o desmame de bezerros pesados e de boa saúde”, finaliza Bonin.

 

rendimento na suplementação do rebanho

Tecnologia garante 16% a mais de rendimento na suplementação do rebanho e maior lucratividade ao pecuarista

A chegada das águas é um dos períodos de maior atenção para os pecuaristas, pois eles se deparam com o desafio de manter a suplementação adequada do rebanho, uma vez que a chuva impacta diretamente no manejo de cocho e nas perdas do suplemento em pó, causando prejuízos para a nutrição dos animais e para a propriedade.

Pensando em proporcionar uma solução que atenda às necessidades dos criadores nesta fase do ano, a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, oferece ao mercado a tecnologia Aglomerax, um suplemento, produzido a partir de um processo de alta tecnologia, que aglomera os nutrientes na mesma partícula (grânulo), protege o suplemento mineral do empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva.

Essa tecnologia oferece ao produto maior resistência à ação das chuvas, o que reduz drasticamente o desperdício do suplemento, tornando o sistema produtivo mais rentável e sustentável. “Além disso, os nutrientes ficam contidos no interior das partículas, evitando o empedramento no cocho, o que prejudica o consumo pelos animais”, explica o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin.

Segundo Bonin, suplementos minerais comuns em pó apresentam uma maior superfície exposta ao tempo, absorvem umidade pela presença do sal comum desprotegido e empedram com facilidade. “Por ser aglomerado e mais pesado do que os outros produtos, perdas pela ação do vento também são minimizadas, além de reduzir a irritação à mucosa dos animais por inalação”.

Embrapa Gado de Corte confirma maior rendimento e palatabilidade

O alto rendimento do Aglomerax foi comprovado em três experimentos realizados pela Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS), no período das águas, que conferiram um rendimento 16% superior do Aglomerax, quando comparado aos suplementos em pó.

“Concluímos que a tecnologia, mesmo em condições de exposição à água da chuva, mantém sua palatabilidade, ajustando sua fórmula e mantendo a quantidade suficiente para suprir a necessidade do animal, fazendo com que ele ganhe peso e se reproduza com eficiência”, explica o pesquisador da Embrapa, Rodrigo da Costa.

O pesquisador, que acompanhou as três fases do experimento, destacou a manutenção da forma física do Aglomerax como grande diferencial e responsável pelos benefícios que o pecuarista tem, principalmente em relação às perdas por empedramento. “Há uma tendência de ganho de até 40 gramas adicionais no GMD (Ganho Médio Diário) com utilização do Aglomerax. Esse aumento é justificado pela maior resistência da solução ao empedramento e maior estabilidade do consumo”, pontua Bonin.

“O suplemento em pó exposto ao ambiente empedra e endurece no cocho, impondo mais dificuldade para o animal ingeri-lo. No entanto, observamos com o Aglomerax um potencial de consumo mais regular, assim como um maior rendimento, o que se traduz em economia para o produtor, que vai gastar menos para ter um melhor desempenho do seu rebanho”, explica o pesquisador.

Frente aos resultados apresentados nas duas últimas etapas de teste, a Embrapa já programou o início de novos experimentos, que visam zerar as perdas. “O Aglomerax está nos mostrando que existe um potencial para desenvolver uma técnica na qual o produtor tenha quase nenhuma perda com o suplemento. Nestas pesquisas, queremos criar um protocolo de um Aglomerax que dê protagonismo para esse resultado”, enfatiza o pesquisador.

manejo de pastagem

Estratégias de manejo de pastagem e de condicionamento da recria na transição acelera a recuperação dos animais

Normalmente o final do período seco é a fase mais crítica da produção de carne. É neste momento que o pecuarista precisa manejar a estrutura das pastagens para potencializar a rebrota do capim e, consequentemente, a produção de arrobas no período chuvoso, que é a fase mais interessante para reduzir o custo de produção da arroba e conseguir diluir o investimento da reposição.

A estratégia é apontada pelo zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson. Para ele, a preparação da estrutura do pasto, nesse final de seca, é crucial para que o produtor tenha um bom resultado nas águas, uma vez que a sua condição será determinante para a formação do pasto no período de chuvas.

O zootecnista explica que, o período seco é representado por uma pastagem com folhas secas e de baixo aproveitamento pelos animais. Chegar ao final da seca com alta oferta de massa seca pode ser prejudicial ao sistema, pois com a retomada das chuvas, a tendência é que as folhas se desprendam do talo e caiam. “O talo que permanece prejudica o acesso dos animais a pastagem recém-rebrotada no início das chuvas. Além disso, o material morto acumulado rente ao solo cria um micro ambiente propício para pragas – principalmente cigarrinhas das pastagens e fungos, causando distúrbios nos animais”.

O ideal para o período de retomada das chuvas é trabalhar com as pastagens no limite inferior de altura de manejo da forrageira da fazenda.  “A altura de manejo que se deve trabalhar no final da seca para uma boa rebrota é de 30 a 40 cm para pastagens do gênero Panicum, como Mombaça e Tanzânia, e de 10 a 15 cm para as brachiárias, como a decumbens, Marandu e MG-5”, complementa.

O ponto mais importante nesse período de transição de seca para chuva é a estrutura do pasto, com cuidados direcionados para que a pastagem não fique rapada demais e nem com excesso de folhas. A estrutura desse pasto irá interferir bastante na formação do pasto de chuva, no consumo do suplemento e no desempenho do rebanho durante a época de transição e, também, no período de chuvas”, reforça o zootecnista.

Condicionamento na Transição

O animal que sofreu restrição alimentar na seca inicia o período chuvoso com os órgãos viscerais em menor tamanho e metabolismo reduzido. O fígado, rins, coração e trato gastrointestinal ficam menores para economizar energia durante a fase de restrição nutricional. “Para esse animal voltar ao normal e ganhar peso em uma qualidade satisfatória, leva um tempo. Por isso, a ideia do manejo de condicionamento é acelerar a recuperação dos animais através da intensificação nutricional por 30 a 50 dias durante o período de transição”.

Desta forma, na época em que o pasto estará na melhor qualidade nutricional, o animal consegue aproveitar ao máximo. Essa recuperação do metabolismo pode ser feita com suplementos proteico-energéticos de forma adequada. “A ideia é recuperar esse animal o mais rápido possível, para que ele volte a depositar carne e o pecuarista consiga aproveitar mais a pastagem que estará mais propícia”, recomenda Marson.

“O ponto mais importante nesse período de transição de seca para chuva é a estrutura do pasto, formar corretamente o pasto de águas. Outro ponto importante é recuperar rapidamente os animais que sofreram na seca através do manejo de condicionamento. Atitudes corretas nesta fase propiciam maiores ganhos zootécnicos e financeiros para a fazenda”, finaliza o zootecnista.

falecimento de Fernando Penteado Cardoso

Connan lamenta falecimento de Fernando Penteado Cardoso

A diretoria da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, lamenta o falecimento do Fernando Penteado Cardoso, na noite de terça-feira, (07/09), em São Paulo.

Engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” – ESALQ/USP, Fernando Penteado Cardoso foi o criador da Manah Fertilizantes, empresa que presidiu por mais de 50 anos, antes de ser adquirida pela Bunge, em 2000. Também idealizou e implantou a Fundação Agrisus em 2001, única entidade privada dirigida à pesquisa agronômica, que recebe projetos de todas as partes do país.

Entusiasta do agronegócio nacional, Cardoso também era empresário rural em várias cidades do interior paulista, como Mogi Mirim (SP), local onde ainda tem fazenda e passava a quarentena devido ao coronavírus. Ao longo de sua vida, desempenhou também várias atividades classistas e públicas, inclusive como secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, em 1964.

A diretoria da Connan, que tem como um dos membros seu neto, o gerente Comercial Fernando Penteado Cardoso Neto, lamenta o falecimento e ressalta a imensa admiração pela história, trabalho e ser humano que foi exemplo e referência para toda a equipe da empresa.

O velório do agrônomo será realizado no crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra (SP) e a cremação está prevista para as 15 horas, desta quarta-feira (8).

Bezerro e custo de produção

Bezerro e custo de produção altos. Qual o caminho para o lucro na pecuária, nos próximos meses?

Com o mercado em um momento de valorização do preço do bezerro, e com tendência de retenção cada vez maior das fêmeas, é a vez do dono da fazenda contar com planejamento estratégico, como ferramenta de gestão, para diluir o ágio da reposição, visando obter lucro na venda do gado para o abate, seja no próximo ano ou em 2023.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a participação de fêmeas nos abates está em queda, desde o primeiro trimestre de 2020, quando elas representavam 43% dos animais abatidos. No mesmo período deste ano, o percentual foi de 37%. O recuo nos abates de fêmeas é um dos fatores que contribuem para a sustentação da arroba.

Neste cenário, a perspectiva é que a retenção de matrizes continue até o final de 2021. Já para 2022, esse panorama vai depender da realidade econômica do Brasil, da conjuntura das exportações e da própria demanda do mercado interno. “No entanto, o cenário de retenção de matrizes deve permanecer”, afirma o zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson.

Com essas perspectivas, o pecuarista tem agora a difícil decisão de traçar a estratégia para o seu rebanho, visando reaver o valor investido e garantir o lucro no momento da terminação, quando o animal precisa estar bem para trazer a rentabilidade esperada no negócio.

“Hoje, o pecuarista está em um ponto do ciclo em que adquiriu o bezerro de alto valor, com preço de arroba de R$450,00 a R$ 500,00. No entanto, o preço da arroba do boi gordo está em torno de R$ 310,00. Desta forma, é preciso que o empresário do campo adote estratégias para diluir o custo da arroba de compra, para que, na média ponderada, tenha lucro com o abate do animal”, explica Marson.

Apostar em planejamento estratégico

Na avaliação do zootecnista, existem algumas estratégias que o pecuarista pode adotar para produzir uma arroba que tenha um custo de produção interessante, que dilua o investimento da compra e proporcione lucro.

O primeiro ponto é comprar animais de bom potencial genético para ganho de peso. Após esta compra, é preciso adotar um protocolo sanitário que permita a esse animal expressar todo o seu potencial. “Mais do que adquirir um bovino com ótimo potencial genético, é preciso seguir as normas sanitárias para que ele não adoeça, porque se ele ficar doente, o ganho de peso fica comprometido”, comenta Marson.

Outro aspecto fundamental, especialmente neste momento de seca extrema, é estabelecer um programa de manejo de pastagens que priorize o desenvolvimento desse animal, sem restrição alimentar. “Preparar a estrutura do pasto, nesse final de seca, para que tenha um bom resultado nas águas é fundamental”, recomenda Marson.

Por último, o pecuarista precisa utilizar um protocolo nutricional de forma estratégica e sustentável, que possibilite o máximo ganho de peso dos animais no período das águas e, se possível, adotar o manejo de condicionamento de transição. “Se o produtor não fizer isso no período das águas, quando temos mais facilidades e vantagens para engordar os animais, ele perderá uma janela de oportunidade para ganhos futuros”, avalia.

“A gestão e o planejamento é o ponto chave para que a fazenda tenha lucro. Saber exatamente o custo da arroba por animal é a forma mais segura de entender a saúde financeira da propriedade e traçar as estratégias para as próximas etapas do ciclo da pecuária. Sem isso, o pecuarista terá, sem dúvidas, mais dificuldade para entender a movimentação financeira do seu negócio e o lucro que aquele investimento no rebanho trouxe para propriedade”, finaliza Marson.

Bem-estar animal: análise e planejamento garantem o lucro para o negócio pecuário

Adotar práticas de bem-estar animal tem sido um movimento constante nas propriedades pecuárias, que buscam, com essas condutas, agregar valor à produção e oferecer melhor qualidade de vida ao rebanho.

O pecuarista que une o planejamento e a gestão empresarial aos financiamentos das estruturas do bem-estar animal acaba por gerar um impacto positivo no sucesso do seu negócio. Esse processo deve começar com a análise das potências e das fraquezas da própria fazenda. A longo prazo, o que parece despesa, torna-se investimento, uma vez que as melhorias podem elevar consideravelmente a produtividade e a qualidade dos resultados.

“A dúvida, muitas vezes, levantada pelos fazendeiros é: ‘por onde começar?’. A grande chave para a mudança é começar aos poucos, analisando os pontos positivos e negativos dentro da realidade que a fazenda está inserida e entender quais os mais urgentes e quais precisam de mais investimento e tempo para ser realizado”, opina o zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson.

Neste sentido, é importante fazer essa análise da fazenda levando em consideração sua infraestrutura e o quanto estão adequadas para que o rebanho possa desfrutar das cinco liberdades do bem-estar, como ambientes com temperatura e umidade ideais, com espaço suficiente para poderem se locomover e deitar, cochos no tamanho certo, ventiladores que permitam uma boa vazão de ar, bebedouros com água de qualidade e pisos que não danifiquem patas e cascos, por exemplo.

“Porém, existe um ponto de atenção que vai além da estrutura física da propriedade. Trata-se da capacitação da equipe que vai lidar com os animais. Se os funcionários que lidam com os animais no dia a dia não têm conhecimento em como tratá-los, certamente os bovinos ficarão estressados, mesmo diante das boas condições” explica Marson.

Para Bruno, por isso, é importante fazer um planejamento e análise antes de realizar, de fato, o investimento excessivo em instalação quando, na verdade, o foco pode ser angariar fundos para investir na capacitação da mão de obra da fazenda. “O bom planejamento começa com organizações pontuais e assertivas, na maioria das vezes”, pontua.

As 5 liberdades do bem-estar animal foram instituídas pelo grupo Farm Animal Welfare Comittee. De acordo com os princípios, os animais devem estar livres de medo e estresse; livres de sede e fome; livres de qualquer desconforto; livres de dor e doenças e livres para expressarem seu comportamento natural.

Bem-estar animal

O bem-estar animal é, de maneira simples e objetiva, o estado em que os animais se encontram quando são fornecidas todas as condições para que eles vivam em sua zona de conforto. Independente da finalidade para a qual o animal é criado, as condições são ajustadas e controladas de tal modo que, dentro das suas necessidades específicas, eles sejam capazes de produzir mais e melhor, com qualidade de vida.

Cada animal tem o seu metabolismo, suas carências e sua forma de responder ao mundo que lhe cerca. Portanto em cada sistema produtivo, seja na suinocultura, avicultura ou pecuária, por exemplo, as circunstâncias em que elas são mantidas e o modo como são manejadas serão diferentes.

“Vale dizer que investir em bem-estar animal não significa apenas ganho econômico ou para atender às exigências do consumidor atual. O investimento em bem-estar animal é, cada vez, mais uma questão de responsabilidade ética”, ressalta Marson.

Manejo correto na estação de nascimento reflete no comportamento e no ganho de peso dos animais ao longo da vida

O Brasil é um dos países com maior destaque no cenário mundial, quando falamos de pecuária. De acordo a Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), conduzida pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2019, o país possuía um rebanho de cerca de 214,7 milhões de cabeças, cenário que o coloca como um dos maiores exportadores de carne do mundo.

Frente a esses números, pode-se dizer que o pecuarista tem uma boa oportunidade nas mãos, mas que exige uma atenção maior, para garantir os bons resultados e eficiência produtiva. Para isso, é necessário olhar para a nutrição do rebanho, não só dos animais em fase de crescimento e terminação, mas também das matrizes que, se estiverem em boas condições corporais, irão parir bezerros mais saudáveis e fortes.

“Um dos fatores que medem o sucesso de uma fazenda é o número de bezerros que ela consegue produzir e como eles se desenvolvem após o parto. Nesse sentido, vale ressaltar que a atenção deve estar não somente na fase de monta, quando a vaca emprenha, mas também na sua nutrição antes e depois dessa fase, bem como o manejo desse animal no pré e pós-parto”, destaca o zootecnista e supervisor Técnico da Connan, Bruno Marson.

Estudos mostram que o tempo que o bezerro leva para se levantar para a primeira mamada, após o nascimento, está diretamente ligado ao escore corporal da mãe no momento do parto. Crias de matrizes que apresentam score corporal baixo, entre 2 e 2,5, tendem a demorar cerca de 60 a 65 minutos para se levantar, enquanto bezerros de vacas com escore entre 3 e 3,5 reduzem esse tempo para 45 e 30 minutos.

Respeito na estação de nascimento

Os cuidados com o bezerro também devem ser um ponto de atenção dos pecuaristas. Marson ressalta que o manejo deve ser pensado e desenvolvido a fim de oferecer o menor potencial de estresse, tanto para a mãe quanto para o filhote.

“Esse manejo deve ser feito antes mesmo do parto, levando a vaca para um espaço separado, um piquete maternidade, por exemplo, cerca de 30 dias antes de parir, para que possa conhecer e se habituar ao espaço. Esse local deve estar higienizado, com alimento e água de qualidade”, explica Marson.

Para o zootecnista, um dos pontos de maior importância no processo de nascimento dos bezerros é oferecer espaço para que mãe e filhote possam se reconhecer e criar vínculo. “Essas primeiras horas de vida são muito importantes e refletirão em toda a vida do animal. Se esse momento for de tensão, vaca e bezerro carregarão traumas. O bezerro pode ser prejudicado nutricionalmente, pela falta do leite da mãe, por exemplo, que implicará em um baixo ganho de peso ao longo da vida”, conta ele.

Neste sentido, ele destaca quatro pontos principais para o manejo dos bezerros, até o desmame:

  • Respeite o “imprinting

Logo após o nascimento mãe e filhote passam por uma hora crítica de reconhecimento, que se conclui com a primeira mamada. Nas primeiras três ou quatro horas de vida do filhote deve-se respeitar esse momento, evitando mexer nos animais ou fazer qualquer tipo de intervenção, que não seja realmente necessária.

“Esse é um momento chave para o desenvolvimento da cria, pois se a mãe rejeitar o bezerro ele pode acabar morrendo ou apresentando sequelas, no ganho de peso, durante toda a vida”, reforça Bruno.

  • Certifique-se da mamada

Assegurar que o bezerro mamou o colostro é de extrema importância, pois é esse o primeiro alimento da cria e que vai oferecer imunidade a ele. “O vaqueiro precisa estar atento aos sinais para ter certeza da mamada, como o úbere vazio, que significa que o animal mamou ou se o bezerro ainda está magro, informando que ela ainda não aconteceu. Nesses casos é importante que seja feito o manejo para garantir a alimentação do animal”, complementa Marson.

  • Cura do umbigo

“Nesta fase a ida da vaca para o espaço onde ficará com a cria após o nascimento é ainda mais importante, pois em alguns casos o bezerro precisa ser apartado da mãe e transferido para uma área próxima. Conhecendo o local ela se sentira mais segura com o manejo”, adverte Bruno.

Após separar o filhote da mãe, deve ser feita a cura do umbigo, com a higienização com iodo, para que seque e diminua a possibilidade de contaminação por bactérias ou a presença de larvas de moscas no local.

  • Identificação para registro

Com os processos acima efetuados, recomenda-se pesar e identificar os bezerros, para garantir o bom acompanhamento do animal ao longo dos próximos meses, até a desmama, quando iniciará a ingestão de outras fontes de alimentos.

“Ainda existe um certo desconhecimento da importância da pesagem dos bezerros recém-nascidos. Esse registro é importante, pois o peso ao nascer pode dar um indicativo do desempenho futuro do animal, já que existe uma correlação positiva entre ele e os outros pesos”, esclarece Marson.

“Devemos nos atentar que esse será o primeiro contato dos bezerros com o ser humano e, se mal manejado, esse momento pode impactar o resto da vida do animal. O bezerro é uma importante fonte de renda da fazenda, por isso é importante ter cuidado e atenção no manejo desses animais”, finaliza o zootecnista.

Investir no planejamento nutricional de fêmeas traz reflexos positivos para o futuro da propriedade

Os números da pecuária continuam animando os criadores em 2021. O alto valor da arroba e a velocidade da comercialização têm sido um ponto importante para as análises e planejamentos das propriedades, que buscam o lucro e a eficiência.

De acordo com dados do mercado, se o setor continuar aquecido como nos últimos meses, o Brasil registrará um volume expressivo, mas que, de acordo com as estimativas, ainda não é suficiente para atender as demandas de consumo previstas para os próximos anos.

“As projeções já mostram que não teremos animais suficientes para suprir as necessidades de demanda de carne bovina, em um futuro não tão distante, por essa razão podemos dizer que vivemos um bom momento para investir e olhar com mais atenção para o rebanho de vacas já existentes na fazenda, pois, para aumentar o número de cabeças na propriedade, o número de matrizes precisa aumentar”, afirma o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin.

O processo de recompor o rebanho pode levar de quatro a cinco anos, seguindo o ciclo mais comum da atividade. Segundo Bonin, reter as novilhas hoje é uma estratégia interessante para reduzir esse prazo e garantir a boa produção de bezerros na propriedade.

“É tempo de trabalhar o rebanho na fazenda. A estratégia é cuidar bem das vacas, para que possam continuar produzindo com qualidade; tratar bem das bezerras, para que possam produzir antes e olhar com atenção para as primíparas, para que reemprenhem melhor”, explica ele.

Para Bonin, essa é uma mudança de visão que tem se tornado tendência na pecuária, visando o fortalecimento do mercado de bezerros, colocando foco nas fêmeas como protagonistas desse processo. “As vacas têm ganhado a atenção do pecuarista, principalmente na questão nutricional, que é um ponto de extrema relevância para que elas mantenham um bom score corporal, para emprenharem melhor e, consequentemente, possam dar à luz a bezerros mais saudáveis e produtivos”, reforça.

Analisar o rebanho para traçar o caminho

De acordo com o médico-veterinário, o pecuarista deve olhar com atenção para os animais da propriedade, separando as fêmeas em lotes e, a partir de suas características, traçar a melhor estratégia para cada um deles.

“A avaliação visual do escore de condição corporal (ECC) é uma grande ferramenta para a definição das estratégias nutricionais, pois representa as reservas energéticas da matriz. Uma boa estratégia é separar os animais pela necessidade de suplementação de cada lote, por meio do ECC deles. Se parte delas, por exemplo, estão prenhas e magras é necessário investir em um maior nível de suplementação para que possam se recuperar e parir com boa condição corporal”, esclarece.

Para Bonin, o pecuarista deve ter em mente que não basta as vacas saírem bem do período das águas, mas sim estar com boas condições para parir nas secas. “Devemos traçar um planejamento nutricional no qual as vacas não percam o que foi conquistado nas águas, e até melhorar agora no período de transição, para que na fase de maior demanda por nutrientes da gestação possam gerar bons bezerros na seca”.

Sucesso com primíparas

Frente aos problemas de prenhez com as primíparas, há cinco anos, Daniel Resende Gonçalves, gerente da Fazenda Novo, localizada em Uberaba (MG), adotou uma nova estratégia nutricional para esse grupo de fêmeas, com o suporte e consultoria de Bonin.

“Nossos animais eram suplementados com sal mineral nas águas e sal com ureia nas secas. Optamos então por mudar essa planejamento e passamos a oferecer proteinado Connan Master 500 às primíparas da propriedade, ao longo de todo o ano”, explica ele.

Segundo ele, o resultado foi muito positivo. Já no primeiro lote a taxa de prenhez, que era de aproximadamente 45% na propriedade, aumentou para 75%. “Notamos uma melhora muito grande na condição corporal do grupo de animais, além do reflexo que foi sentindo nos bezerros, que melhoraram bastante o peso de desmama”, conta ele.

Além disso, Resende ainda destaca que os resultados obtidos possibilitaram a antecipação da estação de monta e os partos na propriedade. “Hoje fazemos a cobertura em setembro e os partos em julho, no auge das secas. A mudança para o proteinado permitiu um tempo maior de recuperação de puerpério até a próxima fase de monta, além da manutenção dos animais ao longo do período mais seco”, afirma ele.

“A nutrição adequada das matrizes é primordial para o aumento da lucratividade na pecuária de corte, pois interfere tanto nos aspectos produtivos e reprodutivos. Nossa equipe está preparada para analisar e orientar os pecuaristas quanto ao melhor caminho a seguir, de acordo com as necessidades e o objetivo do criador, buscando sempre oferecer os melhores resultados, com qualidade e eficiência”, finaliza Bonin.

Panorama do mercado obriga pecuaristas a recalcular rota visando maior lucratividade na fazenda

A chegada do período da seca traz ao pecuarista o desafio de garantir os ganhos conquistados com o rebanho nas águas, mas como conquistar esse resultado em tempos de tantos aumentos nos custos de insumos e incertezas no mercado?

“Esse já é um período muito desafiador para o pecuarista, mas, com as oscilações de preços dos insumos e a falta de uma perspectiva concreta de como reagirá o mercado do boi a longo prazo, podemos dizer que esse ano está ainda mais delicado para as tomadas de decisão”, destaca o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin.

Para Bonin, o momento agora é de revisar o planejamento, traçar uma nova rota para o rebanho e buscar a melhor alternativa para garantir os resultados, mas sempre com foco na lucratividade da fazenda.

“O ideal é que o pecuarista trace suas metas lote a lote, ou seja, olhar para cada um deles de maneira independente, analisando os ganhos e investimentos necessários. Com o cenário atual do mundo, pela pandemia e os impactos dela no mercado, não temos mais como fazer programações a longo prazo, como no ano passado, por exemplo”, explica.

O pecuarista deve entender o que é realizável nos próximos 90 dias e traçar uma estratégia para este período, visando o melhor resultado. Para tanto, deve comprar os insumos e se possível travar o preço de venda do lote. Para os lotes de animais em crescimento, não realizáveis no curto prazo, os pecuaristas estão apostando em estratégias nutricionais que garantam um bom desempenho na seca, porém sem aumentar os investimentos.

“Temos que ter em mente que o que funcionou com um lote pode não dar o mesmo resultado no outro, pois as oscilações de preços de insumos podem ser muito grandes e distorcer os resultados esperados”, ressalta Bonin.

Bons preços da arroba

Os altos preços da arroba do boi, nos últimos meses, levou alguns criadores a se organizarem para terminar o rebanho e aproveitar esse momento do mercado. “É preciso analisar e se planejar, mesmo com o valor da arroba tão atrativo. O ideal é entender qual o melhor protocolo a ser implantado para que os investimentos com a nutrição do rebanho auxiliem a compor o lucro no resultado da venda dos animais”, enfatiza o gerente.

Como um dos caminhos que oferecem mais segurança aos pecuaristas, neste momento do mercado, está a Terminação Intensiva a Pasto, ou TIP, como é conhecida. Esse é um modelo vantajoso, pois dá previsibilidade de abate, possibilitando que se desenvolva um programa nutricional rápido e de fácil implantação, permitindo abater seus diversos lotes com maior homogeneidade. A TIP facilita também a extensão da janela de abate sem a necessidade de se investir em uma estrutura de confinamento.

“Essa técnica representa baixo investimento estrutural ao pecuarista, pois utilizando de tecnologias complementares na nutrição, a TIP oferece ótimos resultados no campo e lucratividade ao criador”, destaca Bonin.

Solução para terminação

Visando proporcionar ao produtor uma ferramenta que garanta bons resultados em terminação, durante todo o ano, a Connan oferece ao mercado o Connan Nuclemix Termina-Fácil, um núcleo completo com minerais, que supre as deficiências de nutrientes e potencializa a utilização das fibras do pasto, possibilitando um bom ganho de carcaça e acabamento na terminação dos animais.

O tratamento dos animais com Connan Nuclemix Termina-Fácil permite a deposição de gordura de acabamento e aumento do ganho em carcaça em qualquer época do ano, sem a necessidade de se fechar os animais em confinamento, economizando em estrutura e mão de obra, sendo uma tecnologia acessível a todos os pecuaristas.

“O produto é um divisor de águas na terminação a pasto. Com ele o pecuarista pode se programar quanto aos resultados no rebanho de acordo com o momento, ou seja, oferece a possibilidade do planejamento de acordo com os resultados pretendidos com o lote que será terminado”, afirma Bonin.

“Não temos uma fórmula secreta ou um caminho único que garanta o lucro neste momento do mercado, mas apostar em um bom planejamento e no uso de produtos de qualidade é uma forma de investir certo e garantir os bons resultados”, conclui Marcio.