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Uso de estratégias reduz perda de peso dos bezerros na fase da desmama

Reduzir a perda de peso dos bezerros na fase após o desmame é o principal desafio dos pecuaristas no período, já que, quando separados de suas mães, os animais podem passar mais tempo caminhando. Com isso eles pouco se alimentam, ruminam e descansam.

“Temos casos do animal ficar até 10 dias sem ir ao cocho de suplemento, chegando a perder 20 kg em um mês”, explica o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin.

O desmame é feito, normalmente, quando o animal completa de 6 a 8 meses, geralmente de maneira abrupta, o que gera estresse aos bezerros e causa impactos consideráveis em sua saúde e desempenho.

Por ser um momento delicado, o pecuarista deve estar atento a algumas orientações que ajudam a amenizar os sintomas dessa separação. Especialistas indicam que manter as vacas ou madrinhas em um espaço próximo à cria ajuda a diminuir a ansiedade dos animais, mesmo que não estejam no mesmo ambiente. Mas muitas vezes isso não é possível, uma vez que os bezerros são desmamados e vendidos para outras propriedades, tendo assim o estresse do desmame acentuado pelo impacto do transporte e também a adaptação ao novo ambiente.

“Esse efeito em cadeia reforça a importância de tratarmos a fase de separação dos bezerros com atenção e cuidado, pois o aparte oferece muitos prejuízos ao bem-estar animal e consequentemente ao negócio”, reforça Bonin.

A perda que é registrada pelo animal neste período impacta diretamente no ciclo de produção, pois o bezerro pode demorar de 3 a 8 semanas para recuperar o peso perdido na fase da desmama.

Estratégias para reduzir perdas

Para minimizar essas perdas a Connan, em parceria com a Embrapa Gado de Corte analisou o comportamento dos animais e desenvolveu um protocolo exclusivo que visa fazer com que os animais deixem de ter medo do ser humano e ainda aprendam o caminho do cocho.

“O primeiro passo é o animal deixar de temer a presença do homem. Com isso, nos primeiros cinco dias o vaqueiro passa a ir ao pasto e conduzir os animais até o cocho. Registrou-se, em alguns casos, que no terceiro dia os bezerros respondem ao vaqueiro na porteira, demonstrando confiança e melhor adaptação ao novo ambiente”, explica Bonin.

Outro ponto de atenção deve ser o espaço destinado aos animais, que deve ter sua disposição diferente dos tradicionais. “A ideia é condicionar os animais em um pasto menor, com cocho de água e de suplemento próximos, na lateral do piquete. Outra forma de acelerar a adaptação e evitar a redução de peso é oferecer ao animal comida boa, ou seja, agradar o paladar dos bezerros com um suplemento de qualidade”, destaca o gerente.

O Connan Master 1000, suplemento mineral proteico energético utilizado no protocolo, é um produto que atende os requisitos necessários para o desmame, pois além de ser palatável e atrativo para os bezerros, também manipula a fermentação ruminal e fortalece a saúde do animal, melhorando o aporte de nutrientes para ganho de peso.

“Em nossos experimentos registramos resultados que animaram os pecuaristas. Tivemos uma redução significativa de perda de peso e até mesmo casos de ganho de até 9kg por animal nessa fase crítica do ciclo de produção. Mais uma vez os testes comprovam a importância do manejo e da nutrição adequados na fase da desmama e, principalmente a preocupação com o bem-estar animal, fatores que interferem diretamente no produto final oferecido aos frigoríficos”, finaliza Bonin.

Connan amplia atuação no mercado e inaugura filial em MG

Visando ampliar sua participação nos mercados de Minas Gerais, com foco no Norte, Triângulo Mineiro e o Sul de Goiás, a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, passa a contar com uma unidade na cidade de Araguari (MG).

Com capacidade produtiva de aproximadamente 12 mil toneladas ao ano, a nova filial da empresa, que iniciou suas atividades no mês de setembro deste ano, atende uma necessidade técnica e comercial da Connan, além de oferecer uma vantagem competitiva aos produtos da empresa na região.

“A pecuária está se tecnificando e temos percebido um aumento crescente de investimentos por parte dos nossos clientes em tecnologia na nutrição do gado. Com o início das atividades da nova filial, nossos produtos atenderão essa demanda com mais vantagem financeira, já que teremos menos encargos com frete e impostos de deslocamentos”, explica o gerente Comercial da Connan, Fernando Penteado Cardoso Neto.

Segundo ele, a cidade de Araguari tem uma localização importante para a pecuária, pois está em uma região significativa na produção de matéria-prima para a nutrição animal, já que concentra grandes armazéns de milho e soja.

“Temos uma pecuária em expansão nesta região, com um rebanho grande e que ainda possui expectativas de crescimento nos próximos anos. Esse fator foi importante e estratégico para a escolha da sede da nova unidade”, enfatiza o gerente.

A inauguração da filial faz parte de uma série de investimentos promovidos pela Connan desde o ano passado, que colocam a empresa um passo à frente no mercado, com mais tecnologia no processo produtivo de seus produtos e agilidade para atender a demanda crescente.

“Estamos mais competitivos! As oportunidades na pecuária nacional são imensas e temos muito para crescer. A partir da unidade de Araguari teremos mais agilidade e melhores condições para atender nossos clientes”, finaliza o gerente.

Qualidade da água é fator determinante para a lucratividade na pecuária

Elemento essencial para a vida dos seres vivos, a água é um componente muito importante para o bom desempenho e para a saúde do rebanho, por isso deve ser um ponto de atenção para os pecuaristas, tanto em sistemas a pasto quanto em confinamento.

“O bovino pode perder 100% de sua gordura corporal ou até 50% de seu tecido muscular, que ainda se mantém vivo, mas se perder de 10 a 12% do volume de água do corpo pode chegar a óbito”, explica o zootecnista e supervisor Técnico da Connan, Bruno Marson.

Um experimento mostrou que, após a distância de 500 metros da fonte de água, a cada 1km de acréscimo na caminhada, os animais podem deixar de ganhar, diariamente, 40g/km em terrenos planos; 53 g/km em espaços com leves ondulações e até 60g/km em campos ondulados. “Essas perdas impactam diretamente os resultados dos índices de ganho médio diário do rebanho e, consequentemente, o lucro final da propriedade”, ressalta o zootecnista.

A condição da água pode afetar negativamente o crescimento, a reprodução ou a produtividade dos animais. Além disso, quando é disponibilizado ao animal duas opções de fonte de água, um lago e um bebedouro, o bovino opta pela segunda opção, por apresentar melhor qualidade.

“Os lagos, em sua maioria, apresentam índices consideráveis de contaminação por fezes de animais, que são sentidos pelo rebanho, que passa a reduzir o consumo ou recusar a água”, comenta Marson.

Segundo o zootecnista, o bovino consegue perceber a contaminação da água em percentuais a partir de 0,05 mg/l, quando passa a buscar outra fonte de água. A partir de 2,5 mg/l, já pode-se perceber uma redução no consumo de água e, com índices acima de 5 mg/l, o animal passa a consumir menos matéria seca, ou seja, pasto, suplemento e ração.

Outro dado de importância é a distância das fontes de água em áreas de pastagens. “Quando o animal caminha demais para encontrar água de qualidade tende a apresentar um desempenho menor”, destaca Marson.

A dica é instalar diversos bebedouros espalhados pela propriedade, de acordo com o sistema de produção e a viabilidade. Além disso, é recomendado que se mantenha uma frequência de limpeza bem estabelecida.

Em um sistema de confinamento, por exemplo, em que o bebedouro é a única fonte de água, essa limpeza deve ser feita ao menos duas vezes por semana, já que os animais possuem uma dieta mais farelada e a lotação é maior.

“A água é um fator produtivo, assim como a genética, a nutrição e o manejo de pastagem e, por isso, interfere em muito nos resultados finais da propriedade. Por essa razão é muito importante estar atento na qualidade da água oferecida ao rebanho, para que o animal se desenvolva bem e a lucratividade da fazenda seja garantida”, finaliza Marson.

Planejamento nutricional garante o lucro na fazenda

 A nutrição é, sem dúvida, o maior boleto da pecuária, representando mais de 70% dos desembolsos da propriedade, fator que faz do manejo desses insumos um ponto de atenção para os criadores.

Como detalhado no texto sobre planejamento e gestão, com o sistema definido é mais fácil traçar a meta de consumo de alimentos do rebanho, como por exemplo, a quantidade de milho que será necessária para o período, e assim se organizar para a compra.

No caso de insumos agrícolas, tendo essas informações em mãos, é mais fácil buscar fornecedores e realizar uma compra no melhor momento ou então antecipada por contrato, antes da safra, quando os valores são melhores e mais vantajosos.

Outro ponto importante é a preparação do pasto para receber os animais. Com o planejamento antecipado também é possível prever a quantidade de área que será necessária e preparar a fazenda, principalmente na fase da seca, quando os pastos estão mais secos e oferecem menos nutrientes ao gado.

Por fim, a suplementação do rebanho também se torna mais eficiente, pois com a definição da meta de peso e tempo, é mais fácil saber qual produto comprar, bem como saber a quantidade que será consumida pelos animais, evitando desperdício de produto, com uma compra mais assertiva e direcionada.

Sem dúvidas, com um planejamento e a gestão mais consciente da fazenda o pecuarista alcançará suas metas e o lucro.

Planejamento e gestão são a chave do sucesso da pecuária

Produzir mais e melhor, em menor tempo e com maior lucratividade. Esses são os principais desafios da pecuária brasileira nos últimos anos.

As incertezas do mercado exigem do pecuarista um planejamento mais assertivo, com definição de metas e do caminho a ser percorrido para alcançá-las. O criador deve ter foco no seu negócio para que tenha bons resultados, tanto em relação à eficiência produtiva quanto na lucratividade da propriedade.

O segredo está na organização, que começa com a definição dos principais pontos do sistema produtivo a seguir e, a partir deles, entender os passos que precisam ser seguidos para atingir o objetivo estabelecido.

Com a definição do protocolo produtivo que será implantado é hora de fazer contas, colocando no papel quantos animais sua propriedade comporta, definindo a data de validade de cada lote do rebanho e, com isso, fazer o cálculo das necessidades de insumos, detalhando a quantidade de suplemento e ração que deverá comprar para o gado. E com essas informações, listar as variáveis que serão importantes para que consiga chegar no tempo e no peso esperados.

Com esses dados em mãos, o criador passa a ter mais tempo para se dedicar às negociações com seus fornecedores, fator de extrema importância, pois é neste ponto que o lucro da propriedade começa a ser desenhado. Com os custos da produção conhecidos, o produtor consegue saber o quanto de lucro terá e assim saber o momento de realizar as vendas, bem como as compras de reposição.

Connan promove lives sobre mercado da pecuária

A convite da Connan o médico-veterinário e analista do mercado do boi gordo, Rodrigo Albuquerque participou de dois encontros virtuais, promovidos no canal da empresa no YouTube, para analisar as expectativas e movimentações do mercado da pecuária no Brasil.

A primeira live foi realizada no dia 09 de junho e teve como tema “A decisão é agora! Saiba o horizonte do Mercado do Boi em 2020”. O evento contou com a mediação do consultor Diede Loureiro.

O segundo encontro, no dia 23 de junho, foi mediado pelo o diretor global de marketing da divisão de bovinos da Phibro Animal Health, Danilo Grandini e tratou da “Reposição Valorizada: o que é preciso saber para decidir”.

Quem perdeu as lives pode conferir a íntegra no canal da Connan no YouTube. (https://www.youtube.com/channel/UCHzVWZL5OxNCYjCtS9iQi0Q)

Mercado do boi aponta bons números para 2020

Apesar dos efeitos da pandemia na economia, as perspectivas futuras para o mercado do boi gordo apresentam projeções positivas para a pecuária nacional. Essa constatação foi apresentada pelo médico-veterinário e analista do mercado do boi gordo, Rodrigo Albuquerque, durante as duas lives promovidas pela Connan, nos dias 09 e 23 de junho, no canal do YouTube da empresa.

“Se em janeiro, quando iniciei minhas análises, alguém me falasse o cenário que enfrentaríamos eu, com certeza, teria uma visão muito preocupante de futuro. Hoje, quando olhamos para o mercado, que apresenta um preço da arroba superior à estimativa da média Brasil e a situação complicada de outros setores da economia, podemos dizer que a pecuária apresenta um destino suave no cenário atual”, destacou o analista.

De acordo com a análise da média diária do preço da arroba ao longo deste ano, com os números praticados até o início de junho e a projeção para os próximos meses, pode-se visualizar uma alta de 20,7%, em comparativo a 2019.

“Acredito que dificilmente registraremos uma arroba na casa dos R$ 240,00 ou mais, porém analisando o comportamento do mercado acredito que flutuaremos em valores entre R$ 200,00 e R$ 220,00”, enfatizou.

Reposição Valorizada

A análise dinâmica da valorização do movimento de reposição, com foco nos números do indicador de bezerros, mostra uma alta considerável desde a desmama de 2017. “Gosto muito de analisar a relação de quantas arrobas de boi preciso para comprar um bezerro. Essa relação é bacana, pois reflete a maioria dos pecuaristas que vende um boi para comprar um ‘novo’ animal”, explicou Albuquerque.

Segundo o analista, o pico histórico dessa relação foi em 2015, quando era preciso 10@. Hoje a estimativa é de 9,5@, ou seja, o segundo maior nível. “É fato que subiu, que está aquecida. A realidade é que estamos rifando nossos bezerros do futuro em virtude do alto volume de abate de fêmeas jovens. Esse movimento foi muito grande em 2019, quando assistimos uma disputa da fêmea entre a produção de carne e a reprodução”, explanou.

Neste cenário, o pecuarista deve olhar para o seu negócio e passar a usar melhor os recursos e as tecnologias que já são aplicadas nele. “Deve-se conhecer muito mais sobre a gestão produtiva e financeira da propriedade. Temos que passar a nos dedicar a entender melhor e definir exatamente o dia que o bezerro vai sair da sua fazenda terminado e qual o seu preço de venda. É importante determinar qual a previsão de custo de entrega deste animal”, acrescentou.

Gestão é a chave do sucesso

Albuquerque ressaltou em sua apresentação que, apesar de todas essas análises e gráficos que indicam como será o ano, ninguém consegue afirmar 100% como será 2020. Diante disso, como o pecuarista vai tomar a decisão de venda?

Segundo ele, para que o pecuarista consiga fazer uma venda otimizada, é necessário que a propriedade alie gestão produtiva e financeira, tendo assim o conhecimento, com antecedência, do seu custo de produção e qual o valor da arroba do boi pronto deve praticar no mercado.

Primeiramente é importante saber qual a curva de lotação de cada um dos pastos da fazenda. Com esses dados, o pecuarista deve analisar sua realidade e construir a curva de lotação para os próximos 12 meses. “Tendo essa definição é possível saber exatamente quantos animais o pasto comporta. Este é o primeiro ponto para resolver a equação do bezerro valorizado”, afirmou Albuquerque.

Em seguida, o pecuarista deve desenvolver uma planilha indicando as categorias presentes no seu rebanho e determinar, para o período de um ano, quantos gramas de ganho de peso os animais devem apresentar mensalmente. “Para isso é importante desenhar um plano anual de nutrição, que indicará como deve ser feito o manejo dos suplementos para que possa chegar ao ganho esperado no tempo determinado”, completou o analista.

Olhando para a gestão financeira, é importante ter em mente todos os custos fixos da propriedade (mão de obra, manutenção, administração etc.), que devem ser diluídos pelas cabeças de gado que serão acomodadas na fazenda. “Isso precisa estar claro na cabeça do criador. Com base na taxa de lotação, no custo fixo da propriedade e no plano anual de nutrição é possível determinar o valor de venda da arroba do boi, que cobrirá os gastos de produção e garantirá lucratividade à atividade”, ressaltou.

“Temos que gastar um tempo na gestão da fazenda para conhecer todos os detalhes de produção e seus custos a fundo. Com esses dados teremos mais certeza no momento da venda, pois saberemos qual o valor da arroba cobre o custo da produção e ainda qual nível de risco podemos correr, com base nos pagamentos que temos que efetuar com a venda do rebanho”, salientou.

“A solução é individual. O pecuarista deve ser íntimo de seus números, pois somente com a análise deles conseguirá decidir qual o melhor caminho a seguir para que no final garanta a lucratividade da fazenda”, finalizou.

Assista a íntegra das lives:

“A decisão é agora! Saiba o horizonte do Mercado do Boi em 2020” – https://www.youtube.com/watch?v=W0YkL5POkW0

“Reposição Valorizada: o que é preciso saber para decidir” – https://www.youtube.com/watch?v=mne2iQryg5s

Fase de transição entre águas e seca é período de decisão para pecuaristas

A fase de transição entre as águas e a seca é um momento muito importante para a pecuária, já que é neste período que são tomadas decisões que irão influenciar todo o ciclo da atividade.

Segundo o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin, a chave para conquistar bons resultados na pecuária é se planejar. O criador deve ter traçada a sua meta para o ano e, dessa forma, tomar as decisões de acordo com o objetivo de sua propriedade. “Não se decide no caminho aonde se quer chegar. Na atividade é importante que se tenha um objetivo definido e, a partir dele, se planejar”, destaca.

Por ser uma época de pouca chuva e, consequentemente, de queda na produção e na qualidade das forragens, alguns fatores estratégicos podem auxiliar o pecuarista no momento das decisões.

Para auxiliar neste processo, o médico-veterinário listou algumas dúvidas comuns dos criadores neste momento de transição e que serão fundamentas nas demais fases da pecuária.

  1. Qual o momento certo para troca do suplemento de chuvas pelo de seca?

A decisão deve ser tomada durante o primeiro mês do outono. Do meio da estação para frente, a forragem apresenta grande queda de qualidade e, com a troca do suplemento é possível voltar a embalar os animais e manter o ritmo de ganho de peso  período das águas.

“Decidindo pela troca nesta fase, o animal continua com bom ganho de peso, mesmo com a menor qualidade de forragem. Poucas fazendas adotam essa estratégia, de efetuar a troca com o pasto ainda verde. A maior parte dos pecuarista optam pela mudança quando o pasto já está mais seco e com isso o animal desacelera muito o ganho de peso, o que leva a menores índices”, explica Bonin.

  • É viável suplementar na seca? Esse tratamento influencia no desempenho do animal no próximo período de chuvas?

“Com certeza”, ressalta o gerente. Segundo ele, o pecuarista que suplementa adequadamente consegue aproveitar melhor o início do período das águas.

“O animal que não recebe um suplemento adequado em proteína nesta época de seca acaba registrando uma mudança em seu metabolismo, pois a menor quantidade de comida ingerida obriga o organismo do bovino a se adaptar com uma ingestão menor de calorias por dia, o que ocasiona na redução geral do metabolismo”, explica ele.

Com essa redução do metabolismo, o animal chega na fase das águas com baixa capacidade de aproveitar o bom alimento e assim expressar o seu melhor potencial em ganho de peso, desta forma existe um grande prejuízo para o pecuarista, pois o animal vai ganhar muito menos peso do que deveria na melhor fase das pastagens, atrasando o ciclo de produção e tornando mais cara o custo de produção da arroba.

“Por isso reforço a importância do planejamento da propriedade. Sabendo qual a meta para o ano é mais fácil definir os investimentos para cada época. Com os objetivos bem determinados o pecuarista pode investir melhor na suplementação nas águas e ser mais certeiro na escolha do suplemento que dará ao rebanho no período de seca”, destaca Bonin.

  • Quanto devo investir na suplementação de seca e quais critérios devo seguir?

Para responder esta questão é importante que se tenha o conhecimento do prazo de validade dos animais que estão na fazenda, ou seja, que se conheça a data para o abate, e com isso, definir o quanto investir com suplementação em cada fase.

Bonin ainda acrescenta que é importante se conhecer as condições de pastagem da propriedade, para que o cálculo mostre o nível de consumo de suplemento que deve ser adquirido.

“Se a lição de casa foi bem feita no período das águas, o rebanho irá entrar bem nas secas, dessa forma o investimento em suplemento será mais leve. Mas se os animais não chegam em boas condições na fase com menos chuva, o pecuarista terá que desembolsar mais com suplementação”, explica.

  • Será que minha fazenda vai suportar o rebanho atual durante todo o período de seca?

Para responder esta pergunta é necessário que o pecuarista conheça o quanto de pasto possui e quanto ele suportará em termos de quantidade de animais durante a seca. “Voltamos a falar sobre planejamento. O pecuarista que conhece a realidade de sua fazenda consegue ter mais certezas nos momentos de tomada de decisão. Só conhecendo o estoque de pastagem ele vai conseguir determinar se os pastos serão suficientes ou se será necessário partir para outras estratégias como o confinamento ou mesmo se será necessário vender alguns animais”, enfatiza Bonin.

  • Quando devo vedar as pastagens e qual o melhor capim para a seca?

A vedação de pastagem, que consiste em selecionar algumas áreas de pasto da fazenda e impedir, temporariamente, o acesso dos animais deve ser feita em até 60 dias antes do período de corte das chuvas. “É importante destacar que o período de vedação pode variar de acordo com as características de cada fazenda, mas o objetivo é acumular massa para consumo dos animais no período seco”, informa o médico-veterinário.

A escolha do tipo de pastagem depende da definição de qual categoria que fará a sua utilização (cria, recria, engorda ou silagem). Outro fator importante é levar em consideração o clima da região e suas particularidades. No Brasil, a Brachiaria é o gênero mais comum e a que oferece mais condições de nutrição para o gado na seca, pois possui boa quantidade de folhas e menos talos.

  • Até quando consigo terminar a boiada a pasto? Como fazer e quais os principais cuidados?

Segundo o gerente da Connan, se trabalhar o modelo convencional, com a nutrição da boiada com pasto e suplementação, pode-se iniciar a terminação dos animais até 90 dias antes do tradicional corte da chuvas.

Para estender a utilização das pastagens para terminação dos animais mesmo em período seco, recomenda-se a técnica da Terminação Intensiva a Pasto (TIP), um modelo vantajoso, pois dá previsibilidade de abate ao pecuarista, possibilitando que se desenvolva um programa nutricional tanto para as águas quanto para as secas, permitindo abater seus diversos lotes com maior homogeneidade. A TIP facilita também a extensão do prazo de abate sem a necessidade de se investir em uma estrutura de confinamento.

“Em ambos os casos é importante a escolha de um suplemento de qualidade e que acrescente nutrientes à alimentação da boiada”, acrescenta Bonin.

A Connan possui em seu portfólio o Termina-Fácil, um núcleo completo com minerais e proteínas, além de uma combinação de aditivos que devem ser misturados com farelos energéticos. Experimentos promovidos pela empresa, em parceria com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), mostraram que os animais ganharam mais peso e mais carcaça, apresentando rendimento de ganho em torno de 75%, ou seja, de cada kg de peso vivo ganho pelos animais, 750 g foi em carcaça.

“O tratamento dos animais com o Termina-Fácil permite a deposição de gordura de acabamento e aumento do ganho em carcaça em qualquer época do ano, sem a necessidade de fechar os animais em confinamento, oferecendo economia com uma tecnologia acessível aos pecuaristas”, finaliza Bonin.

Planejamento e gestão são essenciais para garantir o lucro na pecuária

Produzir mais e melhor, em menor tempo e com maior lucratividade. Esses são os principais desafios da pecuária brasileira nos últimos anos, que ganham ainda mais peso no momento, devido a pandemia da Covid-19, que acaba por impactar a economia de uma maneira geral.

As incertezas do mercado exigem do pecuarista um planejamento mais assertivo, com definição de metas e do caminho a ser percorrido para alcançá-la. “Hoje, mais do que nunca, o criador precisa ter um foco no seu negócio para que tenha bons resultados, tanto em relação a eficiência produtiva quanto na lucratividade da propriedade”, destaca o médico-veterinário e gerente de Tecnologia e Marketing da Connan, Marcio Bonin.

Para Bonin, o segredo está na organização. Segundo ele, é necessário que o pecuarista defina alguns pontos do sistema produtivo que pretende seguir e, a partir deles, entender os passos que precisam ser seguidos para atingir o objetivo estabelecido.

Com a definição do protocolo produtivo que será implantado é hora de fazer contas. “Nesta etapa, o produtor deve colocar no papel quantos animais sua propriedade comporta, definir a data de validade de cada lote do rebanho e, com isso, fazer o cálculo das necessidades de insumos, detalhando a quantidade de suplemento e ração que deverá comprar para o gado. E com essas informações, listar os produtos adequados para que consiga chegar no tempo e no peso esperado”, detalha Bonin.

Com esses dados em mãos, o criador passa a ter mais tempo para se dedicar as negociações com seus fornecedores, fator de extrema importância, pois é neste ponto que o lucro da propriedade começa a ser desenhado. Com os custos da produção conhecidos, o produtor consegue saber o quanto de lucro terá e assim saber o momento de realizar as vendas, bem como as compras de reposição.

“A fazenda é um negócio e sobrevive de lucro. Para tanto, precisa de gestão e planejamento para alcançar esse objetivo. Com a definição do protocolo é mais fácil de conhecer os custos de produção e assim, quanto poderá lucrar. Com menos preocupações quanto a tomada de decisão de ordem produtiva, o pecuarista passa a ter mais tempo e tranquilidade para se dedicar as transações de compra e venda”, enfatiza.

Cálculo nutricional x lucro

A nutrição é, sem dúvida, o maior boleto da pecuária, representando mais de 70% do desembolsos da propriedade, fator que faz do manejo desses insumos um ponto de atenção para os criadores.

Segundo Bonin, com o sistema definido é mais fácil traçar a meta de consumo de alimentos do rebanho, como por exemplo, a quantidade de milho que será necessária para o período, e assim se organizar para a compra. “No caso de insumos agrícolas, tendo essas informações em mãos, é mais fácil buscar fornecedores e realizar uma compra no melhor momento ou então antecipada por contrato, antes da safra, quando os valores são melhores e mais vantajosos”, destaca.

Outro ponto importante é a preparação do pasto para receber os animais. Com o planejamento antecipado também é possível prever a quantidade de área que será necessária e preparar a fazenda, principalmente na fase da seca, quando os pastos estão mais secos e oferecem menos nutrientes ao gado.

Por fim, a suplementação do rebanho também se torna mais eficiente, pois com a definição da meta de peso e tempo, é mais fácil saber qual produto comprar, bem como saber a quantidade que será consumida pelos animais. “Evita-se o desperdício de produto, com uma compra mais assertiva e direcionada. Sem dúvidas, com um planejamento e a gestão mais consciente da fazenda o pecuarista alcançará suas metas e o lucro”, ressalta.

A Connan, por meio de sua equipe de campo, busca ajudar seus clientes neste processo. “Nosso time possui ferramentas e estratégias que buscam auxiliar o pecuarista neste momento de definição de metas para a propriedade, além de buscar entender as necessidades do rebanho e oferecer os melhores produtos para garantir a eficiência produtiva dos animais. O sucesso de nossos parceiros é o nosso propósito!”, finaliza Bonin.

Encontro reúne cerca de 70 pecuaristas em Pimenta Bueno (RO)

A Connan promoveu  no dia 25 de abril, um evento direcionado para pecuaristas da região de Pimenta Bueno (RO), com foco em apresentar o sistema de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) e apresentar alguns exemplos de sucesso da técnica conquistados por pecuaristas do estado.

Na oportunidade foram realizadas duas palestras com foco na TIP. O zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson, falou sobre estratégias para adotar o sistema e, a partir disso, passar a produzir mais de 30 @/ha em um prazo de 90 dias. Já o médico veterinário e supervisor comercial da Connan, Diego Andrade, apresentou um panorama dessa terminação prática e intensiva no estado de Rondônia.

Durante o evento mais de 60 pecuaristas convidados puderam tirar suas dúvidas e entender um pouco mais sobre a TIP, sistema que tem rendido bons resultados aos produtores na fase de terminação.

Terminação Intensiva a Pasto (TIP) oferece bons resultados com menos custos ao pecuarista

Pesquisas promovidas com tecnologias da Connan mostram ganho de peso e carcaça em pastagens secas

Com o fim do período das águas há uma queda natural no potencial produtivo das pastagens, o que dificulta a engorda dos animais. O início das secas traz um desafio ainda maior ao pecuarista, que se encontra em um momento crucial no processo produtivo, a terminação.

Na prática, esse é o período que antecede ao abate e também uma das fases mais importantes na cadeia produtiva, já que é a etapa que determina a qualidade e o peso da carcaça. Neste período o animal deve atingir um peso ideal, depositando um percentual mínimo de gordura para uma boa comercialização com o frigorífico.

Normalmente é neste período que estão as melhores oportunidades de remuneração da arroba, pois há maior déficit de abate. Diante desse cenário, é comum surgir a dúvida de qual a melhor estratégica nutricional para a terminação no período seco.

“A técnica mais utilizada e entendida como segura para acabamento dos animais neste momento é a terminação em confinamento tradicional. Contudo, o custo estrutural do sistema é alto e arriscado. Além disso, sem uma demanda constante de animais, a estrutura fica ociosa durante uma parte do ano, gerando alto desembolso operacional”, explica o gerente técnico e de Marketing da Connan, Marcio Bonin.

Como alternativa, o produtor pode aplicar em sua propriedade a Terminação Intensiva a Pasto, ou TIP, como é conhecida. “Essa é uma técnica que também oferece segurança ao pecuarista, bem como representa baixo investimento estrutural. Utilizando de tecnologias complementares na nutrição, a TIP oferece ótimos resultados no campo e lucratividade ao criador”, destaca Bonin.

Segundo o gerente, em uma estrutura de confinamento, no estado de São Paulo, por exemplo, o custo de produção pode chegar a R$ 11 a diária, enquanto na TIP o valor se aproxima de R$ 7,60 por dia. “O custo da estrutura e mão de obra são fatores que impactam diretamente no valor de produção do sistema de confinamento, enquanto na terminação intensiva a pasto o produtor utiliza da estrutura da fazenda e investe apenas em ração e complementos suplementares, que ajudarão no processo de engorda do animal”, ressalta.

Resultados positivos

Para comprovar os resultados dessa técnica a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, em parceria com a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) e a Embrapa Gado de Corte, promoveu estudos que comprovaram os bons resultados da técnica no campo.

“Desde 2012, estamos promovendo pesquisas junto às duas entidades para comprovar a eficiência na utilização de tecnologias aliadas à terminação a pasto. Ao final dos experimentos constatamos que os resultados se mostraram muito conscientes, que se repetem na prática”, destaca Bonin.

As pesquisas foram promovidas com o uso da tecnologia Nuclemix Connan Termina-Fácil, um núcleo completo com minerais e proteínas, além de uma combinação de aditivos que devem ser misturados com farelos energéticos. Os resultados mostraram que os animais ganharam mais peso e mais carcaça, apresentando rendimento de ganho em torno de 75%, ou seja, de cada kg de peso vivo ganho pelos animais, 750 g foi em carcaça.

“O tratamento dos animais com Nuclemix Connan Termina-Fácil permite a deposição de gordura de acabamento e aumento do ganho em carcaça em qualquer época do ano, sem a necessidade de fechar os animais em confinamento, oferecendo economia com uma tecnologia acessível aos pecuaristas”, finaliza Bonin.

Connan promove treinamento sobre liderança na Fazenda do Roncador, em Querência (MT)

Mais de 20 pessoas participaram de um treinamento sobre liderança, promovido pela Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, nos dias 26 e 27 de abril, na Fazenda Roncador, em Querência (MT).

Na oportunidade os capatazes, gerências e parte do setor administrativo da propriedade acompanharam uma palestra ministrada pela consultora Jackeline Lubaski da Lubaski Consultoria, e participaram de dinâmicas sobre o tema. “Essa é uma ação estratégica promovida pela empresa para conhecermos melhor as particularidades da propriedade, nos aproximarmos da equipe da fazenda e, ao mesmo tempo, oferecer capacitação profissional a eles”, afirma o gerente regional da Connan, Robson Leite.

A palestra faz parte de um pacote de serviços oferecidos pela empresa a seus clientes, que vai além dos treinamentos de capacitação de manejo do gado, mas foca também no melhoramento do trabalho em equipe nas propriedades.

A Fazenda Roncador possui uma atividade de destaque na região. Com cerca de 155 mil hectares de área, rebanho de aproximadamente 55 mil cabeças de gado e 468 funcionários, a propriedade desenvolve atividades de agricultura e pecuária integradas. “Esse é um parceiro importante para nossa empresa, pois o trabalho desenvolvido aqui será visto como uma vitrine para outros clientes do Vale do Araguaia”, finaliza o gerente.

Além do treinamento promovido em abril, a propriedade irá receber mais dois cursos promovidos pela Connan ao longo do ano, mais focados na atividade da pecuária.

Novas embalagens da Connan são premiadas pela Associação Brasileira de Embalagem

Empresa conquistou prêmio ABRE 2019 na categoria “Design Gráfico – Produtos em geral”; novo layout foi reconhecido por valorizar praticidade e comprometimento com o futuro

A Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, conquistou a prata na categoria “Design Gráfico – Produtos em geral” do prêmio ABRE 2019, promovido pela Associação Brasileira de Embalagem, que teve como tema: Sustentabilidade. As embalagens foram lançadas em fevereiro e se destacam pelo seu sistema visual funcional.

O reconhecimento do ABRE chancela a nova fase da Connan, que está focada em atender a todas as demandas que facilitem a rotina do cliente. E os números confirmam que a empresa segue no caminho correto.

“No período de um ano, a mudança de marca, junto com a criação das novas embalagens, apresentou um aumento de 348% nas vendas de produtos com a tecnologia exclusiva da marca, o Aglomerax. Além disso, o interesse das pessoas em representar a marca também subiu, gerando um aumento de 15% na equipe”, comemora o gerente técnico e de Marketing da Connan, Márcio Bonin.

Cada elemento da sacaria foi desenvolvido para facilitar o entendimento das informações por quem realiza o manuseio dos produtos, construindo elementos intuitivos que garantem plena visibilidade em todas as faces da embalagem.

“A mudança da sacaria surgiu a partir de um estudo que promovemos para reformular o portfólio da empresa. A ideia era deixá-las mais modernas e intuitivas para nossos clientes e equipe”, recorda Bonin.

As novas embalagens sofreram mudanças no layout, que passou a ter mais informações para auxiliar na escolha do produto, indicando por cor e grafismo o tipo de criação, a fase do animal, se o produto é apropriado para chuvas ou seca e a tecnologia usada no seu desenvolvimento.

A Connan pretendeu preencher uma lacuna existente nas antigas embalagens que dificultavam o manuseio do produto no estoque. As sacarias eram muito parecidas, o que demandava mais tempo para identificação, escolha e separação do produto.

“Assim, durante quatro meses de planejamento e desenvolvimento, apresentamos uma embalagem mais visual com camadas de informações palpáveis e de fácil entendimento”, explica o tem leader da FutureBrand, Felipe Luz, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da identidade.

“Todas as informações incluídas foram pensadas para transformar a identificação e a relação do trabalhador de forma instintiva, para ter a capacidade de organizar e identificar o produto de longe, com menos esforço e mais praticidade”, completa a relações públicas da FutureBrand, Mariana Blessa.

Promovida pela Associação Brasileira de Embalagem, desde 2001, a premiação é a mais importante do segmento e tem como objetivo eleger as embalagens que se destacam com excelência em qualidade, tecnologia, funcionalidade, design e inovação. O prêmio reconhece os players que se sobressaem em soluções que facilitam a rotina do consumidor e que possuem engajamento com o futuro da embalagem.

Campanha Família Connan

A Connan valoriza o esforço e a dedicação de cada representante e quer premiar vocês, grandes parceiros, por suas importantes conquistas.

Por isso, lançamos oficialmente a Campanha Família Connan, que irá distribuir prêmios (caixa de som bluetooth, geladeira e moto) aos representantes que mais se destacarem nas vendas.

O objetivo é homenagear e reconhecer todo o trabalho do time, que é parte fundamental do sucesso da Connan.

A premiação será concedida de acordo com critérios previamente estabelecidos no regulamento da campanha.

O cenário já é nosso conhecido:

Em abril, tem início o período de secas, que se estende até meados de outubro. Com a seca, a estiagem aumenta, o que exige maior cuidado nutricional do rebanho, já que a pastagem tende a perder sua eficiência nutricional.

A maioria das espécies comuns de pastagens na região central do país tende a secar e perder muito do seu teor de Proteína Bruta (PB), oferecendo altas quantidades de fibras e poucos nutrientes.

Neste período, o correto manejo do pasto é decisivo para o ganho de peso e produtividade do gado.

Pode-se utilizar técnicas de irrigação, mas elas geram alto custo. Assim, a suplementação em cocho ou no próprio pasto, é uma grande oportunidade.

Contamos com o empenho de todos. Boas vendas!

Faça sua inscrição abaixo:

Formulário de Inscrição – Representantes

Equipe Connan se reúne para Reunião Comercial em Boituva (SP)

A equipe de supervisores da Connan se reuniu entre os dias 12 e 16 de agosto para a Reunião Comercial da empresa, promovida no Meu Hotel, em Boituva (SP).

Durante a semana os participantes acompanharam apresentações de resultados referentes ao primeiro semestre e de alinhamento para as ações da empresa, focando o período das águas. Além disso, participaram da palestra ministrada pelo pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Dr. Rodrigo Gomes, que apresentou os dados dos experimentos feitos pela instituição com o Aglomerax.

A empresa aproveitou a oportunidade para comemorar os 15 anos da Connan e também a recém finalizada reforma da unidade de Boituva.

Dia de campo do Programa Geneplus Embrapa apresenta resultados de prova de avaliação de desempenho do nelore

O Programa Geneplus Embrapa realizou no dia 07 de junho um Dia de Campo para a apresentação dos resultados da 1ª Prova de Avaliação de Desempenho do Nelore deste ano (PADN 2019). O evento reuniu Técnicos do Programa, representantes de centrais de inseminação além, é claro, dos produtores cujos animais participaram da Prova.

As Provas de Avaliação de Desempenho da raça Nelore do Programa Geneplus Embrapa têm sido feitas desde 2016, com o objetivo de avaliar a eficiência no uso de alimentos dos animais, além de características reprodutivas e de carcaça por ultrassonografia.

Uma das novidades apresentadas na Prova de Avaliação de Desempenho dos animais foi o sistema de monitoramento de consumo de alimento (ração) completamente automatizado.

A Connan, empresa de reconhecido valor nacional e internacional no segmento de nutrição animal foi parceira do Programa Geneplus na PADN encerrada no dia 07. “A empresa foi parceira na execução da PADN, com base em uma cooperação técnica que está sendo firmada entre Embrapa e Connan, que abrange, entre outras ações, as atividades com o rebanho Nelore PO, a PADN e os cursos do Geneplus. Na prática, nesta primeira PADN de 2019 eles forneceram o núcleo mineral-vitamínico utilizado na alimentação dos animais e contribuíram com sua participação na programação de palestras no dia e campo “, afirma Rodrigo Gomes, pesquisador da Embrapa Gado de Corte.

“O Programa Geneplus e a Connan são empresas complementares, já que a produção de gado de corte se faz com vários elementos – entre eles as áreas de genética e a de nutrição – por isso nossos objetivos são convergentes. Buscamos juntos cumprir a missão de contribuir para uma pecuária de corte cada vez mais forte no Brasil”, ressalta o gerente técnico do Programa Geneplus e pesquisador da Embrapa Gado de Corte, Gilberto Menezes.

Aglomerax: suplemento mineral que promove até 16% de rendimento a mais na suplementação e carrega mais de 20 anos de bons resultados a campo

Connan rebatiza seu suplemento mineral polinutriente aglomerado e reforça presença no mercado

Muito conhecido pelos pecuaristas de todo o país, o suplemento mineral polinutriente aglomerado da Connan ganhou uma nova roupagem. O produto, que está no mercado há mais de 20 anos, passa a ser comercializado com o novo nome: Aglomerax.

“Essa mudança faz parte da nova estratégia da empresa, que após quase um ano de trabalho e análises internas definiu uma nova marca, ressaltando a força da Connan e a sua responsabilidade no agronegócio nacional. Com isso, identificamos a força do produto e o rebatizamos, mantendo sua fórmula e reforçando os resultados obtidos no campo ao longo das duas décadas de mercado”, explica o gerente técnico e de marketing da Connan, Marcio Bonin.

O Aglomerax é produzido a partir de um processo de alta tecnologia, único no mercado, que aglomera os nutrientes na mesma partícula (grânulo), protege o suplemento mineral do empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva, problemas que causam grandes prejuízos na fazenda. “Suplementos minerais comuns em pó apresentam uma maior superfície exposta ao tempo e absorvem umidade pela presença do sal comum desprotegido. Suas partículas finas também podem impregnar nas mucosas dos animais e causar irritação” ressalta Bonin.

Segundo ele, a tecnologia do Aglomerax oferece ao suplemento maior homogeneidade, o que reduz drasticamente o desperdício do suplemento, tornando o sistema produtivo mais rentável e sustentável. Além disso, o cloreto de sódio fica contido no interior das partículas e, por isso, não absorve umidade, evitando seu empedramento no cocho, o que prejudica o consumo pelos animais. “Por ser aglomerado e mais pesado do que os produtos em pó, perdas pela ação do vento são minimizadas, além de reduzir a irritação à mucosa dos animais por inalação”, reforça Bonin.

O produto, que utiliza uma tecnologia 100% brasileira e não é resultado de tratamento químico de proteção, foi testado em experimentos desenvolvidos pela Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS). O experimento foi feito com 72 novilhas que foram tratadas com suplemento mineral em pó e suplemento com tecnologia Aglomerax em cochos descobertos. Foram avaliados ganho de peso, consumo dos suplementos, perdas por escoamento e empedramento no cocho.

“A forma de apresentação faz do Aglomerax um suplemento mais eficiente, pois é necessária uma quantidade menor de produto por quilograma de ganho de peso. O Aglomerax rende até 16% a mais, reduzindo as perdas e não a ingestão do suplemento pelos animais. Dessa forma, o produto propicia a expressão genética do animal e o melhor desempenho permitido pelo potencial da pastagem. Além desse teste da Embrapa e de outros que estão em andamento, a tecnologia já possui mais de 20 anos de aplicação no campo. Ou seja, não se trata de uma promessa, mas de benefícios reais em uma atividade com margens apertadas em que não se pode arriscar perder”, finaliza Bonin.

Connan realiza 3ª edição do Encontro de Pecuaristas

A Connan promoveu, em 23 de setembro na sua sede em Boituva (SP), a 3ª edição do Encontro de Pecuaristas. O evento reuniu mais de 30 convidados, que prestigiaram as palestras: “Manejo de pastagens: como melhorar a base da alimentação do gado?”, com a apresentação do zootecnista Bruno Marson e, “Fertilidade do Rebanho: o impacto do escore de condição corporal” com o médico-veterinário Márcio Bonin.

A 4ª, e última, edição do encontro será realizada em Dezembro. Também em Boituva.

I Semana de Engenharia Agronômica – UFSCar

O gerente técnico e de marketing da Connan, Marcio Bonin, foi um dos palestrantes da I Semana de Engenharia Agronômica, promovida pelo curso de Engenharia Agronômica da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), entre os dias 09 e 11 de outubro, em Buri (SP). A palestra teve como tema central “O profissional da produção animal: uma visão do mercado”.

Pecuaristas participam de Encontro na Connan

A Connan promoveu no último dia 17 de junho a 2ª edição do Encontro de Pecuaristas, em Boituva (SP). O evento, que reuniu mais de 50 convidados, promoveu duas palestras com os temas Condicionamento na Desmama, que foi abordado pelo zootecnista e supervisor técnico, Bruno Marson e Caminhos da Recria a Pasto, apresentado pelo médico-veterinário e gerente técnico e de Marketing, Marcio Bonin.

Em sua palestra, Bruno falou sobre como o condicionamento na desmama permite manter o ganho dos animais nessa fase crítica da produção (estresse da separação da mãe).  

Ele destacou que o recomendado é fornecer, durante 30 a 50 dias, um suplemento palatável e equilibrado (Connan Master 1000), para uma adaptação rápida ao suplemento e manutenção de ganhos em níveis satisfatórios.

Já o médico-veterinário indicou que é fundamental a definição dos objetivos produtivos da propriedade e a adoção de ferramentas de controle que permitam as melhores tomadas de decisão.

Segundo ele, ações simples como adoção de controles de desembolso e de movimentação mensal do rebanho permitem avaliar como está a produção de arrobas e o custo da arroba produzida. O objetivo produtivo sempre deve estar alinhado com o nível de suplementação e o ganho de peso desejado em cada fase do ciclo e em cada época do ano.

Connan lança campanha para premiar famílias do campo

Visando valorizar as famílias do campo, que trabalham de maneira incansável em prol de uma pecuária cada vez mais forte, sólida e reconhecida nos mercados nacional e internacional, a Connan apresenta a campanha “Família Connan”.

A ação, que visa aproximar o trabalhador do campo à família Connan, pretende premiar os participantes e promover a união de forças para o desenvolvimento da atividade no Brasil.

Para participar é fácil! Envie uma imagem com você e sua família em sua propriedade ou local de trabalho, até o dia 12 de julho, para o e-mail contato@connan.com.br. A fotografia deve atender ao tema “A melhor foto da Família no Campo”.

Mas fique atento: a divulgação das fotos escolhidas será feita no dia 05 de agosto, no Facebook da Connan.

Então, acesse e curta a página da empresa para não ficar de fora!

Confira o regulamento da promoção e participe!

Procedimentos para preparo de touros para comercialização e adaptação aos sistemas produtivos

Alinhada às principais demandas dos clientes e em encontrar as soluções mais assertivas para os desafios, a Connan consolidou há anos uma parceria de muito sucesso e resultados expressivos com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

Por meio dessa parceria, a Connan e a Embrapa desenvolvem tecnologias e promovem testes para validação da eficiência de produtos no campo, visando oferecer os melhores resultados aos clientes.

Um dos resultados dessa parceria é possível conferir na publicação “Procedimentos para preparo de touros para comercialização e adaptação aos sistemas produtivos”, que agora disponibilizamos em nosso site.

O intuito é proporcionar aos criadores, produtores de genética e produtores comerciais de gado de corte, usuários de genética superior, orientações sobre procedimentos alimentares para o preparo de touros para comercialização e para a adaptação dos mesmos aos sistemas de produção onde serão postos em serviço.

Você pode ter acesso a esse material completo, e na íntegra, de duas maneiras: digital ou física, sendo que não há custo em ambas as opções. Para solicitar o material, basta preencher o formulário e se cadastrar no formulário abaixo:

Dia de Campo Senepol D’lagoa

A Connan esteve presente na 2ª edição do Dia de Campo Senepol D’lagoa, promovido no dia 13 de outubro, na Fazenda D´Lagoa em Colniza (MT). O supervisor de vendas da empresa, Flamarion Castilho, foi um dos palestrantes do evento e apresentou o tema “A importância da nutrição equilibrada na produção de bezerros de cruzamento”.

Dinapec 2019

A Connan esteve presente na 14ª edição da Dinapec (Dinâmica Agropecuária), realizada entre os dias 20 e 22 de fevereiro, em Campo Grande (MS). Durante o evento, a empresa destacou alguns modelos de produção desenvolvidos pela Connan, que englobam diferentes produtos do portfólio. Foram apresentados também os novos resultados obtidos em parceria com a Embrapa, quanto aos testes realizados sobre o desperdício de suplementos.

Vitrine tecnológica da Embrapa Gado de Corte, o evento teve como tema “Soluções para o Agro Sustentável” e reuniu novidades tecnológicas de diversos setores, a fim de que o produtor possa acessar as tecnologias desenvolvidas pela pesquisa e ter a opção de conhecer o que o mercado oferece.

Propriedade registra ganho de rentabilidade com implantação de Terminação Intensiva a Pasto

Connan, em parceria com o Grupo Frigomil, comprova resultados de sucesso com implantação de sistema em Rondônia

Os resultados de sucesso zootécnico e de rentabilidade financeira do sistema de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) da Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, foram confirmados pelo pecuarista Renato Notário Cruz, do Grupo Frigomil.

A propriedade Fazenda Serra do Ouro, situada na cidade de Pimenta Bueno (RO), que há três anos registrava abates de aproximadamente 500 animais por ano, adotou o sistema de Terminação Intensiva a Pasto (TIP), por orientação da equipe da Connan, aumentando o potencial de abate para 2.100 animais por ano.

De acordo com o médico-veterinário e supervisor comercial da Connan na região, Diego Andrade, este resultado se deve ao fato da propriedade ter adotado a TIP, em paralelo ao uso das tecnologias da empresa. “Inicialmente a propriedade realizava a terminação de animais no semiconfinamento fornecendo 1% de ração em relação ao peso vivo dos animais. Uma média de cinco quilos de ração por cabeça”.

Na época, 300 animais alimentados com cinco quilos de ração no período de transição entre águas e secas não registravam performance satisfatória para o frigorífico. Esse resultado se dava pelo fato de consumirem apenas 40% da dieta total em matéria seca via cocho. “Os outros 60% dependiam de pasto, que neste período do ano está em transição, perdendo muito do valor nutricional”, explica Diego.

Foram disponibilizados 96 animais para implantação da TIP, com o uso do Nuclemix Connan Termina-Fácil, na Fazenda Serra do Ouro. Os dados mostram que a boiada engordou 6,8 arrobas em 91 dias, sendo a lucratividade de 3,4% sobre o investimento total. No período, o lote de 96 animais consumiu em média 2% do peso vivo inicial, registrando em três meses uma média de 8,54 quilos de ração. “O protocolo é muito fácil de ser implantado e os valores obtidos foram muito acima das expectativas”, salienta o pecuarista.

“Durante as 12 semanas os animais permaneceram no piquete e alcançaram um ganho de 6,8 arrobas de carcaça por animal. Comprovando a viabilidade de um protocolo intensificado dentro da propriedade, produzindo arrobas de carcaça com acabamentos satisfatórios”, detalha Diego.

Ainda de acordo com o médico-veterinário, a fazenda (de 220 alqueires) teve 50 alqueires reservados para a implantação do sistema em 10 piquetes de 12 hectares. “A partir desse ponto, passamos a ter condições de trabalhar a cada 90 dias uma média de 700 animais”.

Devido aos altos resultados, o protocolo de Terminação Intensiva a Pasto (TIP) da Connan foi implantado nas outras propriedades do Grupo Frigomil. “O resultado é surpreendente, tanto zootécnico quanto financeiro para as fazendas”, comemora Renato.

Estratégias de nutrição no período da seca proporcionam bons resultados ao pecuarista

Uso de suplementação adequada aliada a técnicas de manejo permitem bom desempenho do rebanho nesta fase

A produção eficiente de carne está baseada numa adequada disponibilidade de forragem durante todo o ano. Entretanto, no período seco as pastagens tropicais apresentam uma queda acentuada na produção e na qualidade nutricional devido ao menor volume de chuvas e incidência de luz, além de temperaturas mais baixas.

Neste cenário, os animais mantidos em pastagem de baixa qualidade não conseguem absorver toda demanda de nutrientes necessária para manter uma boa taxa de crescimento e produção, o que acaba impactando em muitos aspectos produtivos como o atraso na idade de abate, da primeira cria e queda de condição corporal das matrizes.

“Muitos pecuaristas não se preparam para essa fase e acabam tendo prejuízos no campo, por isso é imprescindível adotar estratégias nutricionais e de manejo que amenizem as limitações produtivas da pecuária nessa época do ano e que proporcionem resultados satisfatórios ao criador”, explica o zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson.

Dentre essas estratégias está a vedação das pastagens, uma das mais adotadas pelos pecuaristas. O sistema consiste em selecionar algumas áreas de pasto da fazenda e impedir, temporariamente, o acesso dos animais. O período de vedação pode variar de acordo com as características de cada fazenda, mas o objetivo é acumular massa para consumo dos animais no período seco.

Os pastos indicados para o uso dessa técnica são aqueles formados em áreas mais férteis ou que foram recuperados recentemente, pois são pastagens mais produtivas. “Mesmo com essa estratégia, as pastagens de vedação ainda oferecem baixa qualidade. Para atender às necessidades nutricionais dos animais nesse período e melhorar a lucratividade do sistema de produção animal a pasto, é primordial o ajuste nutricional por meio da suplementação”, afirma Marson.

Solução para a cria

A Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, possui em sua linha de soluções produtos estrategicamente desenvolvidos para atender a demanda de todas as categorias no período seco. Para suplementação de matrizes a tecnologia mais indicada é o Connan Nitrotec.

“O produto é um suplemento mineral ureado indicado para matrizes de corte durante o período seco, pois por meio de sua composição, permite melhorar o aproveitamento da forragem seca no rúmen, auxiliando a fermentação ruminal e suprindo o mínimo da necessidade proteica do animal”, destaca o zootecnista.

Segundo ele, o produto ainda possui em sua composição um aditivo alimentar que proporciona maior energia no rúmen, o que auxilia na prevenção do emagrecimento das matrizes.

“Essa estratégia, de aliar a pastagem seca com o uso do Connan Nitrotec, proporciona ao pecuarista bons resultados no campo, pois permite a manutenção do escore corporal das vacas, melhora a condição das fêmeas na parição e consequentemente o desempenho reprodutivo na estação de monta. Temos adotado essa técnica em diversas propriedades e o resultado é muito satisfatório”, ressalta Bruno.

Suplementação na Recria

Para animais em fase de crescimento o desafio é maior, pois para manter a lucratividade do sistema o ganho de peso deve ser constante. Dessa forma, para manter a taxa de crescimento de animais de recria recomenda-se, no mínimo, o uso de um suplemento mineral proteico.

“O Connan Torque 100 é um produto recomendado para suplementação de animais em recria no período seco, pois fornece um excelente aporte de minerais e proteína, além de conter o aditivo promotor de crescimento e eficiência alimentar, que modula a fermentação ruminal e acrescenta maior aporte de energia para ganho de peso”, explica Marson.

Fazenda cheia e pouco pasto

Em sistemas de produção, onde o pecuarista não se preparou para o período seco, os efeitos da queda nutricional e de produção das forragens são mais acentuados. Neste caso, o pecuarista deve traçar estratégias para evitar a baixa produtividade e também os prejuízos na propriedade.

“Uma alternativa para esse caso é focar no reajuste da capacidade de suporte, reduzindo sua taxa de lotação para concentrar seus esforços no manejo dos animais de interesse”, salienta Marson.

O indicado é que seja feito um levantamento sobre a situação dos animais, optando pela venda dos machos que podem atingir o peso de abate com a terminação intensiva a pasto, de vacas vazias ou dos bezerros que estão na fase de desmama, por exemplo. “O ideal é que o uso das pastagens e o investimento seja concentrado em categorias que permitam à propriedade atingir seus objetivos produtivos e financeiros”, finaliza.

Terminação Intensiva a Pasto (TIP), um sistema vantajoso 365 dias por ano

Em pecuária, o período da terminação representa o momento no qual o animal deve atingir o peso e acabamento de carcaça adequados, agregando valor a todo trabalho realizado durante a cria e a recria. Neste momento, em que o animal se aproxima da maturidade, a intensidade do crescimento, assim como o ganho de peso e a eficiência alimentar diminuem.

Por isso, o pecuarista deve manter a atenção redobrada ao acabamento da carcaça, um dos principais diferenciais para agregar qualidade e valor no momento da venda. Neste cenário, a Terminação Intensiva a Pasto, ou TIP, surge como uma estratégia que traz velocidade para a terminação dos animais, com o aumento do aporte nutricional, fornecimento da ração direto no cocho e na própria área de pastejo.

“O que diferencia a TIP do confinamento tradicional é sua facilidade de manejo e de instalação, já que o trato é realizado no mesmo pasto dos animais e ele se torna a fonte do volumoso. Além disso, o confinamento tem altos custos estruturais e operacionais, dessa forma a TIP se apresenta como uma alternativa muito viável”, explica o médico veterinário e gerente de marketing da Connan, Marcio Bonin.

A Terminação Intensiva a Pasto é um modelo vantajoso, pois dá previsibilidade de abate ao pecuarista, possibilitando que se desenvolva um programa nutricional tanto para as águas quanto para as secas, permitindo abater lotes de cabeceira, meio e fundo com maior homogeneidade. A TIP facilita também a extensão do prazo de abate sem a necessidade de se investir em uma estrutura de confinamento.

No modelo TIP, o animal consome no pasto a mesma quantidade de ração que é fornecida quando está confinado, a diferença é que o próprio pasto passa a ser a fonte de volumoso. O menor custo operacional, a fácil adaptação e índices mínimos de refugo de cocho proporcionam ainda maior bem-estar animal e alta eficiência.

Trabalhando desde 2016 com a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, o Grupo Cairu, de Rondônia, implantou o protocolo TIP Termina-Fácil Connan para terminação do gado, principalmente no período da seca. O desafio era aumentar a margem financeira do protocolo realizado no pasto, produzindo mais arrobas por animal e por hectare, levando em consideração a viabilidade econômica da propriedade.

Em termos de lucratividade, o primeiro lote já apresentou resultados surpreendentes, como destaca o diretor do Grupo Cairu, Eugênio Junior. “Foram tratados 51 bois que apresentaram rendimento de carcaça de 58%, resultando em 4% de lucro líquido ao mês sobre o investimento, contabilizando o aluguel do pasto, mão de obra, investimento em ração e no animal. Quando comparado ao modelo antigo, o resultado era menor que 2% ao mês”.

O ganho para a propriedade é notável. “No protocolo do Grupo Cairu os animais com 21 dias de trato saem da adaptação pesando em torno de 410 quilos e são abatidos entre 550 e 560 quilos”, complementa o coordenador geral de pecuária do Grupo Cairu, Francisco Gomes da Silva.

Terminação Intensiva a Pasto: facilidade de implantação e manejo

A TIP dá autonomia para que o pecuarista faça investimentos na fazenda de acordo com as suas possibilidades. “O produtor pode fazer TIP de apenas 10 animais ou 80 mil bois para o ano inteiro. Assim como ele pode aumentar e evoluir sua estrutura conforme a demanda”, salienta Bonin.

A TIP protocolo Connan é de fácil aplicação e com resultados iguais ou superiores ao confinamento tradicional, produzindo entre 5,4 a 6 arrobas por animal em 90 dias. “Com baixo investimento em infraestrutura, trata-se de uma tecnologia viável, de fácil adoção e democrática para qualquer propriedade seja ela grande, média ou pequena”, detalha o supervisor da Connan em Rondônia, Diego Andrade Lima.

Com manejo simples, a TIP utiliza apenas dois insumos sendo o milho adicionado ao Connan Nuclemix Termina-Fácil. A estratégia de terminação com tempo fixo amplia o índice de lotação global da propriedade, aumenta a taxa de desfrute e de abate da fazenda, disponibiliza maior área de pastagem para outras categorias, intensifica o ganho médio diário global e, com isso, adiciona receita líquida por hectare/ano na propriedade.

 “Um animal no protocolo TIP da Connan produz de 5,5 a 6 arrobas de carcaça por animal com lotação de seis a oito cabeças por hectare de pastagem, produzindo até 36@ por hectare em um período de 90 dias. Hoje trabalhamos no Grupo Cairu 2.100 animais em 40 alqueires, e temos uma produção superior a 30 arrobas por hectare”, destaca Lima.

Eventos Defagro

A equipe Connan participou nos dias 07 e 08 de novembro de duas edições do encontro promovido pela revenda Defagro, nas cidades de Itaguaçu (ES) e São Mateus (ES). O gerente regional da Connan, Domenico Arruda, foi um dos palestrantes dos eventos com o tema “Suplementação no período das águas, maior lucratividade e rentabilidade”.

Connan revisa portfólio de produtos e apresenta novas embalagens

Empresa passa a contar com 33 produtos que atendem as principais demandas do mercado de produção animal

Buscando otimizar e facilitar a compreensão de seus produtos a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, apresenta ao mercado seu novo portfólio.

Composta por 33 ítens, a nova linha da empresa passou por uma reformulação que teve como principal objetivo deixá-la mais intuitiva para a equipe de venda e clientes da Connan. “Ao longo do processo estabelecemos princípios que indicaram o papel de cada produto, seguido pela revisão de todo o catálogo”, explica o gerente técnico e de Marketing da Connan, Marcio Bonin.

O primeiro ponto definido no estudo foram os tipos de criações que cada produto atende, como gado de corte, gado de leite, caprinos, ovinos e equinos. Em seguida foram determinadas as formas de uso de cada um, com a definição de duas subcategorias; para misturar e os prontos para usar.

“Esse primeiro momento foi bem importante para termos uma visão geral da linha. A partir disso conseguimos definir os principais pontos de entendimento que precisaríamos apresentar ao mercado, com essa reformulação”, destaca Bonin.

Tendo em vista a presença já tradicional da Connan nos pontos de venda, a terceira etapa do processo manteve os tipos de produto já comercializados pela empresa. “Definimos então a identificação de cada um na época do ano que deve ser comercializado, como seca, chuva e aqueles que podem ser usados nas duas épocas”, informa o gerente.

Por fim, foram divididos dentro das fases de criação animal, indicando qual deve ser usado na reprodução, crescimento e terminação. “Com essas diretrizes decidimos também como cada uma delas seria sinalizada nas novas embalagens, que receberam cores e ícones que passaram a facilitar a leitura e identificação dos produtos”, reforça Bonin.

O novo portfólio e as embalagens passam a ser comercializadas em fevereiro, inicialmente com uma cartela de nove produtos, incluindo os que levam a tecnologia Aglomerax.

Beef Day

Oferecer uma experiência gastronômica inédita foi o objetivo da Connan com uma ação promovida na segunda edição do Beef Day, evento realizado no dia 15 de agosto, no Polo Regional Alta Mogiana, em Colina (SP).

Durante o dia de campo, voluntários das empresas Connan e Minerva Foods se uniram ao mestre parrilheiro Carlos Lopez, da Escuela Argentina de Parrileros, para promover uma ação inédita no Brasil: assar duas vacas inteiras num método exclusivo e único.

O evento, promovido no berço do boi 7.7.7, reuniu mais de 1.200 pessoas para um dia de campo focado em oferecer conhecimentos e tecnologias para o aumento de produtividade nos diferentes sistemas de produção.

Experimentos da Embrapa comprovam 16% a mais de rendimento de suplemento Aglomerax no período das águas

Novos testes realizados pela instituição atestam o alto rendimento do suplemento e menos desperdícios em decorrência das chuvas

O alto rendimento do Aglomerax, suplemento fabricado com tecnologia exclusiva da Connan, na época das chuvas foi comprovado em mais dois experimentos realizados pela Embrapa Gado de Corte, de Campo Grande (MS). Segundo os estudos, mesmo no período das águas, o Aglomerax teve um rendimento 16% superior quando comparado aos suplementos em pó.

A entidade, que já tinha comprovado em testes o rendimento do suplemento, promoveu novos estudos que afirmaram a qualidade e os bons resultados do produto a campo. “Concluímos que o Aglomerax, mesmo em condições de exposição à água da chuva, mantém sua palatabilidade, ajustando sua fórmula e mantendo a quantidade suficiente para suprir a necessidade do animal, fazendo com que ele ganhe peso e se reproduza com eficiência”, explica o pesquisador da Embrapa, Rodrigo da Costa.

Rodrigo, que acompanhou as três fases do experimento, destaca a manutenção da forma física do Aglomerax como grande diferencial e responsável pelos benefícios que o pecuarista tem, principalmente em relação às perdas por empedramento, tema da terceira fase do experimento. Há uma tendência de ganho de até 40 gramas adicionais no GMD (Ganho Médio Diário) com utilização do Aglomerax. Esse aumento é justificado pela maior resistência da solução da Connan ao empedramento e maior estabilidade do consumo.

“O suplemento em pó exposto ao ambiente empedra e endurece no cocho, impondo mais dificuldade para o animal ingerir. No entanto, observamos com o Aglomerax um potencial de consumo mais regular, assim como um maior rendimento, o que se traduz em economia para o produtor, que vai gastar menos para ter um melhor desempenho do seu rebanho”, explica o pesquisador.

Após protocolo aplicado na terceira fase do experimento, o produto em pó apresenta ingestão mais irregular. Já o Aglomerax permite 17% mais estabilidade de consumo e um manejo quinzenal, pois apresentou baixo nível de empedramento em até 14 dias exposto ao tempo.

“Os dados apresentados pela Embrapa mostram o alto potencial do nosso produto e reforçam a eficiência do Aglomerax no campo. Os resultados obtidos pelos nossos clientes em suas propriedades, aliados ao selo de qualidade da entidade garantem a superioridade da tecnologia, que representa lucratividade ao produtor e melhor desempenho aos animais”, ressalta o zootecnista e supervisor técnico da Connan, Bruno Marson.

Frente aos resultados apresentados nas duas últimas etapas de teste, a Embrapa já programou o início de novos experimentos, que visam zerar as perdas. “O Aglomerax está nos mostrando que existe um potencial para desenvolver uma técnica na qual o produtor tenha quase nenhuma perda com o suplemento. Nestas pesquisas queremos criar um protocolo de um Aglomerax que dê protagonismo para esse resultado”, enfatiza o pesquisador.

1º Encontro de Parceiros reuniu pecuaristas em São Francisco do Guaporé (RO)

A Connan promoveu no dia 18 de julho, junto a Noma Agropecuária da Amazônia, o 1º Encontro de Parceiros, na cidade São Francisco do Guaporé (RO). O evento, que foi realizado na Fazenda Entre Rios, contou com a presença de mais de 30 pecuarista do ciclo de cria, que acompanharam apresentações sobre nutrição e genética.

“Ficamos bastante surpresos com a boa repercussão do evento, e por isso já pensamos em uma próxima edição para o ano que vem”, destaca o médico-veterinário e supervisor comercial da Connan, Diego Andrade.

As empresas são parceiras desde 2002, nas áreas de nutrição e genética e encontraram neste evento uma oportunidade para mostrar um pouco sobre o trabalho realizado na região e principalmente os resultados alcançados.

Planejamento e gestão são a chave do sucesso da pecuária

Produzir mais e melhor, em menor tempo e com maior lucratividade. Esses são os principais desafios da pecuária brasileira nos últimos anos.

As incertezas do mercado exigem do pecuarista um planejamento mais assertivo, com definição de metas e do caminho a ser percorrido para alcançá-las. O criador deve ter foco no seu negócio para que tenha bons resultados, tanto em relação à eficiência produtiva quanto na lucratividade da propriedade.

O segredo está na organização, que começa com a definição dos principais pontos do sistema produtivo a seguir e, a partir deles, entender os passos que precisam ser seguidos para atingir o objetivo estabelecido.

Com a definição do protocolo produtivo que será implantado é hora de fazer contas, colocando no papel quantos animais sua propriedade comporta, definindo a data de validade de cada lote do rebanho e, com isso, fazer o cálculo das necessidades de insumos, detalhando a quantidade de suplemento e ração que deverá comprar para o gado. E com essas informações, listar as variáveis que serão importantes para que consiga chegar no tempo e no peso esperados.

Com esses dados em mãos, o criador passa a ter mais tempo para se dedicar às negociações com seus fornecedores, fator de extrema importância, pois é neste ponto que o lucro da propriedade começa a ser desenhado. Com os custos da produção conhecidos, o produtor consegue saber o quanto de lucro terá e assim saber o momento de realizar as vendas, bem como as compras de reposição.

InterCorte Cuiabá (MT)

A Connan participou da InterCorte Cuiabá (MT), nos dias 12 e 13 de abril, e levou ao público os benefícios do Aglomerax, polinutriente aglomerado produzido a partir de um processo de alta tecnologia, único no mercado, que aglomera os nutrientes na mesma partícula (grânulo). Isso protege o suplemento mineral do empedramento no cocho e reduz perdas com a passagem da água da chuva, problemas que causam grandes prejuízos na fazenda.

Connan destaca tecnologias para nutrição nas secas na Rondônia Rural Show

Com foco em ampliar sua presença na região Norte, a Connan, participou, entre os dias 22 e 25 de maio, da 8ª Rondônia Rural Show Internacional, feira de tecnologia e oportunidades dos negócios voltados ao agronegócio, que foi realizada na cidade de Ji-Paraná (RO).


O evento, que é considerado o maior do setor na região, ofereceu aos participantes a oportunidade de conhecer novas tecnologias e práticas mais eficazes para a produção agropecuária rondoniense, proporcionando assim o desenvolvimento econômico e social da atividade.


“Rondônia é o 6º maior rebanho do país, com mais de 14 milhões de cabeças de gado, números que expressão a importância do estado para a pecuária nacional. A Connan tem atuado de maneira efetiva na região, por meio de suas soluções e tecnologias, além da assistência de nossa equipe técnica presente no estado”, destaca o supervisor comercial, Diego Andrade Lima.


Durante o evento a empresa, em parceria com o representante Machadão, da cidade de Ji-Paraná, apresentou aos visitantes da feira a linha de proteinados específicos para o período de seca, Torque. “Essa tecnologia fornece ao animal um excelente aporte de minerais e proteínas, além de conter o aditivo promotor de crescimento e eficiência alimentar, que modula a fermentação ruminal e acrescenta maior aporte de energia para ganho de peso”, explica Lima.


A empresa destacou também a Terminação Intensiva a Pasto, ou TIP, como é conhecida, oferece segurança ao pecuarista, por ser a melhor estratégica nutricional para a terminação dos animais no período seco.
“O evento já se tornou referência internacional para o agronegócio, reunindo um público focado em fazer negócios e investir em tecnologia. Estar na Rondônia Rural Show é reafirmar nosso compromisso com o desenvolvimento do setor no Norte do Brasil e com o crescimento da pecuária regional”, finaliza o supervisor.

Gestão da suplementação de vacas garante melhores resultados na estação de monta

Planejamento possibilita a sincronização do período de alto requerimento nutricional com a época de maior disponibilidade de forragens

A época das águas, como são conhecidos os meses do ano que concentram o maior volume de chuvas na maior parte do país, é o período onde os pecuaristas se prepararam para dar início a uma fase importante do calendário produtivo: a estação de monta.

Os criadores devem tratar a estação de monta com muita atenção, pois um programa ambicioso de produção animal se inicia nesta fase. Estabelecer um período de monta na propriedade permite sincronizar o período de maior requerimento nutricional das vacas, que é o período de lactação, com a época do ano de maior disponibilidade de forragens, ou seja, a época das chuvas.

“Nos meses de chuva as vacas encontram as melhores condições para reprodução. O criador deve estar atento para que o animal chegue a essa época com o melhor score corporal, por isso é importante se planejar, iniciando a suplementação na época correta, para garantir bons resultados no período”, explica o gerente técnico e de marketing da Connan, Marcio Bonin.

Segundo Marcio, o produtor deve apostar em um planejamento em longo prazo para conquistar os melhores resultados. “Não adianta focar a suplementação trinta dias antes de iniciar a estação de monta. Existe uma correlação entre a taxa de fertilidade e a quantidade de gordura da vaca, por isso é importante traçar uma estratégia focada na alimentação do animal durante todo o ciclo”, afirma ele.

Os melhores resultados em termos de taxa de desmame e peso são obtidos quando os nascimentos ocorrem durante a estação seca. Dessa forma, entende-se que no início da estação chuvosa, as pastagens se recuperam rapidamente, e, em pouco tempo, há alimento de boa qualidade em quantidade suficiente para que as fêmeas alcancem uma condição corporal que favoreça os índices reprodutivos. Com isso, a estação de monta poderá começar poucas semanas depois do início das chuvas.

“Seguindo essa lógica, as vacas serão bem suplementadas nas águas, irão parir na seca e estarão recuperadas na próxima estação chuvosa. Essa estratégia permite a boa recuperação do animal, sem impacto para a próxima estação de monta”, destaca Marcio.

Focada em oferecer melhores resultados aos pecuaristas, a Connan, uma das principais indústrias de nutrição animal do Brasil, oferece ao mercado uma opção em suplementação indicada para matrizes (vacas e novilhas) no pré-parto e durante a época de cobertura. O suplemento mineral Connan Fertitec possui tecnologia Aglomerax – minerais na forma de polinutriente aglomerado – e promotor de crescimento. “Esse produto, aliado à estratégias nutricionais bem direcionadas garantem que a vaca alcance os melhores índices nutricionais que se traduzem em ótima condição corporal, um dos fatores que auxiliam na prenhez e na formação de fibras musculares para a recuperação do animal após o parto”, finaliza Bonin.

Período de transição secas-chuvas: os cuidados que precisam ser tomados para garantir a rentabilidade da fazenda

O período da transição das secas para as chuvas é marcado pelo início do rebrote das pastagens, comumente conhecido como período de formação do pasto de chuvas. As peculiaridades dessa época fazem com que os cuidados com manejo gerem muitas dúvidas nos pecuaristas, como qual será o impacto da mudança de tempo para o desempenho do rebanho ou como deve ser feita a troca do suplemento.

De acordo com o zootecnista e supervisor Técnico da Connan, Bruno Marson, o ponto mais importante na transição da seca para o período das chuvas é a preparação do pasto no final da estação. Uma vez que a sua estrutura será determinante para a formação do pasto no período de chuvas.

“Em propriedades nas quais o pasto está super pastejado, com o início das chuvas, ele rebrota rápido e com folhas tenras e de alta digestibilidade. Essa folhagem passa rapidamente pelo trato digestivo do animal, podendo causar diarreia e impactar no desempenho dos animais nesse período. Embora seja uma situação normal para a época de transição, uma forma de amenizar o problema é oferecer para o rebanho um nível mais alto de suplementação ou, até mesmo, a suplementação com volumoso”, explica Marson.

Marson ainda afirma que, em situações inversas, onde se está terminando o período seco com uma pastagem de grande macega e bastante folha seca, a tendência é que as folhas se desprendam do talo e caiam. “O talo que permanece prejudica o acesso dos animais a pastagem recém-rebrotada no início das chuvas. Além disso, o material morto acumulado rente ao solo cria um micro ambiente propício para pragas – principalmente cigarrinhas das pastagens e fungos, causando distúrbios nos animais”.

Caso as chuvas demorem para se firmar, em uma situação onde o pasto apresenta muito talo, uma alternativa é aumentar o nível de suplementação dos animais. “Lembrando que para suplementos proteicos devemos ter um espaço entre 10 e 15 centímetros lineares de cocho por cabeça. E para suplementos proteicos energéticos entre 20 e 30 centímetros lineares por cabeça”, pontua Marson.

Nesses casos, onde se têm uma boa massa de pastagem ou muito talo, obviamente o desempenho animal, no nível de suplementação que está sendo empregado, não será o máximo possível. “Isso ocorre, pois a base para alimentação é o pasto, em todo o caso ainda é uma forma de amenizar o problema nesse período de transição”, completa.

Em uma situação na qual as chuvas já se firmaram é necessário rebaixar a macega seca e aumentar ao máximo a taxa de lotação. Uma estratégia sugerida nesse cenário é juntar os animais da propriedade nos pastos que apresentam maior disponibilidade, enquanto os outros pastos descansam e retomam a brotação.

“Pensando nas espécies forrageiras, a altura ideal para rebaixamento das Brachiarias é entorno de 10 a 15 centímetros, e para os panicums de 30 a 40 centímetros”, salienta o zootecnista, que destaca ainda: “outra dica interessante é rebaixar primeiro os pastos de panicums, pois eles rebrotam com mais vigor e aguentam uma alta lotação no período de chuvas. Então devemos garantir que eles tenham uma boa estrutura durante a retomada das águas”.

Outro ponto de atenção, os animais têm preferência por esse broto de capim, mais tenro e de alta digestibilidade, por isso acaba passando mais tempo pastejando e reduz o consumo de suplemento. Então é normal, durante a transição, haver uma queda do consumo de suplemento, seja ele qual for.

“O ponto mais importante nesse período de transição de seca para chuva é a estrutura do pasto, com cuidados direcionados para que a pastagem não fique rapada demais e nem com excesso de folhas. Busque um manejo de altura no limite inferior da sua espécie de capim, porque a estrutura desse pasto irá interferir bastante na formação do pasto de chuva, no consumo do suplemento e no desempenho do rebanho durante a época de transição e, também, no período de chuvas”, reforça o zootecnista.

Cria no período das chuvas

Durante o período seco a categoria de cria é normalmente suplementada com ureia, sendo uma ação altamente recomendada. “Porém, com o início das chuvas é preciso providenciar que esse cocho não acumule água, pois se o animal consumir essa ureia diluída poderá ter intoxicação e, em alguns casos, morte”, explica o zootecnista

O especialista lembra que a ureia em si não causa nenhum perigo para os animais, o risco está no consumo da água diluída com ureia no cocho. Um manejo que pode ser usado para evitar esse problema é a drenagem dos cochos para diminuir o acúmulo de água.

Durante a transição da seca para a chuva recomenda-se, quando a logística permite, a mistura da suplementação mineral com a suplementação ureada. Se isso não for possível na propriedade também pode-se mudar para a suplementação logo no início do período das águas, quando os pastos começarem a brotar.

“Recomendamos a suplementação mineral, de preferência aditivada, como o Connan FERTITEC, que auxilia no aproveitamento do animal dessa rebrota mais tenra e de alta digestibilidade. O que acaba melhorando o score corporal das vacas e propiciando que esses animais tenham um melhor desempenho na estação de monta do período de chuva”, pontua Marson.

Suplementação para crescimento e terminação

Para as categorias de crescimento e de terminação o zootecnista recomenda a mistura, na transição de seca para chuva, do suplemento utilizado no período seco com o suplemento que será utilizado durante as águas.

Se não for possível é indicado realizar a troca de suplementação no início das chuvas. “Uma dica: é sempre importante rodar os pastos, principalmente aqueles que estão vazios, para verificar qual o tipo de suplemento está naquele cocho”, diz.

“É sempre importante que o animal não consuma o suplemento errado no período errado, pois impactará diretamente no desempenho desses animais”, finaliza Marson.